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Maria Antônia e Dêda Amorim lamentam morte de Rogério Pontes e destacam legado de amizade e dedicação ao serviço público

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A deputada estadual Maria Antônia e seu esposo, Dêda Amorim, manifestaram profundo pesar pela morte de Rogério Pontes, ex-vereador e ex-presidente da Câmara Municipal de Brasiléia. Em mensagem emocionada, o casal destacou a amizade construída ao longo dos anos e a importante contribuição deixada por Rogério para a vida pública do município.

Segundo Maria Antônia, a partida de Rogério Pontes representa uma perda irreparável para familiares, amigos e para toda a população de Brasiléia. Ela ressaltou que o ex-parlamentar era reconhecido pela simplicidade, generosidade e dedicação às causas da comunidade, qualidades que marcaram sua trajetória política e pessoal.

A deputada lembrou ainda que Rogério foi um companheiro de caminhada em diversos momentos importantes de sua vida pública, construindo uma relação de respeito, confiança e amizade que ultrapassou os limites da política. Para ela, sua presença sempre foi sinônimo de lealdade, compromisso e apoio nos momentos mais significativos.

Dêda Amorim também destacou a importância de Rogério Pontes para a história política de Brasiléia. De acordo com ele, o ex-vereador deixa um legado de trabalho e dedicação ao município, além de uma história marcada pelo compromisso com a população e pelo respeito conquistado ao longo dos anos.

O casal afirmou que, neste momento de dor, se une aos familiares e amigos de Rogério Pontes, desejando força e conforto para enfrentar a perda. Maria Antônia ressaltou que nenhuma palavra é capaz de amenizar a saudade deixada por alguém tão querido, mas destacou que as boas lembranças e os ensinamentos permanecerão vivos na memória de todos.

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Ao prestar sua homenagem, Maria Antônia e Dêda Amorim afirmaram que Rogério Pontes será lembrado não apenas pelo homem público que foi, mas também pelo amigo leal e ser humano generoso que conquistou o carinho e a admiração de inúmeras pessoas. Seu legado, segundo o casal, continuará presente na história de Brasiléia e no coração daqueles que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Conheça a trajetória política de Rogério Pontes

Rogério Pontes se candidatou a vereador no município de Brasiléia pela primeira vez em 1996, Rogério Pontes se candidatou pelo PMDB onde tirou 152 votos, se tornando o segundo suplente; em 2004, Rogério Pontes se candidatou pelo PSB onde tirou 231 votos, se tornando o terceiro suplente e em 2012, Rogério se candidatou pelo PMDB novamente onde tirou 290 votos, se tornando o primeiro suplente.

Após todas essas tentativas frustradas Rogério Não desistiu e nunca havia conseguido concretizar o sonho de ser parlamentar por quatro anos.

Na eleição de 2012, Rogério que ficou como primeiro suplente, assumiu por 1 ano e 23 dias, onde tomou posse no dia 12 de fevereiro de 2015 e deixou o cargo no dia 1 de Abril de 2016. Rogério assumiu após o afastamento do vereador Naldo Rufino que abriu mão de ser vereador para assumir a secretaria de obras.

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Já nas eleições de 2016, finalmente Rogério Pontes foi eleito com exatamente 856 votos válidos, um marco histórico nunca alcançado (até os dias de hoje) por outros candidato a vereador.

Em toda a história política do município de Brasiléia, nunca se tinha ouvido falar que um candidato a vereador conseguiu se eleger com mais de oitocentos votos válidos, mas nesta eleição de 2016 o candidato eleito Rogério Pontes (PMDB) mostrou que com humildade também se ganha eleição.

Nas eleições de 2020, Rogério Pontes que já fazia parte do grupo político da deputada estadual Maria Antônia e do ex-prefeito Dêda, se reelegeu pelo PROS com 3,76%, o que totalizaram 493 votos.

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Com atuação de Socorro Neri, Câmara avança em projeto que garante mais verbas para a saúde dos estados da Amazônia

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Proposta aprovada na Câmara busca corrigir desigualdades e garantir mais investimentos para populações de áreas remotas da Amazônia.

A Comissão da Amazônia e dos Povos Originários e Tradicionais da Câmara dos Deputados deu um importante passo para fortalecer a saúde pública na Região Norte ao aprovar uma proposta que cria o chamado Fator Amazônico. A medida pretende ampliar a participação dos estados amazônicos na distribuição de recursos federais destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), levando em consideração as dificuldades específicas enfrentadas pela população que vive em áreas de difícil acesso.

A proposta recebeu parecer favorável da deputada federal Socorro Neri, que apresentou um texto substitutivo ao projeto original. A parlamentar acreana defendeu critérios mais claros e técnicos para garantir que os repasses federais reflitam a realidade dos municípios amazônicos, onde o deslocamento de pacientes e equipes de saúde muitas vezes depende de embarcações, aeronaves e longas viagens por rios.

O novo texto estabelece que fatores como extensão territorial, isolamento geográfico, dispersão populacional, condições socioeconômicas e desafios epidemiológicos sejam considerados no cálculo dos recursos extras. Segundo Socorro Neri, a iniciativa busca corrigir distorções históricas que acabam penalizando estados e municípios que enfrentam custos operacionais muito superiores aos de outras regiões do país.

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Entre os principais beneficiários da proposta estão povos indígenas, comunidades ribeirinhas e populações tradicionais que vivem em localidades remotas da Amazônia. O projeto reconhece que essas comunidades necessitam de políticas públicas diferenciadas para garantir acesso adequado aos serviços de saúde.

Outro ponto previsto é a atualização periódica dos critérios utilizados para definir os valores adicionais. A revisão deverá ocorrer a cada quatro anos, permitindo que os indicadores acompanhem as transformações sociais, econômicas e demográficas da região, mantendo a efetividade do mecanismo de financiamento.

A proposta também prevê transparência na aplicação dos recursos, exigindo que a metodologia de cálculo seja baseada em estudos técnicos e amplamente divulgada. Após a aprovação na comissão, o texto seguirá para análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça antes de ser votado pelo plenário da Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado pelos parlamentares e pelo Senado Federal, o Fator Amazônico passará a integrar a legislação nacional de financiamento da saúde pública.

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