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Homem de 36 anos é encontrado morto no quintal de residência no Segundo Distrito de Rio Branco

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Vizinhos acionaram o Samu após encontrarem Mário do Nascimento de Freitas caído; causa da morte será confirmada por exame do IML – Foto: Aline Nascimento

A morte de Mário do Nascimento de Freitas, de 36 anos, mobilizou equipes de emergência e forças de segurança, no bairro Recanto dos Buritis, Segundo Distrito de Rio Branco. Ele foi encontrado caído no quintal da casa onde morava, localizada na Travessa Osvaldo Coelho.

A situação foi percebida por moradores da região. De acordo com informações registradas no boletim de ocorrência, um vizinho encontrou o celular de Mário tocando no quintal e, ao verificar o local, percebeu que o homem estava caído. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado imediatamente.

Uma equipe de suporte básico do Samu iniciou os procedimentos de reanimação e permaneceu por mais de 40 minutos tentando restabelecer os sinais vitais da vítima. Apesar dos esforços realizados pelos profissionais, Mário não reagiu e a morte foi confirmada ainda no local.

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Segundo o delegado Marcus Cabral, a avaliação inicial não identificou sinais aparentes de violência no corpo. A Polícia Civil também recebeu informações de que Mário enfrentava problemas cardíacos e já havia passado por internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro de Rio Branco alguns meses antes.

Após a confirmação da morte, policiais militares do 2º Batalhão fizeram o isolamento da área para preservar o local até a chegada da perícia. Concluídos os procedimentos, o corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará pelos exames necessários para esclarecer o que provocou o óbito.

O caso ficará sob investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Embora as informações preliminares apontem para a possibilidade de morte por causas naturais, a conclusão dependerá do exame cadavérico. A previsão é que o IML apresente o resultado indicando oficialmente a causa da morte em até dez dias.

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Operação Colapso prende 25 suspeitos e mira estrutura do crime organizado no Acre e em Goiás

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Ação cumpriu dezenas de mandados contra investigados por homicídios, tráfico de drogas e roubos – Foto: Arquivo/ MP-AC

Uma ofensiva de grande porte contra o crime organizado resultou na prisão de 25 pessoas nesta segunda-feira (24). Batizada de Operação Colapso, a ação teve como alvo suspeitos de envolvimento em homicídios, tráfico de drogas, roubos e outras atividades atribuídas a uma organização criminosa.

As equipes atuaram simultaneamente em Rio Branco, Porto Acre e Sena Madureira, além de Goiânia, em Goiás. O trabalho também alcançou o Complexo Penitenciário Francisco de Oliveira Conde, na capital acreana, onde medidas judiciais foram cumpridas contra investigados que já estavam no sistema prisional.

No total, a Justiça expediu 75 mandados, dos quais 44 eram de prisão preventiva e outros 31 de busca e apreensão. Até a divulgação do balanço da operação, 25 pessoas haviam sido presas. A investigação aponta que os suspeitos integrariam uma estrutura articulada para sustentar diferentes atividades criminosas, com destaque para o comércio ilegal de entorpecentes.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os agentes encontraram munições, drogas e dinheiro em espécie. As apreensões ocorreram durante as buscas e deram origem também a situações de flagrante, que deverão ser incorporadas ao material reunido na investigação.

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A Operação Colapso é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Acre (MP-AC), em parceria com a Polícia Militar do Acre (PM-AC). Segundo as apurações, havia integrantes com funções específicas dentro do esquema, inclusive responsáveis por pagamentos relacionados aos pontos utilizados para a comercialização de drogas.

De acordo com o Ministério Público, a escolha do nome “Colapso” está relacionada à dimensão da ofensiva e ao número de mandados expedidos. O objetivo da operação é atingir diferentes setores da estrutura investigada e provocar o enfraquecimento da organização ligada ao tráfico de drogas e a outros crimes no Acre.

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