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Após chuva extrema, Prefeitura de Brasiléia atua para reduzir impactos e garantir acesso da população

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Chuva torrencial surpreende Brasiléia e causa transtornos em bairros e zona rural – Foto: Assessoria/ Secom

O volume de águas da chuva causou transtornos em residências, ruas e ramais deixando a população preocupada, já que a previsão anunciada pela Defesa Civil municipal era de que a evolução das águas acontecesse no inicio de fevereiro e em apenas um dia superou muito acima da média, alcançando mais de 112 milímetros de água repentina.

O cenário foi ficando desolador desde as 09h da manhã, com ruas e residências tomadas pela enxurrada, já que o sistema de drenagem nas ruas são antigos pra o volume de águas em grande volume. “ Infelizmente a infraestrutura, não só urbana, mas rural, é antiga e muitos bueiros estão causando entupimentos e a gente não consegue nem fazer a manutenção. Outro fator é que os bairros foram crescendo, as pessoas foram comprando terrenos e aterrando desordenadamente, e nessas ocasiões de chuva, a agua precisa dar vazão, infelizmente a rua é o local mais baixo e as a´guas correm para lá”, disse o prefeito Carlinhos do Pelado.

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O gestor reforçou que o volume de chuva, além de inesperada foi acima do que era aguardado pela equipe de monitoramento, mas a prefeitura tem atuado de forma presencial para que a população tenha segurança em chegar até suas residências.

O secretário Josué Elias acompanha de perto a situação antes, durante e depois dos incidentes, sua equipe já está fazendo levantamento dos transtornos, de imediato se sabe que muitos ramais foram afetados, alguns apartados e três pontes chegaram a ser destruídas com a força das águas, e a determinação do prefeito é que no menos espaço de tempo possível os problemas sejam resolvidos ou amenizados.

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Prefeitura de Cruzeiro do Sul decreta Situação de Emergência nível II após cheia do Rio Juruá

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(Assessoria) – O prefeito Zequinha Lima assinou o Decreto nº 035/2026, que declara Situação de Emergência – nível II nas áreas de Cruzeiro do Sul afetadas pela cheia do Rio Juruá. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) nesta segunda-feira, 26.

A medida foi adotada após as chuvas intensas elevarem o nível do rio acima da cota de transbordamento, de 13 metros, provocando alagamentos em bairros urbanos e comunidades ribeirinhas. Depois de alcançar 11,80 metros, que é a cota de alerta no município, no domingo (25), o rio Juruá voltou a subir e, nesta segunda-feira (26), atingiu 11,89 metros.

Segundo a Defesa Civil Municipal, cerca de 1.650 famílias, o equivalente a aproximadamente 6.600 pessoas foram afetadas. A Prefeitura disponibilizou quatro escolas municipais para funcionarem como abrigos, caso seja necessária a retirada de moradores das áreas de risco.

O decreto reconhece que a situação compromete a normalidade do município, afetando serviços essenciais como transporte, saúde pública e segurança, além de superar a capacidade financeira do poder público local para responder isoladamente aos prejuízos. Com isso, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais, sob coordenação da Defesa Civil, para ações de resposta, assistência às famílias, recuperação das áreas atingidas e reconstrução.

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Entre as localidades afetadas estão os bairros Várzea, Lagoa, Beira Rio, São Salvador, Saboeiro, Manoel Terças, Cobal, Remanso e Miritizal, além das comunidades Olivença, Humaitá do Môa, Praia Grande, Tapiri, Boca do Môa, Tatajuba, Mujú, Uruburetama, Nova Aliança, Lagoinha, Liberdade, Juruá-Mirim e Valparaíso, incluindo toda a extensão ribeirinha do Rio Juruá.

O decreto também autoriza a dispensa de licitação para aquisição de bens, contratação de serviços e execução de obras emergenciais relacionadas ao desastre, desde que concluídas no prazo máximo de 180 dias, sem possibilidade de prorrogação. A Situação de Emergência terá validade de 180 dias, podendo ser reavaliada conforme a evolução do cenário.

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