Política
Joabe Lira leva demandas de pacientes com lúpus ao Ministério Público e busca avanços no atendimento em Rio Branco
Política

(Assessoria) – O presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, vereador Joabe Lira (União Brasil), usou a tribuna nesta terça-feira (15) para destacar os encaminhamentos de uma audiência pública realizada na última sexta-feira, que discutiu as dificuldades enfrentadas por pessoas com lúpus e outras doenças autoimunes na capital.
Segundo Joabe, a audiência reuniu representantes do Ministério Público, da Secretaria Municipal de Saúde, da Defensoria Pública, da Fundação dos Palácios e integrantes da Associação dos Portadores de Lúpus do Estado do Acre. Também participaram os vereadores Joabe Lira e Matheus Paiva.
Entre os principais problemas apresentados estão as dificuldades para obter diagnóstico, acesso a medicamentos, acompanhamento médico especializado e continuidade do tratamento.
Como encaminhamento, o presidente informou que será realizada uma nova reunião junto ao Ministério Público para buscar soluções concretas para as demandas apresentadas durante a audiência. Uma das propostas é a criação de uma unidade de referência em Rio Branco para atendimento de pacientes com lúpus e outras doenças autoimunes.“Ficamos felizes porque essa audiência, com certeza, vai trazer soluções para esse problema que afeta essas pessoas”, afirmou Joabe.
Revitalização de quadra
Durante o pronunciamento, o vereador também levou à tribuna uma reivindicação de moradores do bairro Mascarenhas de Moraes, que solicitaram a manutenção e revitalização da quadra esportiva da comunidade.
Segundo Joabe, a demanda foi apresentada por moradores antigos do bairro, entre eles o esportista Leopoldo. O parlamentar destacou que o espaço é importante para a comunidade e necessita de melhorias.“Essa quadra também precisa urgentemente de uma revitalização. Foi isso que nós estivemos reivindicando nesta manhã”, declarou.
Política
Denúncia no Pardal cita Coronel Ulysses por suposto pedido de voto dentro de igreja em Rio Branco; caso pode parar no TRE-AC

Juiz da 9ª Zona Eleitoral não analisou se houve irregularidade e reconheceu falta de competência para julgar acusação envolvendo o deputado – Foto: Reprodução/ redes sociais
Um culto religioso realizado em Rio Branco entrou no radar da Justiça Eleitoral após uma denúncia registrada no aplicativo Pardal mencionar o candidato a deputado federal Coronel Ulysses. De acordo com o relato apresentado pelo denunciante, o parlamentar teria feito pedido de voto durante uma programação da Igreja Nação Forte (Church), na noite de 13 de setembro, na Avenida Sobral, bairro Ayrton Sena. A acusação, porém, ainda não teve seu mérito analisado pela Justiça Eleitoral.
O registro da suposta irregularidade foi formalizado no dia 14 de setembro e inicialmente encaminhado à 9ª Zona Eleitoral de Rio Branco. Fotografias e um vídeo foram anexados pelo denunciante como elementos para sustentar o relato. A existência desses materiais, entretanto, não significa que a acusação tenha sido confirmada pela Justiça.
Em decisão publicada nesta quarta-feira (16), o juiz eleitoral Gustavo Sirena não decidiu se Coronel Ulysses pediu ou não votos durante o evento religioso. O magistrado concentrou sua análise exclusivamente em uma questão processual: qual órgão da Justiça Eleitoral possui competência para examinar uma denúncia envolvendo candidato a deputado federal.
Ao examinar a competência, o magistrado considerou que a denúncia está relacionada às Eleições Gerais de 2026 e envolve candidatura cujo território eleitoral corresponde ao Estado do Acre. Com base na legislação eleitoral e nas normas do Tribunal Superior Eleitoral, o entendimento foi de que eventual representação dessa natureza deve tramitar perante o Tribunal Regional Eleitoral do Acre, e não na primeira instância eleitoral.
Diante desse entendimento, Gustavo Sirena reconheceu de ofício a incompetência absoluta da 9ª Zona Eleitoral para processar e julgar a notícia de irregularidade. Os autos serão encaminhados ao Ministério Público Eleitoral que atua perante a própria zona, que terá cinco dias para avaliar se é pertinente remeter o material à Procuradoria Regional Eleitoral, responsável pela atuação do Ministério Público perante o TRE-AC.
Depois dessa providência, o procedimento deverá ser arquivado na 9ª Zona Eleitoral. As três fotografias e o vídeo apresentados na denúncia permanecem anexados e poderão integrar uma eventual apuração em instância competente. Até o momento descrito na decisão, não houve julgamento sobre a veracidade da acusação nem conclusão de que Coronel Ulysses tenha cometido irregularidade eleitoral.
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