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PF e ICMBio desmantelam garimpo ilegal em parque nacional e causam prejuízo de R$ 1,4 milhão a criminosos

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Operação Caraíba IV destruiu máquinas, acampamentos e milhares de litros de combustível utilizados na exploração clandestina de ouro – Foto: Reprodução/ PF

A Polícia Federal e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) realizaram uma grande ofensiva contra crimes ambientais no Parque Nacional Mapinguari, localizado entre os estados de Rondônia e Amazonas. A Operação Caraíba IV foi executada entre os dias 28 de julho e 1º de agosto de 2026 e teve como principal objetivo interromper atividades ilegais que ameaçavam uma das mais importantes áreas de preservação ambiental da Amazônia.

As equipes concentraram esforços no combate ao garimpo clandestino de ouro e cassiterita, além de coibir a extração ilegal de madeira, invasões de terras públicas e outras práticas criminosas registradas dentro da unidade de conservação federal.

Para alcançar os pontos de exploração ilegal, os agentes utilizaram aeronaves e informações obtidas por meio de inteligência e monitoramento por imagens de satélite. A estratégia permitiu localizar áreas de difícil acesso onde funcionavam estruturas montadas pelos garimpeiros.

Durante a operação, diversas frentes de garimpo em pleno funcionamento foram desmobilizadas. No local, as equipes encontraram máquinas pesadas, equipamentos de apoio e acampamentos utilizados pelos envolvidos na atividade criminosa.

Entre os materiais inutilizados estão duas escavadeiras hidráulicas, um trator agrícola, 15 motores estacionários, três geradores de energia, além de 23 acampamentos improvisados. Também foram destruídos mais de 10 mil litros de combustível que abasteciam as operações ilegais.

Os agentes ainda apreenderam equipamentos de comunicação e ferramentas empregadas na logística do garimpo clandestino, reforçando o enfraquecimento da estrutura utilizada pelas organizações criminosas que atuavam na região.

Segundo os órgãos envolvidos, a ação provocou um prejuízo estimado em aproximadamente R$ 1,44 milhão aos responsáveis pela exploração ilegal dos recursos naturais no interior do parque.

A destruição dos equipamentos ocorreu no próprio local da operação, conforme previsto na legislação ambiental, devido às dificuldades de transporte e armazenamento dos materiais em uma área remota da Amazônia. Enquanto o ICMBio executou as medidas administrativas, a Polícia Federal atuou na repressão aos crimes ambientais e demais infrações penais identificadas durante a operação.

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Ciclista morre após ser atingido por carro em avenida de Rio Branco; motorista abandona o local do acidente

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Trabalhador seguia para o serviço quando foi atropelado; PM investiga o caso e busca identificar o condutor responsável – Foto: Arquivo pessoal

O auxiliar de serviços gerais José Maria Ferreira de Lima, de 54 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (17) após ser atropelado enquanto pedalava pela Avenida Beija-Flor, em Rio Branco. O acidente ocorreu na via que conecta o bairro Calafate ao loteamento Chácara Ipê, durante o trajeto que a vítima fazia diariamente para chegar ao trabalho.

De acordo com informações da Polícia Militar do Acre, José Maria seguia pelo acostamento da avenida quando foi atingido por um automóvel. Após a colisão, o motorista deixou o local sem prestar qualquer tipo de socorro, o que deverá ser apurado durante a investigação.

A vítima trabalhava em uma empresa terceirizada responsável por prestar serviços à Universidade Federal do Acre (Ufac). Colegas informaram que ele estava a caminho do expediente quando aconteceu o acidente, interrompendo de forma trágica sua rotina de trabalho.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas para atender a ocorrência, porém, ao chegarem ao local, constataram que o trabalhador já não apresentava sinais vitais. Os socorristas verificaram que ele sofreu ferimentos graves incompatíveis com a sobrevivência.

Durante os procedimentos de atendimento, familiares da vítima chegaram ao local e acompanharam o trabalho das equipes de resgate e da polícia. A cena foi isolada para garantir a realização da perícia, que irá auxiliar na identificação das circunstâncias do atropelamento.

Após a conclusão dos levantamentos periciais, o corpo foi recolhido pelo Instituto Médico Legal (IML), onde passará pelos exames de praxe antes de ser liberado à família. O caso será investigado pelas autoridades competentes, que trabalham para localizar o motorista envolvido e esclarecer as circunstâncias do acidente.

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