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Incêndio de grandes proporções destrói loja, atinge residência e mata cadela na Vila Evo Morales, em Plácido

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Guarnições de Rio Branco e Senador Guiomard foram mobilizadas para reforçar a operação em comunidade vizinha a Plácido de Castro.

Um incêndio de grandes proporções provocou momentos de tensão neste domingo (30), na Vila Evo Morales, em território boliviano, na região de fronteira com o município de Plácido de Castro, no interior do Acre. O fogo destruiu uma loja de roupas, atingiu parte de uma residência e causou a morte de uma cadela de estimação.

Segundo relatos de moradores da região, as chamas teriam começado em uma loja de confecções e se espalhado rapidamente. A intensidade do incêndio fez com que o fogo alcançasse a cozinha de uma residência próxima, pertencente a um homem identificado como Marcelo.

Durante a ocorrência, uma cadela que pertencia à família ficou no local atingido e não resistiu. Além da perda do animal, o incêndio deixou prejuízos materiais significativos, principalmente no estabelecimento comercial onde as chamas teriam começado.

A proporção do fogo mobilizou moradores e equipes de emergência. Diante da gravidade da situação e da proximidade com o território acreano, a governadora Mailza Assis determinou o envio de equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Acre para auxiliar no combate às chamas.

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Guarnições de Rio Branco e Senador Guiomard foram mobilizadas para reforçar a operação na Vila Evo Morales. A orientação foi disponibilizar a estrutura necessária para colaborar com o controle do incêndio e reduzir o risco de o fogo alcançar outros imóveis.

A atuação dos militares acreanos ganhou reconhecimento entre moradores e trabalhadores bolivianos. Durante a mobilização, um grupo registrou em vídeo um agradecimento ao Corpo de Bombeiros do Acre pelo auxílio prestado no momento de emergência.

A ocorrência também evidenciou a relação de cooperação existente entre as comunidades que vivem dos dois lados da fronteira. Plácido de Castro e as localidades bolivianas vizinhas mantêm fortes vínculos comerciais, sociais e familiares, o que torna a colaboração especialmente importante em situações de emergência.

Até o momento, não foram informadas oficialmente as causas do incêndio nem uma estimativa do valor dos prejuízos materiais. As informações iniciais apontam que a loja foi destruída e que parte da residência vizinha acabou atingida pelas chamas.

Veja o vídeo:

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Homem de 36 anos é encontrado morto no quintal de residência no Segundo Distrito de Rio Branco

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Vizinhos acionaram o Samu após encontrarem Mário do Nascimento de Freitas caído; causa da morte será confirmada por exame do IML – Foto: Aline Nascimento

A morte de Mário do Nascimento de Freitas, de 36 anos, mobilizou equipes de emergência e forças de segurança, no bairro Recanto dos Buritis, Segundo Distrito de Rio Branco. Ele foi encontrado caído no quintal da casa onde morava, localizada na Travessa Osvaldo Coelho.

A situação foi percebida por moradores da região. De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, um vizinho encontrou o celular de Mário tocando no quintal e, ao verificar o local, percebeu que o homem estava caído. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado imediatamente.

Uma equipe de suporte básico do Samu iniciou os procedimentos de reanimação e permaneceu por mais de 40 minutos tentando restabelecer os sinais vitais da vítima. Apesar dos esforços realizados pelos profissionais, Mário não reagiu e a morte foi confirmada ainda no local.

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Segundo o delegado Marcus Cabral, a avaliação inicial não identificou sinais aparentes de violência no corpo. A Polícia Civil também recebeu informações de que Mário enfrentava problemas cardíacos e já havia passado por internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco alguns meses antes.

Após a confirmação da morte, policiais militares do 2º Batalhão fizeram o isolamento da área para preservar o local até a chegada da perícia. Concluídos os procedimentos, o corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará pelos exames necessários para esclarecer o que provocou o óbito.

O caso ficará sob investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Embora as informações preliminares apontem para a possibilidade de morte por causas naturais, a conclusão dependerá do exame cadavérico. A previsão é que o IML apresente o resultado indicando oficialmente a causa da morte em até dez dias.

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