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Polícia Civil prende na Bolívia últimos suspeitos de homicídio ocorrido em Cruzeiro do Sul

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Investigação aponta que dívida de R$ 90 mil teria motivado a execução de Anselmo de Lima Silva; todos os envolvidos no crime já foram identificados – Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Acre avançou na elucidação do assassinato de Anselmo de Lima Silva, de 45 anos, morto em abril de 2025 em Cruzeiro do Sul. Os dois homens apontados como responsáveis por ordenar a execução foram capturados na Bolívia durante uma operação realizada em parceria com as autoridades do país vizinho. Com as novas prisões, a polícia considera encerrada a fase de identificação dos envolvidos no caso.

De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por uma dívida de aproximadamente R$ 90 mil. A vítima teria emprestado o valor aos suspeitos e passou a cobrar o pagamento, situação que, segundo a polícia, desencadeou conflitos e ameaças que culminaram no homicídio. Os dois presos são apontados como os mandantes da ação criminosa.

O delegado responsável pelo caso, Jadson Santos, afirmou que durante as apurações foram registradas intimidações contra testemunhas e até mesmo contra integrantes das forças de segurança que atuavam na investigação. Apesar das dificuldades, a equipe conseguiu reunir provas que permitiram identificar e localizar todos os suspeitos ligados ao assassinato.

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Além dos dois mandantes presos na Bolívia, outros quatro envolvidos já estavam detidos desde o ano passado. Entre eles estão os executores do crime, considerados pela polícia integrantes de um grupo criminoso que também estaria relacionado a outros delitos registrados em Cruzeiro do Sul. As prisões preventivas foram decretadas ainda durante as primeiras etapas da investigação.

Anselmo foi morto dentro da própria residência, localizada na região da Escola Técnica, após a invasão de dois criminosos armados. No momento do ataque, ele assistia televisão na companhia de familiares e amigos. As vítimas foram rendidas e levadas para um dos cômodos da casa, onde o homem acabou sendo executado com um disparo à queima-roupa. Após o crime, os autores fugiram levando joias e aparelhos celulares.

A Polícia Civil informou que os dois suspeitos presos recentemente deverão ser transferidos para o sistema prisional de Cruzeiro do Sul, onde permanecerão à disposição da Justiça. Com a conclusão da investigação, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público para as providências judiciais cabíveis contra todos os acusados de participação no homicídio.

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Mulher é esfaqueada em via pública e polícia investiga possível motivação passional em Rio Branco

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Ataque aconteceu na região central da capital; suspeita fugiu após a agressão – Foto: Cedida

Uma mulher de 31 anos ficou ferida após ser atacada com uma facada em uma rua movimentada da capital acreana. O caso foi registrado nas proximidades de um hotel localizado no bairro Base, em Rio Branco, e mobilizou equipes de emergência e forças de segurança.

De acordo com informações apuradas no local, a vítima caminhava acompanhada do companheiro quando foi surpreendida por outra mulher, que teria se aproximado de forma repentina. Durante a confusão, a suspeita sacou uma faca e atingiu a vítima pelas costas.

Após cometer a agressão, a autora deixou o local antes da chegada das autoridades. Testemunhas relataram momentos de tensão e acionaram imediatamente os serviços de emergência para prestar socorro à mulher ferida.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi enviada para atender a ocorrência. Os socorristas realizaram os primeiros procedimentos ainda no local e, em seguida, encaminharam a vítima ao Pronto-Socorro de Rio Branco para avaliação médica.

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Policiais militares também estiveram na área para coletar informações e iniciar as buscas pela suspeita. Rondas foram realizadas nos arredores, mas até o fechamento desta matéria a mulher apontada como autora do ataque não havia sido localizada.

As primeiras informações levantadas pelos investigadores indicam que o crime pode ter sido motivado por desentendimentos de cunho pessoal. A Polícia Civil ficará responsável pela investigação e deverá ouvir testemunhas para esclarecer as circunstâncias do caso e identificar a motivação exata da agressão.

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