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Thor Dantas e Jorge Viana se encontram na BR-364 e defendem reconstrução do Acre com diálogo e presença no interior

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Médico e pré-candidato ao governo do Acre destacou situação da rodovia, ouviu relatos da população e afirmou que recuperação da BR-364 será prioridade.

Em agenda de visitas pelo interior do Acre, o médico e pré-candidato ao governo, Dr. Thor Dantas, se encontrou nesta sexta-feira, 22, com o senador Jorge Viana durante as andanças pela BR-364. O encontro aconteceu no meio da estrada, enquanto Thor seguia em direção à comunidade do Gregório e Jorge Viana cumpria agenda nos municípios de Sena Madureira, Manoel Urbano, Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul.

Os dois conversaram sobre os desafios históricos enfrentados pelo Acre, especialmente em relação à infraestrutura e à integração do estado por meio da BR-364, considerada uma das principais vias de ligação entre as regiões acreanas.

Segundo Dr. Thor Dantas, a situação atual da rodovia exige atenção imediata e compromisso permanente do poder público.

“A nossa BR precisa de um olhar especial. As condições não estão boas e isso impacta diretamente a vida das pessoas, o transporte, a economia e o acesso aos serviços. Essa será uma das minhas prioridades, se Deus permitir que eu seja eleito governador”, afirmou.

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Durante a conversa, Jorge Viana relembrou o período em que governou o Acre e os desafios enfrentados para abrir a BR-364 e construir mais de 40 pontes ao longo do trajeto, obras consideradas fundamentais para garantir a integração do estado.

Para Dr. Thor, as viagens pelo interior têm servido como um importante momento de escuta e diagnóstico da realidade acreana.

“O Acre passa por muitas dificuldades. Nessas andanças, estamos ouvindo as pessoas, vendo de perto os problemas, um verdadeiro raio X para construirmos soluções. Vamos seguir com fé, esperança e muito amor pelo Acre”, declarou.

A agenda faz parte de uma série de visitas realizadas por Dr. Thor Dantas em municípios e comunidades do interior, com encontros voltados ao diálogo com moradores, lideranças e diferentes setores da sociedade acreana.

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Acre afunda em crise social e aparece entre os piores estados do Brasil após sete anos de governo Gladson e continuidade com Mailza Assis

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Estado amarga uma das últimas posições no Índice de Progresso Social enquanto milhares de acreanos deixam o Acre em busca de emprego.

O Acre voltou a ocupar posição negativa no cenário nacional após a divulgação do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026, que colocou o estado como o terceiro pior do país em qualidade de vida. O resultado escancara a grave crise social enfrentada pela população acreana durante os sete anos de governo do ex-governador Gladson Cameli e agora na continuidade da atual gestão de Mailza Assis, marcada por críticas sobre falta de investimentos, desemprego e ausência de políticas públicas capazes de gerar desenvolvimento real para o estado.

Com apenas 58,03 pontos no levantamento nacional, o Acre ficou à frente somente do Maranhão e do Pará, permanecendo muito abaixo da média brasileira, que alcançou 63,40 pontos. O estudo analisou milhares de municípios brasileiros por meio de indicadores ligados à saúde, educação, segurança, moradia, oportunidades e qualidade ambiental, revelando o cenário preocupante vivido pela população acreana.

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O resultado negativo reforça um sentimento cada vez mais presente entre os moradores do estado: o de abandono e falta de perspectivas. Desde que Gladson Cameli assumiu o governo, há sete anos, milhares de acreanos deixaram o próprio estado em busca de emprego, melhores salários e condições dignas de sobrevivência em outras regiões do país. Famílias inteiras migraram principalmente para estados como Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e, sobretudo, para o Nordeste, diante da escassez de oportunidades no Acre.

Mesmo a capital Rio Branco, que apresentou índice superior à média estadual, segue distante das capitais brasileiras com melhor qualidade de vida. A cidade aparece apenas na 22ª colocação entre as 27 capitais do país, refletindo problemas antigos ligados à precariedade dos serviços públicos, crescimento da pobreza e dificuldades estruturais que continuam sem solução.

O levantamento também mostrou a dura realidade do interior acreano. O município de Santa Rosa do Purus apareceu entre os 20 piores do Brasil em progresso social, demonstrando o abandono enfrentado pelas cidades mais isoladas do estado. A falta de infraestrutura, dificuldade de acesso à saúde, educação limitada e ausência de investimentos continuam atingindo milhares de famílias acreanas.

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Enquanto outros estados avançam em geração de emprego, desenvolvimento urbano e melhoria social, o Acre segue acumulando índices negativos e vendo sua população partir em busca de esperança fora de casa. Para muitos acreanos, o atual cenário representa o retrato de uma das administrações mais criticadas da história recente do estado, iniciada no governo Gladson Cameli e que continua sob o comando de Mailza Assis, sem apresentar mudanças concretas capazes de reverter a crise social e econômica enfrentada pela população.

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