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Tradição, fé e gratidão: Com fé e gratidão, Jorge Viana reúne família e colaboradores para celebrar encerramento da colheita de café
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Momento de agradecimento reuniu trabalhadores, familiares e lideranças religiosas para celebrar mais um ciclo da produção – Foto: Assessoria
“Ninguém faz nada sozinho.” Foi com esse sentimento que Jorge Viana reuniu familiares, colaboradores e amigos para celebrar o encerramento de mais uma colheita de café em sua propriedade. Nesta sexta-feira (21), Jorge publicou em suas redes sociais um vídeo registrando o momento, marcado pela fé, pela gratidão e pelo reconhecimento às pessoas que participam do dia a dia da produção.
A celebração contou com a presença do padre Antônio Menezes, natural de Manoel Urbano, e do presbítero Wesley. De mãos dadas, os presentes rezaram juntos o Pai-Nosso e fizeram orações em agradecimento pelo trabalho, pela saúde, pela vida e pelas bênçãos recebidas ao longo do ano.
“Todos os anos faço questão de reservar esse momento para agradecer. A gente trabalha, enfrenta dificuldades, comemora as conquistas, mas nunca pode esquecer de agradecer a Deus e às pessoas que estão ao nosso lado. Desta vez, tivemos uma bênção especial com o presbítero Wesley e com o querido padre Antônio Menezes. Rezamos juntos o Pai-Nosso e agradecemos pela vida, pela saúde, pelo trabalho e por tudo que Deus tem nos permitido viver”, afirmou Jorge.
“Ninguém faz nada sozinho”
Para Jorge, o encerramento da colheita é também uma oportunidade de reconhecer o esforço coletivo por trás da produção. Ele agradeceu especialmente aos colaboradores que participam da rotina da propriedade e ajudam a cuidar da lavoura ao longo do ano.
“Ninguém faz nada sozinho. Tudo o que conseguimos produzir é resultado do trabalho e da dedicação de muitas pessoas. Tenho uma gratidão enorme por todos que me ajudam, que acordam cedo, enfrentam o sol e a chuva e cuidam desse trabalho comigo. Esse momento é também para celebrar e agradecer a cada um deles”, destacou.
Jorge fez questão de agradecer a Eduardo Andrade, João, Daniel, Danilo e Andressa, além dos demais colaboradores envolvidos no trabalho diário da propriedade.
Família reunida torna celebração ainda mais especial
O encontro deste ano ganhou um significado ainda mais especial com a presença da família. Participaram da celebração a irmã de Jorge, Silvinha; as filhas Marian e Kalu; os netos Clara, André e Mabel; e o genro Eduardo.
“Minha família é parte de tudo isso. Ter comigo minha irmã Silvinha, minhas filhas Marian e Kalu, meus netos Clara, André e Mabel, meu genro Eduardo e os colaboradores que estão ao meu lado torna esse momento ainda mais especial. É uma alegria poder agradecer junto de quem a gente ama”, disse.

Para Jorge, reunir família e trabalhadores ao fim da colheita mantém viva uma tradição que vai além da produção agrícola: representa a valorização do trabalho, da convivência e da espiritualidade.
“Eu gosto de terminar cada ciclo assim: agradecendo. Agradecendo a Deus, à minha família e a cada pessoa que trabalha comigo. A fé, o trabalho e as pessoas que caminham ao nosso lado nos dão força para enfrentar qualquer desafio e seguir em frente com esperança”, concluiu.
Veja o vídeo:
Jorge Viana celebra produção de café e destaca força do trabalho coletivo: “Tudo é resultado da dedicação de muitas pessoas” pic.twitter.com/EwefZ42wRu
— 3 de Julho Notícias (@3dejulhonoticia) August 21, 2026
Política Destaque
“As torneiras estão secas, Alysson Bestene”: André Kamai denuncia drama de famílias que enfrentam semanas sem água em Rio Branco

Vereador André Kamai denuncia colapso no abastecimento de água: “Faz 25 dias que o bairro Vitória está sem água”.
A crise no abastecimento de água voltou a colocar a gestão do prefeito Alysson Bestene no centro das cobranças em Rio Branco. Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal, o vereador André Kamai denunciou a situação enfrentada por famílias que, segundo ele, chegam a permanecer semanas sem receber água nas torneiras.
O caso mais grave relatado pelo parlamentar ocorreu no Bairro Vitória. Na Rua Benjamim, moradores teriam chegado ao ponto de cavar a própria rua com uma picareta para tentar localizar a tubulação da rede de abastecimento, depois de mais de três semanas convivendo com as torneiras secas.
“A comunidade, na Rua Benjamim, teve que, num ato de desespero, abrir a rua no meio com uma picareta para encontrar o cano de água, porque aquela rua estava há 22 dias sem água”, afirmou Kamai. Segundo o vereador, no dia do pronunciamento os moradores já contabilizavam 25 dias sem abastecimento.
A denúncia aumenta a pressão sobre a administração de Alysson Bestene e sobre o Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb). Para Kamai, o problema ultrapassa o Bairro Vitória e alcança diferentes regiões da capital, principalmente comunidades localizadas em áreas mais altas, onde a dificuldade de abastecimento seria ainda maior.
Enquanto uma solução definitiva não chega, famílias precisam buscar alternativas para uma necessidade básica. Entre elas está a contratação de caminhões-pipa, despesa que pesa diretamente no orçamento doméstico. A situação relatada na Câmara expõe um contraste incômodo para a Prefeitura: moradores pagando do próprio bolso ou cavando ruas para tentar conseguir água de um serviço público essencial.
Kamai também criticou a tentativa de transformar as cobranças sobre o abastecimento em uma disputa eleitoral. O vereador lembrou que críticas feitas na Câmara já foram classificadas como “palanque” e respondeu que sua condição política não elimina sua obrigação de fiscalizar a administração municipal.
“Toda vez que eu venho aqui dizer alguma coisa, ‘ah, porque ele é candidato’. O problema é que a cidade não deixou de existir, pessoal, porque a eleição começou. As pessoas não deixaram de viver em Rio Branco porque a eleição começou. E eu não renunciei meu mandato porque sou candidato. Então vocês vão ter que me aturar”, declarou.
O parlamentar também voltou a se posicionar contra propostas de privatização do setor. Para ele, a saída passa pela recuperação e pelo fortalecimento da estrutura pública de captação, tratamento e distribuição, com investimentos capazes de fazer a água efetivamente chegar às residências.
O episódio do Bairro Vitória coloca diante da gestão de Alysson Bestene uma cobrança concreta: explicar por que moradores podem permanecer tantas semanas sem água e apresentar medidas para normalizar o serviço. Independentemente da disputa política, o relato de famílias cavando uma rua com picareta para tentar encontrar água evidencia a gravidade da situação denunciada na Câmara.
Para quem enfrenta dias seguidos com torneiras secas, a discussão está longe de ser apenas eleitoral. Água é serviço essencial, e cabe à Prefeitura e ao Saerb responder às denúncias, informar as causas das interrupções e apresentar à população um prazo e um plano para restabelecer o abastecimento nas comunidades afetadas.
Veja o vídeo:
“As torneiras estão secas, Alysson Bestene” vereador André Kamai denuncia drama de famílias que enfrentam semanas sem água em Rio Branco pic.twitter.com/T5ihFm24xS
— 3 de Julho Notícias (@3dejulhonoticia) August 19, 2026
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