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“Paciente em UTI precisa ser cuidado por inteiro”, destaca Michelle Melo ao defender presença de odontólogos nas unidades intensivas

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Michelle reforça que a assistência aos pacientes internados precisa ser completa, integrada e voltada para todas as necessidades de quem está em estado delicado – Foto: Assessoria

Quando um paciente precisa de atendimento em uma Unidade de Terapia Intensiva, cada cuidado pode fazer diferença na recuperação. Para a médica e deputada estadual Dra. Michelle Melo (União), esse olhar precisa ser completo e considerar todas as necessidades de quem enfrenta um momento delicado de saúde.

Entre as pautas defendidas pela parlamentar está a presença de profissionais de odontologia nas UTIs, fortalecendo a assistência e garantindo um cuidado mais integrado aos pacientes internados.

“Paciente em UTI precisa ser cuidado por inteiro. Quando alguém está internado, muitas vezes sem condições de realizar sozinho os cuidados mais básicos, precisamos de uma equipe preparada para olhar para cada necessidade daquela pessoa. Saúde bucal também é saúde”, destacou Dra. Michelle.

Com experiência de atuação no SUS, Dra. Michelle conhece de perto a rotina hospitalar e a importância da integração entre diferentes profissionais no atendimento aos pacientes.

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Para a deputada, uma saúde pública eficiente não pode ser construída a partir de atendimentos isolados. Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, odontólogos, farmacêuticos e demais profissionais precisam atuar de forma conjunta para oferecer mais segurança, prevenção e qualidade na assistência.

“Eu já estive na ponta, dentro do hospital, cuidando de pacientes e trabalhando ao lado de diferentes profissionais. Sei que ninguém cuida sozinho. Quanto mais completa e preparada for a equipe, melhores são as condições para oferecer ao paciente o atendimento que ele precisa”, afirmou.

Michelle destaca ainda que pensar na qualidade do atendimento hospitalar significa enxergar a pessoa para além da doença ou do diagnóstico.

“Quando olho para alguém em um leito, não vejo apenas um paciente ou um número. Vejo uma pessoa, uma família esperando e alguém que precisa receber todo o cuidado possível para voltar para casa. É esse olhar que a saúde precisa ter”, reforçou.

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Após revelações envolvendo Moraes e Vorcaro, Alan Rick exige resposta do Senado e cobra avanço dos pedidos de impeachment

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Senador cobra análise dos pedidos de impeachment no plenário do Senado – Foto: Assessoria

O senador Alan Rick (Republicanos-AC) cobrou a análise imediata dos pedidos de impeachment apresentados contra o ministro Alexandre de Moraes. Em pronunciamento no plenário, afirmou que as revelações envolvendo o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro exigem uma resposta do Senado.

Alan Rick citou o relatório da Polícia Federal produzido a partir do celular apreendido com Vorcaro. O documento reúne mensagens e registros de encontros, além de indícios relacionados a um contrato milionário entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa de Moraes.

Entre os episódios mencionados está a mensagem na qual Vorcaro, poucos dias antes de ser preso, pergunta ao contato atribuído ao ministro se já deveria estar fora do país.

“Não se trata de uma ilação lançada nas redes sociais. São elementos reunidos em um relatório oficial da Polícia Federal e que precisam ser esclarecidos com urgência”, afirmou.

Para Alan Rick, o direito de defesa deve ser assegurado, mas o mesmo rigor adotado por Moraes nos processos envolvendo Jair Bolsonaro e seus aliados precisa valer quando as suspeitas alcançam a conduta do próprio ministro.

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“A lei não pode ter dois pesos e duas medidas. Quem conduziu processos contra o presidente Bolsonaro e seus aliados com extremo rigor não pode receber silêncio, complacência ou proteção institucional quando as suspeitas recaem sobre si”, declarou.

O senador também afirmou que possíveis irregularidades processuais na elaboração do relatório devem ser examinadas, sem impedir uma investigação pelos meios legais.

“Cobrar apuração não é atacar o Supremo. É proteger a credibilidade da instituição. Se houve alguma falha no procedimento, que seja corrigida. O que não pode acontecer é o caso ser encerrado antes de os fatos serem esclarecidos”, disse.

O pronunciamento repercutiu imediatamente no plenário. Os senadores Cleitinho, Carlos Viana e Carlos Portinho mencionaram a fala de Alan Rick e reforçaram o pedido para que Alexandre de Moraes compareça ao Senado e preste esclarecimentos.

“O Senado não pode ser forte para sabatinar ministros antes da posse e fraco para fiscalizá-los depois. O silêncio desta Casa não seria neutralidade. Seria omissão”, concluiu Alan Rick.

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