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Alunos da Escola Edmundo Pinto deixam as aulas às 9h30 por falta de merenda, e administração do prefeito Padeiro enfrenta novas críticas

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Denúncia aponta que estudantes da Escola Edmundo Pinto estão sendo dispensados antes do horário por ausência de alimentação escolar.

A administração do prefeito Padeiro volta a ser alvo de críticas após denúncias de que a Escola Municipal Edmundo Pinto estaria liberando os alunos mais cedo devido à falta de merenda escolar. Caso a informação seja confirmada, a situação representa mais um problema enfrentado pela população e levanta questionamentos sobre a gestão da educação no município.

Pais de estudantes relatam preocupação com a situação, já que muitos alunos dependem da alimentação oferecida pela escola durante o período de aula. A falta de merenda, além de comprometer a permanência dos estudantes na unidade de ensino, também afeta diretamente o aprendizado e a rotina das famílias.

A denúncia surge em meio a uma série de reclamações sobre a administração municipal. Moradores afirmam que o município enfrenta problemas em diversas áreas, como a precariedade dos ramais, ruas sem manutenção, falhas na coleta de lixo e deficiência na iluminação pública. Agora, segundo as denúncias recebidas, a crise também teria atingido a alimentação escolar.

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Para críticos da atual gestão, a possível falta de merenda em uma escola municipal evidencia dificuldades no planejamento e na administração dos recursos públicos. Eles defendem que garantir alimentação adequada aos estudantes deveria ser uma das prioridades da Prefeitura.

Caso a denúncia seja confirmada, a situação poderá exigir esclarecimentos por parte da Secretaria Municipal de Educação, principalmente quanto aos motivos da interrupção do fornecimento da merenda e às medidas que serão adotadas para normalizar o serviço e evitar novos prejuízos aos alunos.

O Portal 3 de Julho Notícias informa que mantém o compromisso com a imparcialidade e o direito ao contraditório. Por isso, deixa o espaço aberto para que o prefeito Padeiro e a secretária municipal de Educação apresentem seus esclarecimentos e sua versão sobre os fatos relatados nesta reportagem.

Veja o vídeo:

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Vereador André Kamai aciona o MPAC e responsabiliza o prefeito Alysson Bestene pelo colapso do transporte coletivo em Rio Branco

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André Kamai aciona Ministério Público e lidera ofensiva contra colapso no transporte de Rio Branco.

Em uma forte linha de atuação fiscalizadora, o vereador André Kamai (PT) acionou formalmente o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) para barrar o que classificou como “colapso absoluto” do transporte coletivo em Rio Branco. Diante do cenário caótico que culminou na apreensão judicial de quase 50 ônibus da antiga concessionária (RICCO Transportes) por inadimplência, o parlamentar subiu à Tribuna da Câmara Municipal e cobrou responsabilidade direta da gestão municipal. Kamai protocolou uma representação jurídica exigindo a instauração de Inquérito Civil para pôr fim à política de sucessivos contratos emergenciais, que já é arrastado pelo município por cinco anos sem uma licitação definitiva.

Para o vereador, a paralisia do sistema e a falta de ônibus nas ruas não são uma surpresa, mas o resultado previsível de uma omissão administrativa qualificada. Kamai criticou duramente a pressa da prefeitura em introduzir uma nova empresa (JTP Transportes) por meio de mais um arranjo provisório, apontando que a medida eleva os subsídios públicos e empurra a tarifa técnica para quase R$ 11,00 sem apresentar contrapartidas claras de melhoria. “Nós vamos financiar um novo contrato emergencial com que garantias?”, questionou o parlamentar no plenário, ao defender que o dinheiro público investido deve ser rigorosamente compatível com a qualidade do serviço entregue ao cidadão.

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A ofensiva jurídica liderada por André Kamai junto ao MPAC expõe graves distorções técnicas e financeiras no Edital de Chamamento Público nº 001/2026 da prefeitura. A análise de sua equipe técnica identificou que o município reduziu de 16 para apenas seis o número de ônibus articulados na frota programada, mas manteve inalterado o preço de referência de R$ 11,40 por quilômetro rodado. Essa desconformidade, segundo a denúncia do vereador, gera um sobrepreço artificializado que ameaça causar um prejuízo anual superior a R$ 4,1 milhões aos cofres públicos. Kamai também cobra auditoria sobre o rombo de R$ 29,7 milhões alegado pela antiga operadora, visando resguardar os direitos trabalhistas dos rodoviários em aviso prévio.

Como encaminhamento prático, a representação do parlamentar solicita que o Ministério Público imponha à prefeitura a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). “Enquanto nós estivermos pendurados em contratos emergenciais, nós viveremos essa insegurança permanente”, alertou o vereador. A medida visa obrigar o Poder Executivo a estabelecer um cronograma rígido e improrrogável para a realização da concessão definitiva. Segundo André Kamai, com essa ação, ele reafirma sua atuação na defesa dos usuários e da transparência, buscando uma solução definitiva que dê segurança jurídica para os investimentos e garanta ônibus dignos para a população de Rio Branco.

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