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Tonheiro, ex-prefeito de Bujari, é preso para cumprir pena de quase 20 anos por crimes contra a administração pública de Bujari

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Condenado a 19 anos e 9 meses, Tonheiro, ex-prefeito de Bujari, é preso pela Polícia Civil – Foto: Caio Fulgêncio

A Polícia Civil do Acre colocou atrás das grades, na manhã desta terça-feira (27), o ex-prefeito de Bujari, Antônio Raimundo de Brito Ramos, o Tonheiro, condenado a 19 anos e 9 meses de prisão em regime fechado por uma série de crimes cometidos durante sua gestão, encerrando um dos casos mais emblemáticos de corrupção envolvendo a administração pública no município.

A sentença aponta o envolvimento do ex-gestor em uma série de crimes cometidos durante sua administração, incluindo fraudes em processos licitatórios, corrupção passiva, falsidade ideológica e peculato, práticas que causaram prejuízos significativos aos cofres públicos do município.

De acordo com o delegado Bruno Coelho Oliveira, responsável pela ação, a prisão foi realizada de forma tranquila e sem qualquer resistência. Após ser localizado, Tonheiro foi conduzido ao Presídio Francisco de Oliveira Conde, em Rio Branco, onde passou a cumprir a pena determinada pela Justiça.

O delegado ressaltou que a operação transcorreu dentro da legalidade e destacou que o trabalho da Polícia Civil reafirma o compromisso da instituição com o cumprimento das decisões judiciais e o enfrentamento aos crimes contra a administração pública.

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O promotor de Justiça Antônio Alceste, que atuou no caso, destacou que o impacto dos crimes foi ainda mais grave por se tratar de um município pequeno e com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Segundo ele, o prejuízo estimado, próximo de R$ 500 mil, comprometeu diretamente serviços e investimentos essenciais à população local.

Para o Ministério Público, a condenação representa um marco no combate à corrupção e reforça a mensagem de que gestores públicos não estão acima da lei, independentemente do cargo que tenham ocupado.

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MPAC cumpre mandados na Prefeitura de Xapuri na gestão do prefeito Maxsuel Maia e investiga suspeita de fraude em processo seletivo

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Buscas e apreensões visam coletar documentos e esclarecer possíveis irregularidades na condução do certame.

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Xapuri, com apoio do Núcleo de Apoio Técnico (NAT), cumpriu nesta terça-feira (27) mandados de busca e apreensão na sede da Prefeitura de Xapuri. A ação ocorre no âmbito de uma investigação que apura possíveis fraudes na condução de um processo seletivo realizado pelo município durante a gestão do prefeito Maxsuel Maia.

A medida foi autorizada pelo Juiz das Garantias, após acolhimento de representação do MPAC, e teve como objetivo a apreensão de documentos e outros elementos relacionados ao certame. Segundo o Ministério Público, a iniciativa visa preservar provas e subsidiar a apuração das responsabilidades dos envolvidos.

As investigações tiveram início com a instauração de um inquérito civil pelo MPAC, diante de indícios de irregularidades no andamento do processo seletivo promovido pela Prefeitura de Xapuri. Ao longo da apuração, o órgão ministerial realizou diversas requisições formais de documentos à administração municipal, além de solicitar, ainda durante a realização do certame, a suspensão do processo.

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Mesmo com o procedimento investigatório em curso, a gestão do prefeito Maxsuel Maia deu continuidade ao processo seletivo e efetuou contratações de pessoal. Posteriormente, em dezembro de 2025, o município promoveu a anulação do certame e a exoneração dos servidores contratados, de forma unilateral, sem que houvesse determinação judicial ou recomendação do MPAC nesse sentido.

De acordo com o Ministério Público, mesmo após a anulação do processo seletivo, a Prefeitura de Xapuri não apresentou a documentação requisitada, o que levou o órgão a solicitar medidas mais rigorosas para garantir a coleta e preservação das provas.

Com o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, o MPAC busca reunir os documentos necessários para esclarecer os fatos e verificar a existência de eventuais ilegalidades praticadas no curso do processo seletivo realizado na atual gestão municipal. As investigações seguem em andamento.

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