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Acre afunda em crise social e aparece entre os piores estados do Brasil após sete anos de governo Gladson e continuidade com Mailza Assis

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Estado amarga uma das últimas posições no Índice de Progresso Social enquanto milhares de acreanos deixam o Acre em busca de emprego.

O Acre voltou a ocupar posição negativa no cenário nacional após a divulgação do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, que colocou o estado como o terceiro pior do país em qualidade de vida. O resultado escancara a grave crise social enfrentada pela população acreana durante os sete anos de governo do ex-governador Gladson Cameli e agora na continuidade da atual gestão de Mailza Assis, marcada por críticas sobre falta de investimentos, desemprego e ausência de políticas públicas capazes de gerar desenvolvimento real para o estado.

Com apenas 58,03 pontos no levantamento nacional, o Acre ficou à frente somente do Maranhão e do Pará, permanecendo muito abaixo da média brasileira, que alcançou 63,40 pontos. O estudo analisou milhares de municípios brasileiros por meio de indicadores ligados à saúde, educação, segurança, moradia, oportunidades e qualidade ambiental, revelando o cenário preocupante vivido pela população acreana.

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O resultado negativo reforça um sentimento cada vez mais presente entre os moradores do estado: o de abandono e falta de perspectivas. Desde que Gladson Cameli assumiu o governo, há sete anos, milhares de acreanos deixaram o próprio estado em busca de emprego, melhores salários e condições dignas de sobrevivência em outras regiões do país. Famílias inteiras migraram principalmente para estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e, sobretudo, para o Nordeste, diante da escassez de oportunidades no Acre.

Mesmo a capital Rio Branco, que apresentou índice superior à média estadual, segue distante das capitais brasileiras com melhor qualidade de vida. A cidade aparece apenas na 22ª colocação entre as 27 capitais do país, refletindo problemas antigos ligados à precariedade dos serviços públicos, crescimento da pobreza e dificuldades estruturais que continuam sem solução.

O levantamento também mostrou a dura realidade do interior acreano. O município de Santa Rosa do Purus apareceu entre os 20 piores do Brasil em progresso social, demonstrando o abandono enfrentado pelas cidades mais isoladas do estado. A falta de infraestrutura, dificuldade de acesso à saúde, educação limitada e ausência de investimentos continuam atingindo milhares de famílias acreanas.

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Enquanto outros estados avançam em geração de emprego, desenvolvimento urbano e melhoria social, o Acre segue acumulando índices negativos e vendo sua população partir em busca de esperança fora de casa. Para muitos acreanos, o atual cenário representa o retrato de uma das administrações mais criticadas da história recente do estado, iniciada no governo Gladson Cameli e que continua sob o comando de Mailza Assis, sem apresentar mudanças concretas capazes de reverter a crise social e econômica enfrentada pela população.

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“O Forasteiro e o Chupetinha”: Virgílio Viana detona Márcio Bittar e Nikolas Ferreira e acusa dupla de usar a Amazônia como palanque político

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Pré-candidato dispara contra senador acreano e deputado bolsonarista e afirma que “ninguém viu trabalho sério em oito anos”.

O pré-candidato a deputado federal Virgílio Viana fez duras críticas ao senador Márcio Bittar e ao deputado federal Nikolas Ferreira ao comentar o debate sobre a Amazônia e a atuação de políticos da direita no Acre. Em tom crítico, Virgílio acusou lideranças de utilizarem a floresta amazônica apenas como “palanque político” e questionou a falta de resultados concretos para a população acreana.

Segundo ele, a presença de Nikolas Ferreira no Acre teria servido apenas para “lacração” política e produção de conteúdo para redes sociais, sem compromisso real com os problemas enfrentados pelas famílias que vivem na região amazônica. Virgílio também ironizou a visita do parlamentar mineiro e questionou se o deputado teria chegado ao estado “em jatinho de empresário investigado”, em referência indireta às recentes polêmicas envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.

O pré-candidato também direcionou ataques ao senador Márcio Bittar, classificando o parlamentar como “forasteiro” e afirmando que, durante anos de mandato, o Acre não recebeu as transformações prometidas pelo grupo político aliado ao bolsonarismo. Para Virgílio, a população acreana já estaria cansada de discursos vazios e de promessas repetidas em períodos eleitorais.

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“A Amazônia virou pauta mundial, mas quem mais fala dela muitas vezes nunca viveu a realidade do povo da floresta. Defender a Amazônia não pode ser só passar algumas horas aqui, gravar vídeo e depois ir embora”, declarou Virgílio Viana ao criticar o que chamou de “turismo político” promovido por figuras nacionais.

Ainda segundo o pré-candidato, a floresta e seus moradores não podem continuar sendo tratados apenas como cenário para campanhas eleitorais. Ele afirmou que proteger a Amazônia significa garantir dignidade, investimentos reais, geração de emprego e respeito às comunidades tradicionais que vivem na região há décadas.

Virgílio também afirmou que existe uma tentativa de “enganar a população com falsas promessas de desenvolvimento”, enquanto problemas históricos continuam sem solução. Para ele, faltam políticas públicas efetivas voltadas para infraestrutura, economia sustentável e valorização dos povos amazônicos.

As declarações aumentam a temperatura do debate político no Acre e reforçam o clima de confronto entre grupos aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro. O embate envolvendo Amazônia, desenvolvimento e exploração política da região promete ganhar ainda mais força nos próximos meses.

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