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Tudo Sobre Política II

Prefeitura de Assis Brasil abre programação do Agosto Lilás com curso de Confeitaria para 20 mulheres

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A Prefeitura de Assis Brasil, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, em parceria com o Governo do Estado do Acre e o Senac, realizou a abertura oficial da programação do Agosto Lilás, campanha voltada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher.

Marcando o início das atividades, foi dado início ao curso de Confeitaria, que reúne 20 mulheres do município em uma capacitação com duração de duas semanas. A iniciativa busca promover a qualificação profissional, incentivar o empreendedorismo feminino e ampliar as oportunidades de geração de renda para as participantes.

Durante o período do curso, as alunas terão acesso a conhecimentos teóricos e práticos sobre técnicas de confeitaria, produção de doces e preparação de produtos para comercialização, fortalecendo a autonomia financeira e o desenvolvimento pessoal das participantes.

A secretária municipal da Mulher, Francicleia Correira, destacou a importância da ação como uma ferramenta de empoderamento e valorização das mulheres, reforçando o compromisso da gestão municipal em promover políticas públicas que garantam mais oportunidades, independência e qualidade de vida para as mulheres assis-brasilenses.

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A programação do Agosto Lilás seguirá ao longo do mês com diversas atividades voltadas à conscientização, informação e fortalecimento da rede de proteção às mulheres do município.

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul lança Campanha Agosto Lilás em celebração aos 20 anos da Lei Maria da Penha

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Assessoria – A Prefeitura de Cruzeiro do Sul, por meio do Departamento de Políticas Públicas para Mulheres, realizou nesta segunda-feira, 3, no Museu José de Alencar, a abertura oficial da Campanha Agosto Lilás 2026. A iniciativa reforça as ações de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher e, neste ano, ganha um significado especial com a celebração dos 20 anos da Lei Maria da Penha.

A programação é coordenada pela Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, em parceria com a Casa da Mulher Brasileira do Juruá, CRAMJU, e reuniu representantes do poder público, instituições que integram a rede de proteção, autoridades e membros da comunidade.

Durante a abertura, foram destacadas a importância da informação, prevenção, denúncia e do acolhimento às mulheres que enfrentam situações de violência. Ao longo do mês de agosto, serão realizadas palestras, rodas de conversa, atividades educativas e ações de mobilização em diferentes espaços do município.

A coordenadora do Departamento de Políticas Públicas para Mulheres, Lúcia Costa, destacou que o Agosto Lilás deve ser um momento de mobilização de toda a sociedade.

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“Celebrar os 20 anos da Lei Maria da Penha é também reforçar o compromisso de conscientizar, orientar e mobilizar a população. Precisamos falar sobre a violência, fortalecer a rede de proteção e mostrar às mulheres que elas não estão sozinhas”, afirmou.

Representando a Defensoria Pública, o defensor público Rodrigo Lobão ressaltou a importância de levar informação às mulheres e também aos homens, para que os casos de violência sejam enfrentados de forma mais efetiva.

“É importante levar informação para homens e mulheres. Muitas situações ainda não chegam ao conhecimento das autoridades. A mulher precisa saber que pode procurar a Defensoria, o Ministério Público, a delegacia e toda a rede de proteção. Nunca é tarde para denunciar e buscar ajuda”, destacou.

A Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar também participou da abertura. A segunda-sargento Maria Pinheiro explicou que o aumento das denúncias não significa necessariamente que a violência esteja crescendo, mas pode representar uma maior conscientização das mulheres sobre seus direitos.

“As mulheres estão mais informadas e sabem que não precisam esperar a violência física acontecer. Elas podem procurar ajuda diante de ameaças, violência psicológica ou moral e solicitar medidas protetivas. Nossa equipe realiza visitas e acompanha as mulheres para verificar o cumprimento das determinações judiciais e contribuir para a segurança das vítimas”, disse a comandante.

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A coordenadora pedagógica da Escola Rui Barbosa, Luciene Fonseca, também participou da mobilização e compartilhou uma experiência pessoal de violência, reforçando a importância de romper o silêncio e buscar ajuda.

“Eu também já passei por uma situação de violência e sei o quanto é difícil falar sobre isso. Mas nunca é tarde para denunciar, buscar ajuda e recomeçar. Precisamos falar sobre esse assunto para que outras mulheres não tenham medo de procurar apoio”, afirmou.

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