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Operador de máquinas morre após grave acidente entre bicicleta e motocicleta em Sena Madureira

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Sobrinho do ex-prefeito Mano Rufino morre após grave acidente de trânsito em Sena Madureira – Foto: Reprodução/ Instagram

Um grave acidente de trânsito registrado na noite deste domingo (9) terminou com a morte do operador de máquinas Deyvid Silva dos Anjos, de 36 anos, em Sena Madureira, no interior do Acre. A ocorrência aconteceu na região conhecida como Ladeira do Dimiro, que dá acesso ao bairro Florentino Moreno.

Segundo informações preliminares da Polícia Militar, Deyvid seguia de bicicleta quando ocorreu uma colisão envolvendo uma motocicleta. A dinâmica e as causas do acidente ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades. Com o impacto, o operador de máquinas sofreu ferimentos graves e precisou receber atendimento médico de emergência.

Inicialmente, Deyvid foi encaminhado ao Hospital João Câncio Fernandes, em Sena Madureira. Diante da gravidade de seu estado, foi determinada a transferência para Rio Branco, onde receberia atendimento especializado. Durante o deslocamento para a capital acreana, porém, ele não resistiu e morreu dentro da ambulância.

Deyvid trabalhava na Prefeitura de Sena Madureira desde janeiro deste ano e era sobrinho do ex-prefeito Mano Rufino. Em nota de pesar, a administração municipal lamentou a morte e destacou o servidor como um profissional dedicado, responsável e respeitado pelos colegas de trabalho, além de manifestar solidariedade aos familiares e amigos neste momento de luto.

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Após ter braços amputados, família de mulher que sofreu acidente em Assis Brasil denuncia demora por ambulância

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Parente de Maria Conceição afirma que vítima aguardou transferência após ser resgatada no Ramal do Icuriã – Foto: Reprodução

Maria Conceição Lopes dos Santos, de 49 anos, teve os dois braços amputados após sofrer um grave acidente no Ramal do Icuriã, zona rural de Assis Brasil. Além do drama provocado pelo acidente, familiares questionam o atendimento prestado à vítima e denunciam que houve demora de mais de duas horas para conseguir uma ambulância que pudesse dar continuidade à transferência.

Segundo informações da família, Maria Conceição permaneceu aproximadamente duas horas presa sob a caçamba de um caminhão antes de ser retirada do local. Após o resgate, ela foi encaminhada para a unidade hospitalar de Assis Brasil, onde recebeu os primeiros atendimentos.

A irmã da vítima, Arquilene Santos, afirma que, mesmo diante da gravidade do quadro, a família precisou esperar por mais de duas horas até que uma ambulância estivesse disponível para realizar a transferência.

“É por falta de uma ambulância que está acontecendo o que está acontecendo com a minha irmã agora”, declarou Arquilene, ao relacionar a demora enfrentada pela família ao agravamento do estado de saúde de Maria Conceição.

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Ainda conforme o relato da irmã, a transferência somente teria sido possível após a intervenção de outras pessoas. “A ambulância só veio porque teve pessoas que interferiram. Se não tivesse alguém interferindo, nós não teríamos conseguido uma ambulância”, afirmou.

O percurso até o Pronto-Socorro de Rio Branco também é questionado pela família. Em vez de seguir diretamente da cidade de Assis Brasil para a capital acreana, Maria Conceição foi encaminhada inicialmente para Brasiléia, onde passou por uma nova estabilização antes de prosseguir viagem.

“Eles tinham que estabilizar minha irmã e mandar direto para Rio Branco. Chegou em Brasiléia, tiveram que estabilizar de novo para poder mandar”, relatou Arquilene.

Após chegar a Rio Branco e receber atendimento especializado, Maria Conceição teve os braços amputados. A família sustenta que o tempo gasto entre o resgate, a espera pela ambulância e as transferências deve ser esclarecido pelas autoridades responsáveis. Até o momento, não há informação médica apresentada pela família que estabeleça relação direta entre a demora denunciada e a necessidade das amputações.

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Arquilene também afirma que as dificuldades envolvendo ambulâncias e transferências de pacientes não seriam um problema pontual em Assis Brasil. Segundo ela, moradores já teriam feito outras reclamações sobre a estrutura disponível para situações de emergência.

“Não é a primeira vez. Muita gente está reclamando desse hospital porque a gente chega em uma emergência, em uma urgência, e não tem uma ambulância”, disse.

O caso aumenta a cobrança por esclarecimentos sobre a estrutura de atendimento de urgência e emergência disponível em Assis Brasil, especialmente para pacientes que precisam ser transferidos para unidades de maior complexidade em outros municípios.

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