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Trabalho do Incra no PA Riozinho garante avanços históricos e leva esperança para centenas de famílias, diz Márcio Alecio

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Mutirão realizado pelo Incra, em parceria com o INSS e o Governo Federal, levou atendimento e avanços na regularização fundiária.

O articulador nacional da Presidência do Incra, Márcio Alecio, comemorou os avanços considerados históricos alcançados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária no Projeto de Assentamento Riozinho, localizado em Sena Madureira. O mutirão, realizado nos dias 27 e 28 de abril, levou atendimento a cerca de 600 famílias da zona rural.

A ação aconteceu em parceria com o INSS e contou com apoio do Governo Federal, representando um importante passo para a regularização fundiária da comunidade. A iniciativa ajudou a destravar demandas antigas e abriu uma nova perspectiva para aproximadamente 400 famílias do assentamento.

Segundo o Incra, a mudança de modalidade do assentamento foi fundamental para acelerar o processo de regularização fundiária, possibilitando ampliar o acesso ao crédito rural e garantindo inclusão dos produtores em políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar.

Márcio Alecio destacou que o avanço é resultado de diálogo, união e compromisso coletivo entre moradores, lideranças comunitárias e a equipe técnica do Incra. Para ele, o momento simboliza uma conquista histórica para as famílias da região.

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“Quero agradecer profundamente a cada morador, às lideranças comunitárias e à equipe técnica do Incra pelo empenho, confiança e dedicação. Esse avanço só foi possível porque houve diálogo, compromisso e muito trabalho coletivo. A mudança de modalidade foi decisiva para destravar esse processo histórico de regularização”, afirmou.

O articulador nacional ressaltou ainda que os trabalhos continuam e que novos desafios deverão ser enfrentados nos próximos meses, incluindo demarcação das áreas, regularização ambiental, titulação definitiva, melhorias de infraestrutura e ampliação do acesso às políticas públicas.

Para os moradores do PA Riozinho, a ação representa a realização de um sonho antigo. Além dos serviços de regularização fundiária, o mutirão também reuniu atendimentos essenciais voltados ao fortalecimento da cidadania no campo e à melhoria das condições de vida das famílias assentadas.

De acordo com o Incra, o trabalho faz parte da estratégia do Governo Federal para fortalecer a reforma agrária e incentivar o desenvolvimento rural sustentável, promovendo mais direitos, segurança jurídica e oportunidades para os produtores rurais do Acre.

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Produtores rurais denunciam abandono em ramais de Bujari e desmentem prefeito Padeiro sobre máquinas em atoleiros

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Moradores afirmam que pagaram máquina particular e óleo diesel do próprio bolso para recuperar trecho intrafegável no Ramal do Cedro.

Produtores rurais da região da Linha Nova, no município de Bujari, denunciaram o abandono dos ramais por parte da gestão do prefeito Padeiro após enfrentarem dificuldades para retirar veículos atolados no Ramal do Cedro. Segundo os moradores, a situação chegou ao limite e a própria comunidade precisou se unir para pagar máquina particular e comprar óleo diesel para tentar recuperar o trecho intrafegável.

De acordo com os produtores, a revolta aumentou após declarações do prefeito afirmando que a máquina utilizada nos trabalhos seria da prefeitura. Os moradores, no entanto, contestam a versão apresentada pela gestão municipal e garantem que todo o serviço foi custeado pelos próprios trabalhadores rurais da região.

A situação dos ramais tem causado prejuízos diretos aos produtores, que relatam dificuldades para escoar a produção agrícola, transportar mercadorias e até garantir o deslocamento de famílias que dependem diariamente das estradas vicinais. Em alguns pontos do Ramal do Cedro, veículos chegaram a ficar presos por horas devido aos grandes atoleiros.

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Moradores afirmam que o sentimento é de abandono e cobram mais transparência da Prefeitura de Bujari sobre a real situação da manutenção dos ramais. Para eles, a gestão municipal tenta passar uma imagem diferente da realidade enfrentada pelos produtores que vivem na zona rural.

“Quem está salvando o ramal somos nós mesmos. A prefeitura não apareceu para resolver o problema e ainda querem dizer que a máquina era do município”, relatou um produtor da região indignado com a situação enfrentada pelos moradores da Linha Nova.

A denúncia ganhou repercussão entre os agricultores da região, que pedem providências urgentes para recuperação dos ramais antes que a situação fique ainda mais crítica durante o período de inverno amazônico. Os produtores também cobram que o prefeito fale a verdade sobre a origem da máquina utilizada nos trabalhos emergenciais.

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