Polícia
Suspeitos do Acre, donos de loja de celulares, são presos na Paraíba com 150 aparelhos roubados
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PM localiza casa com mais de 150 celulares roubados de carga do Magazine Luiza e detém dois suspeitos na Paraíba –
A Polícia Militar chegou a um imóvel na Paraíba onde estavam dois homens e uma grande quantidade de aparelhos celulares, totalizando mais de 150 itens, que seriam oriundos de um roubo de carga relacionado ao Magazine Luiza.
De acordo com as informações repassadas durante a ocorrência, o roubo da carga teria acontecido na cidade de Bezerros, no estado de Pernambuco, e os aparelhos teriam sido levados para a Paraíba, onde parte do material acabou sendo localizada.
Os detidos afirmaram que são do Acre e que estavam na Paraíba “apenas para comprar” a carga. A declaração, no entanto, levantou ainda mais suspeitas sobre a origem e o caminho percorrido pelos produtos até chegarem ao local onde foram encontrados.
Ainda segundo o relato, os suspeitos possuíam uma loja de aparelhos telefônicos no Acre, o que aumenta a preocupação das autoridades com a possível existência de um esquema de compra e revenda de celulares roubados, com destino a outros estados.
A investigação também considera a hipótese de atuação de uma quadrilha organizada, já que o caso envolve, no mínimo, três estados: o roubo em Pernambuco, a negociação ou circulação na Paraíba e a ligação dos suspeitos com o Acre.
Uma das linhas apuradas é que o grupo responsável pelo roubo possa ser de Pernambuco e tenha usado rotas de transporte para “esquentar” e distribuir os produtos, mas também não está descartada a participação de criminosos de outras regiões, inclusive da própria Paraíba.
A ocorrência reforça o desafio das forças de segurança em crimes patrimoniais com alcance interestadual, onde a logística e a rápida circulação de mercadorias dificultam a identificação dos autores e a recuperação total dos itens.
Os aparelhos apreendidos devem passar por conferência e procedimentos de identificação para rastreio, enquanto o caso segue sob apuração para esclarecer a origem exata do material, identificar outros envolvidos e definir a responsabilidade criminal dos detidos.
Veja o vídeo:
A Polícia Militar chegou a um imóvel na Paraíba onde estavam dois homens e uma grande quantidade de aparelhos celulares, totalizando mais de 150 itens, que seriam oriundos de um roubo de carga relacionado ao Magazine Luiza. pic.twitter.com/VKJNDiGVzl
— 3 de Julho Notícias (@3dejulhonoticia) January 27, 2026
Polícia
Polícia Federal investiga servidor da Funai por suspeita de desviar benefícios de indígenas em Feijó

Operação da PF apura retenção de cartões e possível fraude contra comunidades indígenas do Alto Rio Envira – Foto: Reprodução
A Polícia Federal deflagrou uma operação no município de Feijó, para investigar um suposto esquema de desvio de benefícios sociais destinados a povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A ação, batizada de “Tutela Originária”, resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e na aplicação de medidas cautelares contra um servidor indígena ligado à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
De acordo com as investigações, o suspeito teria se aproveitado da confiança de integrantes das comunidades indígenas da região do Alto Rio Envira para ficar com cartões bancários, documentos pessoais e outros dados dos beneficiários. A justificativa apresentada seria a de auxiliar os indígenas no acesso a programas assistenciais e serviços burocráticos.
Segundo a Polícia Federal, durante a apuração surgiram indícios de que parte do dinheiro retirado das contas dos beneficiários não era repassada integralmente às famílias indígenas. O caso levanta suspeitas de prejuízos financeiros e exploração da vulnerabilidade social enfrentada por moradores das aldeias da região.
A Justiça Federal autorizou três mandados de busca e apreensão em Feijó. Além disso, o investigado foi submetido ao uso de tornozeleira eletrônica e está proibido de frequentar unidades da Funai no município. Ele também não poderá entrar em terras indígenas enquanto durar a investigação.
A PF informou ainda que o inquérito continua em andamento para identificar se outras pessoas participaram do esquema. Os investigadores trabalham para rastrear movimentações financeiras e analisar materiais recolhidos durante a operação.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder por crimes como estelionato, retenção ilegal de documentos, furto qualificado mediante abuso de confiança e apropriação de benefícios destinados a pessoas vulneráveis. A operação reforça o alerta sobre a necessidade de fiscalização no acesso a programas sociais em áreas indígenas do Acre.
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