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Produtores do Ramal Santa Rita constroem ponte com as próprias mãos enquanto prefeito Padeiro prioriza ramal de fazendeiros

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Moradores da região do Espinhara afirmam que estão abandonados pelo poder público e questionam a destinação de máquinas para um ramal com poucos proprietários.

Moradores do Ramal Santa Rita, localizado na região do Espinhara, denunciam o abandono da área por parte da Prefeitura e afirmam que precisaram construir uma ponte por conta própria para garantir o acesso às propriedades rurais. Segundo relatos, os próprios produtores rurais retiraram e transportaram a madeira no braço para realizar a obra, diante da ausência de apoio do poder público.

De acordo com as denúncias, enquanto as famílias do Ramal Santa Rita enfrentam dificuldades para manter o tráfego de veículos e o escoamento da produção agrícola, a gestão do prefeito Padeiro teria deslocado uma patrulha mecanizada para realizar serviços em outro ramal da zona rural.

Conforme os moradores, o ramal beneficiado possui cerca de 20 quilômetros de extensão e atenderia apenas três fazendeiros. A situação gerou indignação entre os produtores do Espinhara, que afirmam se sentir esquecidos pela administração municipal.

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Os agricultores sustentam que a falta de investimentos compromete o transporte da produção, dificulta o deslocamento de moradores e aumenta os prejuízos para quem depende da agricultura familiar como principal fonte de renda.

As críticas também apontam que a prioridade dada ao outro ramal favoreceria grandes proprietários rurais, enquanto comunidades formadas por pequenos produtores continuam enfrentando problemas de infraestrutura sem qualquer assistência da Prefeitura.

Os moradores cobram uma resposta da administração municipal e pedem que os investimentos em recuperação de ramais sejam distribuídos de forma equilibrada, priorizando as comunidades que realmente necessitam de apoio para garantir o acesso, a produção e o desenvolvimento da agricultura familiar.

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Relatório de Alan Rick que amplia crédito e fortalece exportações brasileiras é aprovado em Comissão Mista do Congresso

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Substitutivo aprovado em comissão fortalece o crédito à exportação e amplia o alcance da medida para diversos setores da economia brasileira – Foto: Assessoria

A Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou o relatório do senador Alan Rick (Republicanos-AC) à Medida Provisória nº 1.345/2026, que fortalece e moderniza o sistema brasileiro de apoio oficial ao crédito à exportação. A proposta altera a legislação do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e do Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior (FGCE), ampliando instrumentos de apoio às empresas brasileiras que atuam no mercado internacional.

A medida faz parte da estratégia de enfrentamento dos impactos provocados pelas tensões geopolíticas, pela instabilidade internacional e pelas barreiras comerciais que vêm afetando o comércio exterior brasileiro.

O texto relatado por Alan Rick amplia o acesso ao crédito e aos mecanismos de garantia para micro, pequenas e médias empresas exportadoras, além de fortalecer instrumentos de financiamento voltados à manutenção da produção, dos investimentos e da competitividade das empresas brasileiras.

A medida autoriza a disponibilização de até R$ 15 bilhões em linhas de financiamento, operacionalizadas pelo BNDES ou por instituições financeiras habilitadas, com recursos provenientes do Fundo de Garantia à Exportação e de outras fontes orçamentárias.

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Segundo o senador, o relatório buscou ampliar o alcance da proposta para diferentes cadeias produtivas e setores estratégicos da economia. “Nosso objetivo foi tornar esse instrumento mais abrangente, permitindo que mais empresas, produtores, cooperativas e setores exportadores possam acessar mecanismos de crédito e financiamento em um momento de grandes desafios para o comércio internacional”, afirmou Alan Rick.

Na prática, os recursos poderão ser utilizados para investimentos, ampliação da capacidade produtiva, modernização de processos, aquisição de máquinas e equipamentos, adaptação às exigências sanitárias, ambientais e de rastreabilidade, além da adequação de produtos e processos às exigências do mercado internacional.

O relatório acolheu 56 das 84 emendas apresentadas à medida provisória, ampliando o alcance da política para empresas, cooperativas, associações, pequenos e médios negócios e cadeias produtivas ligadas à exportação.

Entre os setores contemplados estão o agronegócio, a agroindústria, a pesca, a aquicultura, os segmentos florestais e extrativistas, além da cadeia de bens minerais. O texto também reconhece investimentos voltados ao atendimento de exigências sanitárias, ambientais, logísticas e de rastreabilidade impostas pelos mercados internacionais.

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Para Alan Rick, a ampliação dos beneficiários permite que o crédito alcance diferentes realidades produtivas do país.

“No Acre, sabemos da importância das cadeias produtivas, das cooperativas e do pequeno produtor. Quando o crédito chega, a economia gira, os investimentos acontecem e os empregos aparecem. É isso que buscamos ao ampliar o alcance dessa política”, destacou.

Aprovado pela Comissão Mista, o texto segue agora para apreciação dos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

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