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Senador Alan Rick garante R$ 14,7 milhões para a saúde, educação infantil e assistência social em municípios do Acre

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Os recursos garantidos pelo mandato do senador Alan Rick foram pagos nesta terça-feira (9). As prefeituras de Sena Madureira, Tarauacá, Epitaciolândia e Porto Walter receberam juntas R$ 14,5 milhões destinados ao custeio dos atendimentos nas unidades básicas de saúde e à realização de ações itinerantes, ampliando o acesso da população aos serviços de saúde.

Em Acrelândia, foi paga uma nova parcela de R$ 122.877,80 para a construção da Creche Sorriso, obra viabilizada por articulação do senador Alan Rick junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), quando ele ainda era deputado federal. Com o novo repasse, o total já liberado para a obra chega a R$ 1.215.064,35, de um investimento total de R$ 1.365.308,68.

Já em Cruzeiro do Sul, foram pagos R$ 100 mil para custear despesas de funcionamento e manutenção do Lar dos Vicentinos, instituição que presta atendimento e acolhimento a idosos.

O senador Alan Rick destacou que os recursos chegam para fortalecer serviços que fazem diferença no dia a dia da população.

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“Nossos municípios precisam desse apoio para manter os serviços básicos. É com esse recurso que os prefeitos contam para garantir remédios nas farmácias dos postos de saúde, material pra curativos… e com esforço ainda realizam os itinerantes para levar saúde até mais perto da população. Para além disso, seguimos trabalhando pela educação das nossas crianças e para garantir que nossos idosos tenham o acolhimento que precisam com dignidade”, disse o senador.

Ao todo, os repasses pagos nesta terça-feira, 9, somam R$ 14.722.877,80.

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Ministério Público Federal Pressiona União e Anac Após Morte em Congonhas e Cobra Acessibilidade em Aeroportos

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Tragédia reacende debate sobre segurança de idosos e pessoas com mobilidade reduzida nos terminais brasileiros – Foto ilustrativa: Canva

A morte de uma passageira de 72 anos durante o desembarque no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, voltou a colocar em evidência a falta de acessibilidade em aeroportos brasileiros. Diante do caso, o Ministério Público Federal (MPF) reforçou à Justiça Federal a necessidade de cumprimento de uma decisão judicial que determina à União e à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a adoção de medidas para garantir embarque e desembarque seguros em aeroportos de grande movimentação.

Segundo o MPF, a tragédia poderia ter sido evitada caso houvesse infraestrutura adequada para atender passageiros com mobilidade reduzida. A instituição destaca que idosos, pessoas com deficiência e cidadãos que necessitam de assistência especial devem contar com equipamentos específicos que garantam segurança e autonomia durante o acesso às aeronaves.

A ação judicial foi proposta pelo Ministério Público em 2022 e resultou em uma decisão que obriga os órgãos federais responsáveis pela aviação civil a fiscalizar aeroportos com grande fluxo de passageiros. A determinação prevê a instalação de passarelas telescópicas, conhecidas como fingers, ou de equipamentos elevatórios apropriados para embarque e desembarque.

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De acordo com o órgão ministerial, diversos aeroportos brasileiros ainda não atendem integralmente às exigências previstas na legislação de acessibilidade. A ausência desses equipamentos, além de dificultar a locomoção de passageiros com limitações físicas, aumenta os riscos de acidentes em operações rotineiras realizadas diariamente nos terminais aéreos.

O MPF argumenta que a União e a Anac têm apresentado respostas administrativas sem demonstrar avanços concretos na regularização da situação. Para os procuradores, o cumprimento efetivo da sentença é essencial para evitar novos episódios semelhantes e garantir que os operadores aeroportuários adotem padrões adequados de segurança.

Com a nova manifestação à Justiça, o Ministério Público busca acelerar a execução da decisão e ampliar a fiscalização em todo o país. A expectativa é que os órgãos responsáveis sejam obrigados a apresentar medidas práticas para adequar os aeroportos e assegurar condições dignas e acessíveis a milhões de passageiros que utilizam o transporte aéreo todos os anos.

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