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Unindo produção à preservação ambiental, Bocalom propõe recuperar matas ciliares e ampliar arborização nas cidades do Acre

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Assessoria – Fazer o Acre crescer não precisa significar escolher entre produção e preservação. A expansão das atividades econômicas pode caminhar ao lado do cuidado com os recursos naturais, desde que o desenvolvimento seja acompanhado de planejamento e medidas de proteção ambiental. É com essa perspectiva que o plano de governo de Tião Bocalom, candidato da Federação PSDB/Cidadania, coloca o meio ambiente entre as prioridades e prevê ações para recuperar matas ciliares e ampliar a arborização urbana em parceria com os municípios.

A proposta prevê programas voltados à recuperação da vegetação às margens de rios e igarapés, áreas importantes para a proteção dos cursos d’água e para a redução de processos de erosão. A recomposição dessas áreas também contribui para preservar a qualidade dos recursos hídricos e diminuir impactos ambientais que podem afetar comunidades rurais e urbanas.

Nas cidades, a ideia é ampliar a arborização dos espaços públicos, utilizando as árvores como aliadas no enfrentamento das altas temperaturas e na melhoria da qualidade ambiental. A presença de áreas verdes também pode tornar praças, ruas e outros espaços de convivência mais agradáveis para a população.

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“É muito triste a gente ver, todos os anos, as nossas cidades sofrendo com alagação e famílias perdendo coisas dentro de casa. Nós precisamos trabalhar antes que o problema aconteça, cuidando dos nossos igarapés, recuperando as matas e melhorando a drenagem. É uma questão de prevenção de respeito com quem vive nessas áreas”, destaca Bocalom.

Trabalho que deu certo

A proposta também dialoga com ações realizadas por Bocalom durante sua gestão à frente da Prefeitura de Rio Branco. Entre as iniciativas estiveram operações de limpeza e recuperação de igarapés, com retirada de lixo e entulhos acumulados nos cursos d’água para melhorar o escoamento e reduzir os impactos das enxurradas sobre a população.

Um dos exemplos foi a Operação de Recuperação do Igarapé São Francisco, que envolveu a remoção mecânica e manual de resíduos acumulados no leito, além da limpeza de afluentes, como o Igarapé Batista. Em pontos onde o acúmulo de lixo dificultava a passagem da água, barcos também foram utilizados para desobstruir o fluxo.

O trabalho fez parte de ações como o programa Recupera Rio Branco, que buscou atuar em diferentes pontos da rede de drenagem da capital. A limpeza dos igarapés é uma medida que, além de contribuir para a conservação dos cursos d’água, tem impacto direto na rotina de moradores que vivem em áreas sujeitas a alagamentos.

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Para Bocalom, experiências como essas mostram que a política ambiental precisa estar ligada ao cotidiano das pessoas e ao planejamento das cidades: “Nós podemos fazer o Acre crescer e aumentar a nossa produção, mas precisamos fazer isso cuidando do nosso meio ambiente. Não existe desenvolvimento de verdade se a gente não cuidar dos rios e dos igarapés. É por isso que nós queremos recuperar as matas ciliares e trabalhar junto com as prefeituras para deixar os municípios mais protegidos e também mais arborizados.”

Com as medidas previstas no plano, a proposta é levar essa atuação para os municípios, combinando recuperação ambiental, prevenção de impactos e melhoria dos espaços urbanos. A estratégia busca fazer da preservação uma parte do próprio processo de desenvolvimento do Acre.

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Denúncia no Pardal cita Coronel Ulysses por suposto pedido de voto dentro de igreja em Rio Branco; caso pode parar no TRE-AC

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Juiz da 9ª Zona Eleitoral não analisou se houve irregularidade e reconheceu falta de competência para julgar acusação envolvendo o deputado – Foto: Reprodução/ redes sociais

Um culto religioso realizado em Rio Branco entrou no radar da Justiça Eleitoral após uma denúncia registrada no aplicativo Pardal mencionar o candidato a deputado federal Coronel Ulysses. De acordo com o relato apresentado pelo denunciante, o parlamentar teria feito pedido de voto durante uma programação da Igreja Nação Forte (Church), na noite de 13 de setembro, na Avenida Sobral, bairro Ayrton Sena. A acusação, porém, ainda não teve seu mérito analisado pela Justiça Eleitoral.

O registro da suposta irregularidade foi formalizado no dia 14 de setembro e inicialmente encaminhado à 9ª Zona Eleitoral de Rio Branco. Fotografias e um vídeo foram anexados pelo denunciante como elementos para sustentar o relato. A existência desses materiais, entretanto, não significa que a acusação tenha sido confirmada pela Justiça.

Em decisão publicada nesta quarta-feira (16), o juiz eleitoral Gustavo Sirena não decidiu se Coronel Ulysses pediu ou não votos durante o evento religioso. O magistrado concentrou sua análise exclusivamente em uma questão processual: qual órgão da Justiça Eleitoral possui competência para examinar uma denúncia envolvendo candidato a deputado federal.

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Ao examinar a competência, o magistrado considerou que a denúncia está relacionada às Eleições Gerais de 2026 e envolve candidatura cujo território eleitoral corresponde ao Estado do Acre. Com base na legislação eleitoral e nas normas do Tribunal Superior Eleitoral, o entendimento foi de que eventual representação dessa natureza deve tramitar perante o Tribunal Regional Eleitoral do Acre, e não na primeira instância eleitoral.

Diante desse entendimento, Gustavo Sirena reconheceu de ofício a incompetência absoluta da 9ª Zona Eleitoral para processar e julgar a notícia de irregularidade. Os autos serão encaminhados ao Ministério Público Eleitoral que atua perante a própria zona, que terá cinco dias para avaliar se é pertinente remeter o material à Procuradoria Regional Eleitoral, responsável pela atuação do Ministério Público perante o TRE-AC.

Depois dessa providência, o procedimento deverá ser arquivado na 9ª Zona Eleitoral. As três fotografias e o vídeo apresentados na denúncia permanecem anexados e poderão integrar uma eventual apuração em instância competente. Até o momento descrito na decisão, não houve julgamento sobre a veracidade da acusação nem conclusão de que Coronel Ulysses tenha cometido irregularidade eleitoral.

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