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Michelle Melo cobra explicações sobre recursos para ramais: “Queremos saber cadê esse dinheiro”

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(Assessoria) – A deputada estadual Michelle Melo (União Brasil) afirmou, nesta terça-feira (7), que a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) vai acompanhar a situação dos recursos destinados à manutenção de ramais no estado e cobrar esclarecimentos sobre a aplicação dos valores. A declaração foi feita durante conversa com produtores rurais no saguão da Aleac.

Segundo a parlamentar, a prioridade neste momento é garantir que as obras sejam executadas, mas também esclarecer o destino dos recursos anteriormente repassados para esse fim.

“Nós também queremos saber cadê esse dinheiro. Nós também queremos saber o que a gestão passada fez com esse dinheiro, porque o governo tem repassado os recursos e a gestão precisa responder o que foi feito com esse dinheiro”, declarou.

Michelle Melo afirmou que a governadora Mailza Assis também demonstrou interesse em esclarecer a situação e, principalmente, encontrar uma solução para atender os produtores.

“Eu tenho certeza de que a governadora Mailza também quer saber, mas, principalmente, ela quer solucionar”, disse.

Durante a reunião, a deputada explicou aos agricultores que a nova gestão responsável pela execução dos serviços solicitou um prazo para analisar a situação dos contratos e apresentar um plano de ação. Segundo ela, a expectativa é que no dia 17 de julho, após esse levantamento, seja informado como ocorrerá a execução das obras nos ramais.

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A parlamentar ressaltou que os produtores não podem ser prejudicados por eventuais falhas administrativas e defendeu a continuidade dos serviços.

“O que nós precisamos agora é de solução. Vocês não podem pagar por uma gestão que, segundo os relatos apresentados, não executou adequadamente os recursos enviados. O compromisso do governo e da Assembleia é que vocês não sejam penalizados”, afirmou.

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Alan Rick apresenta ao CFM proposta para fortalecer a formação médica e garantir estágios e internatos no Acre

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Senador apresentou minuta de resolução ao presidente do Conselho Federal de Medicina para permitir que hospitais de ensino possam receber estudantes – Foto: Assessoria

O senador Alan Rick apresentou ao presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran da Silva Gallo, uma proposta de alteração da Resolução CFM nº 1.650/2002 para permitir que estados sem hospital universitário, como o Acre, possam utilizar hospitais de ensino como campos de internato para estudantes regularmente matriculados em cursos de Medicina de universidades estrangeiras.

A iniciativa foi formalizada por meio de ofício e de uma minuta de resolução entregue ao CFM.
Hoje, a norma limita esses estágios aos hospitais universitários. Na prática, isso acaba impedindo que estados que possuem hospitais estruturados, mas não contam com hospital universitário, ampliem a formação médica e fortaleçam sua rede de saúde. “A realidade do Acre exige soluções compatíveis com as necessidades da população. Temos hospitais com capacidade técnica, profissionais qualificados e estrutura para atuar na formação médica. Precisamos adequar a norma para que ela dialogue com essa realidade, preservando a qualidade da formação e a segurança dos pacientes”, afirmou o senador.

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Segundo Alan Rick, a proposta não flexibiliza critérios técnicos nem reduz as exigências éticas estabelecidas pelo Conselho Federal de Medicina. O objetivo é reconhecer hospitais de ensino que atendam às exigências de estrutura, supervisão e preceptoria.

Recentemente uma lei estadual, de autoria do deputado Pablo Bregense (PSD), criou a permissão do internato de estudantes de medicina de universidades do exterior na rede estadual do Acre. Porém, existe a possibilidade do Ministério Público Federal arguir a inconstitucionalidade da lei estadual. Daí a necessidade de uma regulamentação nacional pelo Conselho Federal de Medicina, no exercício de sua competência para disciplinar a matéria.

O senador destacou que a escassez de médicos especialistas continua sendo um dos principais desafios enfrentados pelo Acre, sobretudo no interior do estado, comprometendo o acesso da população a consultas, exames e cirurgias. “A construção da formação médica faz parte de uma política mais ampla de fortalecimento da saúde pública. Assim como defendo investimentos em saneamento básico, que previnem doenças e reduzem a pressão sobre o SUS, também precisamos criar condições para formar, atrair e fixar profissionais onde a população mais precisa.”

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Durante a reunião também foram discutidas as dificuldades enfrentadas pela saúde acreana, especialmente em regiões como Cruzeiro do Sul e Brasiléia, onde hospitais possuem boa estrutura física, mas convivem com limitações na disponibilidade de profissionais.

Participaram da reunião o presidente do Conselho Federal de Medicina, Hiran da Silva Gallo; os conselheiros Dilza Ribeiro, Antonio Edson Meira Júnior e Gabriella Nassar; o presidente do CRM-AC, Alan Areal; o conselheiro do CRM-AC, Marcos Araripe; e o 1º secretário do CRM-AC, Marcos Parente.

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