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Comunidade evangélica acusa prefeito Salatiel Magalhães de privilegiar banda e gerar divisão na Noite Gospel de Rodrigues Alves

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Nota de repúdio denuncia favorecimento da Prefeitura e cobra tratamento igualitário para todos os ministérios de louvor do município

A organização da Noite Gospel promovida pela Prefeitura de Rodrigues Alves se tornou alvo de fortes críticas após integrantes da comunidade evangélica divulgarem uma nota pública de repúdio contra a gestão do prefeito Salatiel Magalhães. O documento (veja abaixo) acusa a administração municipal de adotar critérios considerados injustos ao priorizar apenas uma banda para o evento, deixando de fora outros ministérios de louvor que tradicionalmente participam das celebrações religiosas da cidade.

Segundo a nota, a decisão da Prefeitura provocou indignação entre igrejas e líderes evangélicos, que afirmam não ter havido diálogo nem transparência na definição da programação. Para os organizadores do manifesto, a escolha demonstra tratamento privilegiado a um único grupo, em detrimento de diversos ministérios locais que desenvolvem trabalho religioso há anos.

Os representantes da comunidade afirmam que a Noite Gospel deveria ser um momento de união entre as igrejas, fortalecendo a fé e promovendo a participação coletiva. No entanto, segundo eles, a postura da administração municipal acabou criando um ambiente de insatisfação e divisão entre os próprios cristãos do município.

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Na nota de repúdio, a comunidade também critica o que considera uma política de favorecimento por parte da Prefeitura. O documento afirma que a exclusão dos demais grupos musicais representa um desrespeito aos músicos, cantores e voluntários que dedicam tempo ao trabalho de evangelização e às atividades das igrejas locais.

Outro ponto levantado é que eventos financiados ou organizados pelo poder público devem respeitar os princípios da impessoalidade e da igualdade, garantindo oportunidades para todas as instituições religiosas envolvidas. Para os autores da manifestação, privilegiar apenas um ministério compromete a credibilidade da organização do evento.

A comunidade evangélica cobra que o prefeito Salatiel Magalhães reveja a condução da programação e estabeleça critérios claros para futuras edições da Noite Gospel. A reivindicação é para que todas as igrejas e ministérios de louvor tenham tratamento igualitário, sem distinções ou privilégios.

Os manifestantes afirmam ainda que não permanecerão em silêncio diante da situação e reforçam que o objetivo da nota não é atacar denominações religiosas, mas defender a valorização de todos os grupos cristãos que atuam em Rodrigues Alves. Eles sustentam que a diversidade de ministérios faz parte da história da comunidade evangélica local e merece reconhecimento.

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Ao final do documento, a Comunidade Evangélica de Rodrigues Alves exige respeito, transparência e igualdade de participação nos eventos promovidos pela administração municipal. Até o momento, conforme as informações apresentadas na nota, o prefeito Salatiel Magalhães não havia se manifestado publicamente sobre as acusações de favorecimento na organização da Noite Gospel.

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Prefeito Salatiel vai gastar R$ 61,5 mil com berços e colchões enquanto moradores cobram investimentos em prioridades de Rodrigues Alves

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Contratos da Prefeitura preveem compra de 50 berços e 50 colchões por meio da Secretaria de Educação; despesas somam mais de R$ 60 mil.

A Prefeitura de Rodrigues Alves, comandada pelo prefeito Salatiel Magalhães, vai firmar dois contratos para a aquisição de 50 berços de madeira e 50 colchões de berço, totalizando um gasto de R$ 61,5 mil dos cofres públicos. A decisão tem gerado questionamentos sobre as prioridades da administração municipal, especialmente em um momento em que moradores reclamam da situação de estradas, ramais e da necessidade de investimentos em áreas consideradas essenciais.

De acordo com os contratos administrativos nº 559/2026 e nº 560/2026, a Prefeitura vai desembolsar R$ 46.500 na compra de 50 berços infantis, ao custo unitário de R$ 930. Cada unidade deverá ser confeccionada em madeira de lei, com rodízios, regulagem da altura da esteira do colchão e capacidade mínima para suportar 40 quilos.

Além dos berços, o Município também autorizou a compra de 50 colchões de berço, cada um ao valor de R$ 300, totalizando mais R$ 15 mil. Os colchões deverão possuir densidade mínima D23 e revestimento em material que facilite a higienização, como corvim, bagum ou similar.

Embora a aquisição esteja vinculada à Secretaria Municipal de Educação e utilize recursos previstos na legislação orçamentária, a despesa desperta críticas porque ocorre em um cenário em que a população continua cobrando soluções para problemas estruturais que afetam diretamente milhares de moradores, principalmente na zona rural.

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A comparação entre o investimento nos berços e as demandas apresentadas diariamente pelos moradores tem alimentado o debate sobre o planejamento da gestão municipal. Para muitos, antes de ampliar despesas com materiais permanentes, seria necessário priorizar obras e serviços capazes de melhorar a qualidade de vida da população.

Os contratos mostram ainda que os equipamentos serão entregues de forma parcelada, conforme a necessidade da administração, permanecendo inicialmente sob responsabilidade das empresas contratadas devido à falta de espaço adequado para armazenamento por parte da Prefeitura. Essa informação também chama atenção, pois evidencia limitações estruturais do próprio município.

Os documentos (veja baixo) indicam que a empresa INFOJURUA LTDA foi contratada para fornecer os berços, enquanto a empresa A. G. L. VIGA será responsável pelo fornecimento dos colchões. Ambos os contratos foram celebrados com base no Pregão Presencial nº 22/2025 e na Ata de Registro de Preços nº 62/2026 e nº 63/2026.

Apesar da legalidade formal do procedimento licitatório descrito nos contratos, especialistas em gestão pública costumam destacar que a principal discussão, nesses casos, não se limita ao cumprimento da legislação, mas envolve a definição das prioridades administrativas e a aplicação dos recursos públicos conforme as necessidades mais urgentes da população.

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Para quem enfrenta dificuldades diárias com infraestrutura precária, acesso limitado aos serviços públicos e problemas de mobilidade, o investimento de R$ 61,5 mil em berços e colchões pode parecer distante da realidade vivida pela maioria dos moradores. Essa percepção tende a ampliar o desgaste político da administração, especialmente quando persistem cobranças por melhorias consideradas mais urgentes.

Com a assinatura dos contratos pelo prefeito Salatiel Magalhães, a expectativa agora é que a Prefeitura esclareça a finalidade da aquisição, informe onde os equipamentos serão utilizados e demonstre como esse investimento se insere no planejamento da rede municipal de ensino. Ao mesmo tempo, cresce a pressão para que a gestão também apresente respostas concretas às demandas estruturais que continuam sendo apontadas pela população de Rodrigues Alves.

O 3 de Julho Notícias informa que o espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Rodrigues Alves e do prefeito Salatiel Magalhães. Caso a gestão apresente esclarecimentos sobre a necessidade da aquisição dos berços e colchões, a destinação dos equipamentos ou qualquer outra informação relacionada aos contratos, a matéria será atualizada para garantir o contraditório e o direito de resposta.

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