Política
“Falar a verdade virou crime?”: Candiru Menezes acusa secretário Ronaldo Reis de perseguição política em Feijó
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Empresário Candiru Menezes afirma ter sido intimado após críticas ao secretário e acusa gestão de usar perseguição para silenciar denúncias.
O clima político em Feijó voltou a esquentar após o empresário da construção civil Candiru Menezes denunciar publicamente que estaria sendo alvo de perseguição por parte do secretário municipal de Agricultura, Ronaldo Reis. Segundo Candiru, ele foi intimado pela delegacia para prestar esclarecimentos em um processo envolvendo supostas acusações de calúnia e difamação.
A polêmica ganhou força depois que Candiru afirmou que apenas estaria denunciando problemas e supostas irregularidades na Secretaria de Agricultura. Em tom duro, o empresário questionou se “falar a verdade virou crime em Feijó” e acusou integrantes da administração municipal de tentarem intimidar qualquer cidadão que critique o poder público.
Candiru também relembrou o histórico político de Ronaldo Reis, afirmando que o atual secretário passou os últimos quatro anos fazendo denúncias contra a gestão do ex-prefeito Kiefer Cavalcante. Agora, segundo ele, Ronaldo teria mudado completamente de postura ao recorrer à polícia contra críticas direcionadas à sua própria administração na secretria de Agricultura.
“Você fala de autoridade, já vira inimigo. Você denuncia serviço mal feito, vira perseguido. Agora querem me calar porque denuncio o que está acontecendo”, disparou Candiru Menezes em declaração divulgada em vídeo. O empresário ainda afirmou que não pretende recuar e prometeu intensificar as denúncias contra o secretário municipal.
Em outro trecho das declarações, Candiru atacou diretamente Ronaldo Reis, afirmando que não aceita intimidação política. Segundo ele, haverá novas denúncias envolvendo a Secretaria de Agricultura e supostas situações que, segundo o empresário, precisam ser investigadas pelos órgãos de controle.
O caso já repercute nos bastidores da política feijoense e aumenta ainda mais a tensão entre grupos ligados à atual gestão municipal. Enquanto Ronaldo Reis busca medidas judiciais para reagir às acusações, críticos afirmam que a atitude do secretário pode ser interpretada como tentativa de silenciar opositores e intimidar quem questiona a administração pública.
Nos bastidores, moradores de Feijó também cobram mais transparência da Secretaria de Agricultura e defendem que as denúncias sejam apuradas com responsabilidade, sem perseguições políticas. Até o momento, a Prefeitura de Feijó não divulgou posicionamento oficial sobre o caso envolvendo o secretário Ronaldo Reis e o empresário Candiru Menezes.
Veja o vídeo:
Empresário Candiru Menezes afirma ter sido intimado após críticas ao secretário e acusa gestão de usar perseguição para silenciar denúncias. pic.twitter.com/qF88e2aDLv
— 3 de Julho Notícias (@3dejulhonoticia) May 19, 2026
Política
Jorge Viana celebra avanço histórico das exportações e Acre envia primeira carga de carne bovina para Singapura

Setor frigorífico vive momento histórico no Acre, amplia mercados internacionais e impulsiona geração de emprego, renda e investimentos no estado.
O Acre vive um novo ciclo de crescimento no setor frigorífico e de exportações. Neste sábado, o Nosso Frigorífico realizou o embarque do primeiro container de carne bovina destinado a Singapura, um dos mercados mais exigentes do sudeste asiático, consolidando o avanço da indústria acreana no comércio internacional.
A operação simboliza uma transformação vivida pelo setor nos últimos anos. Há cinco anos, o Acre exportava carne para apenas cinco países. Hoje, os frigoríficos acreanos já alcançam 17 mercados internacionais e a expectativa do setor é ampliar esse número para 25 até o fim do ano.
O embarque ocorreu na unidade industrial do Nosso Frigorífico, que atualmente emprega diretamente cerca de 450 trabalhadores e vem ampliando a capacidade produtiva após uma série de investimentos realizados nos últimos anos.

Diretor da empresa, Murilo Leite classificou o momento como histórico para o Acre e destacou o papel da articulação institucional e diplomática na abertura dos mercados internacionais.
“O nosso frigorífico concentra praticamente metade dos investimentos realizados no setor nos últimos anos. Isso representa geração de emprego, renda e desenvolvimento econômico para o Acre. Nós tentávamos há muitos anos avançar nesses mercados e hoje estamos vivendo um momento histórico”, afirmou.
Segundo Murilo, o avanço das exportações ocorreu a partir da atuação da ApexBrasil, durante a gestão de Jorge Viana, e da retomada da diplomacia comercial brasileira no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“O Jorge enxergou o potencial que o Acre tinha, especialmente no setor de proteína. Ele fez um chamamento para que os empresários acreditassem. Levou os empresários do Acre para o mundo e colocou o estado na rota das exportações. Sem esse apoio, sem a diplomacia restabelecida e sem o trabalho do ministro Carlos Fávaro no Ministério da Agricultura, nós não estaríamos vivendo esse momento”, ressaltou.

Acre amplia presença internacional
A primeira carga destinada a Singapura saiu da unidade industrial em uma carreta do tipo rodotrem, transportando cerca de 27 toneladas de carne bovina até o Porto de Itajaí, em Santa Catarina, de onde seguirá para a Ásia.
Além de Singapura, o Acre já exporta para países da América do Sul, Ásia e Oriente Médio. O setor também vem se adaptando às exigências internacionais, incluindo protocolos específicos como o Abate Halal, utilizado para atender países muçulmanos, como a Arábia Saudita.
Para Jorge Viana, o avanço da indústria frigorífica acreana demonstra o potencial econômico do estado quando há articulação institucional e abertura de mercados.

“Isso não acontecia no Acre e está acontecendo agora. E é só o começo. É emocionante ver jovens formados na Universidade Federal do Acre trabalhando aqui, mulheres liderando equipes, pequenos produtores participando desse crescimento e a carne acreana chegando ao mundo inteiro”, declarou.
O ex-presidente da ApexBrasil lembrou ainda que, durante sua gestão, foram realizados diversos encontros empresariais internacionais para ampliar mercados para produtos brasileiros.
“Foram dezenas de encontros empresariais organizados para abrir mercados para o Brasil. E hoje vemos aqui o resultado: geração de empregos, crescimento econômico e o Acre entre os estados que mais ampliaram as exportações nos últimos anos. Onde eu vou, eu levo o Acre junto, porque minha vida é aqui”, afirmou.

Investimentos ampliaram capacidade produtiva
Nos últimos três anos, o setor frigorífico acreano anunciou cerca de R$ 120 milhões em investimentos, sendo quase metade concentrada no Nosso Frigorífico.
Com isso, a capacidade de abate da unidade praticamente dobrou, passando de 400 para 800 animais por dia. Já o processamento industrial saltou de 100 para 500 animais diariamente.
Outras empresas do setor também ampliaram operações no Acre, fortalecendo a cadeia produtiva da pecuária e consolidando o estado como uma nova fronteira de exportação de proteína animal no país.
“O empresariado acreditou, investiu e fez acontecer. Hoje é um momento de celebração para todo o setor frigorífico acreano”, concluiu Murilo Leite.

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