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Ameaça dentro de escola em Cruzeiro do Sul termina com prisão e liberação após acordo entre envolvidas

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Mulher acusada de intimidar merendeira com ameaça de faca foi detida, mas acabou liberada após desistência da vítima em levar o caso adiante – Foto: Divulgação

Uma ocorrência registrada dentro de uma unidade de ensino no centro de Cruzeiro do Sul acendeu o alerta para a segurança em ambientes escolares. Uma mulher de 41 anos foi detida após ameaçar uma merendeira de 35 anos, gerando tensão entre funcionários e mobilizando a Polícia Militar.

De acordo com informações repassadas pelas autoridades, a situação ocorreu no fim da tarde, quando equipes foram acionadas para atender uma denúncia de ameaça nas dependências da escola. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima já em contato com outra guarnição que realizava patrulhamento na região.

Segundo o relato da funcionária, a suspeita teria ido até o local e feito ameaças diretas, afirmando que aguardaria o término do expediente para atacá-la com uma faca. O episódio causou medo e preocupação, principalmente por ter ocorrido em um ambiente frequentado por estudantes.

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As investigações apontam que o desentendimento entre as duas teria origem em um vínculo profissional anterior. Ambas trabalharam juntas em um restaurante da cidade, e, após a demissão da suspeita, ela passou a responsabilizar a merendeira pela perda do emprego.

A mulher foi conduzida à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Criança e Adolescente (Deam), onde o caso foi formalmente registrado. No entanto, durante os procedimentos, a vítima optou por não dar continuidade à representação criminal.

Após diálogo entre as partes e assinatura de um termo, a suspeita acabou sendo liberada. Em depoimento, ela negou ter feito ameaças e afirmou que apenas pretendia conversar com a ex-colega.

Durante a abordagem policial, nenhum objeto cortante foi encontrado com a suspeita. Na mochila que ela carregava, havia apenas itens pessoais, o que também foi considerado na condução do caso.

Apesar do desfecho sem prisão prolongada, o episódio levanta questionamentos sobre a segurança em escolas e a necessidade de medidas preventivas para evitar que conflitos externos cheguem ao ambiente educacional.

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Falha na fiação de bomba d’água provoca morte de trabalhador na zona rural de Bujari

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Acidente no Ramal Copaíba, em Bujari, expõe riscos comuns no manuseio de equipamentos elétricos em zonas rurais – Foto: Aline Nascimento

Um homem identificado como Wanderli Ferreira do Nascimento, de 48 anos, morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto realizava a manutenção de uma bomba d’água em uma chácara localizada no Ramal Copaíba, no município de Bujari, interior do Acre. O caso ocorreu na última quinta-feira (9) e gerou comoção entre moradores da região.

De acordo com informações da Polícia Militar do Acre, a vítima foi encontrada caída próxima a uma vertente de água, em uma área molhada, o que pode ter contribuído para a gravidade do acidente. Ao chegarem no local, os policiais constataram que o homem já não apresentava sinais vitais.

As primeiras análises apontam que a fiação da bomba, do tipo conhecido como “mergulhão”, estava em condições precárias, com partes descascadas, o que teria provocado a descarga elétrica fatal durante o manuseio do equipamento.

O corpo foi localizado por uma moradora que passava pelo local e acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No entanto, devido às dificuldades de acesso no ramal, uma caminhonete da prefeitura foi utilizada na tentativa de socorro, mas a vítima já estava morta quando a equipe chegou.

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Segundo o secretário adjunto de Saúde do município, Joanderson Pereira Lima, a pasta deu suporte à ocorrência, auxiliando no deslocamento das equipes até a área do acidente. Após os procedimentos no local, o corpo foi removido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os devidos exames.

O caso reforça o alerta sobre os perigos envolvendo instalações elétricas em ambientes úmidos, especialmente na zona rural. Especialistas recomendam evitar improvisos, não manusear equipamentos com o corpo molhado e sempre buscar profissionais qualificados para realizar reparos, a fim de prevenir acidentes graves como este.

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