Saúde
Alan Rick anuncia mutirão contra filas da saúde nos primeiros 100 dias e propõe hospital metropolitano
Saúde

A redução da fila de pacientes que aguardam consultas, exames e cirurgias será a primeira medida de Alan Rick para a saúde nos 100 dias iniciais de governo. Durante entrevista ao programa Central da Política, da TV Gazeta, o candidato afirmou que pretende enfrentar a demanda reprimida e reorganizar o atendimento oferecido pelo Estado.
“A gente tem esse grave problema do pronto-socorro e de gente esperando consulta, exame e cirurgia. Temos que fazer um grande mutirão de atendimento na saúde e organizar o Fundo de Saúde”, declarou. Alan não detalhou quantos pacientes seriam atendidos, quais especialidades participariam nem o período de duração da mobilização.
O candidato também criticou as condições do pronto-socorro de Rio Branco e afirmou que o fluxo de pacientes precisa ser revisto. Ele ressaltou que os problemas não são provocados pelos profissionais, mas pela falta de estrutura e pela sobrecarga das equipes. “Os trabalhadores não têm culpa. Tem técnico e enfermeiro fazendo 30 plantões por mês. Isso é desumano”, afirmou.
O plano de governo prevê a reestruturação das Unidades de Pronto Atendimento, com médicos, equipamentos e salas destinadas aos casos de menor complexidade. “Se eu tenho uma UPA requalificada, com sala amarela, evito que aquele paciente vá para o pronto-socorro”, explicou. A proposta também inclui colocar os hospitais regionais em funcionamento para reduzir o deslocamento de pacientes do interior até a capital.
Alan apresentou ainda o projeto de construir um novo hospital metropolitano em Rio Branco, com mais de 300 leitos e estrutura de terapia intensiva. “É um sonho, mas a gente vai buscar realizar esse sonho”, disse. A unidade concentraria os atendimentos de urgência e emergência hoje realizados no pronto-socorro.
Com a construção do novo hospital, o atual prédio do pronto-socorro seria transformado em hospital universitário por meio de uma parceria com a Universidade Federal do Acre. Segundo o candidato, a instituição ficaria responsável pelas adequações necessárias e utilizaria a unidade na formação dos profissionais e no atendimento da população.
Alan também questionou a entrega de unidades que, segundo ele, ainda não funcionam plenamente, como a nova maternidade de Rio Branco e hospitais do interior. A proposta apresentada pelo candidato busca integrar UPAs, hospitais regionais e unidades de alta complexidade para reduzir a sobrecarga na capital e acelerar o atendimento aos pacientes.
Saúde
CISAC promove ação do Setembro Amarelo com crianças, adolescentes e servidores em Brasiléia

A Casa de Acolhimento para Crianças e Adolescentes do Alto Acre (CISAC) realizou, no dia 14 de setembro, uma programação especial em alusão ao Setembro Amarelo, campanha nacional voltada à valorização da vida, à conscientização sobre a saúde mental e à prevenção do suicídio.
A iniciativa reuniu crianças, adolescentes e servidores em um momento de reflexão, acolhimento e fortalecimento dos vínculos. A programação foi planejada e conduzida pela equipe técnica da instituição, formada pela pedagoga Thalyta Rodrigues, pela psicóloga Edilany Valentim e pela assistente social Andriana Pagliarini.
Durante a ação, foram realizadas dinâmicas, apresentações, atividades de integração e momentos de reflexão sobre autoestima, empatia, sentimentos e relações afetivas. As atividades foram pensadas para proporcionar um ambiente seguro de escuta e diálogo, reforçando a importância de falar sobre saúde emocional e buscar apoio quando necessário.
Um dos temas trabalhados durante a programação foi “Quem cuida de quem cuida?”, levando os participantes a refletirem também sobre a saúde mental dos profissionais que atuam diariamente na proteção e no cuidado de crianças e adolescentes.
A proposta destacou que o cuidado precisa alcançar todos os envolvidos no processo: tanto aqueles que recebem acolhimento quanto os servidores que dedicam seu trabalho à proteção e à garantia de direitos.
Um dos momentos mais simbólicos foi a soltura de balões amarelos, representando esperança, união, respeito e valorização da vida. A atividade proporcionou um momento de emoção e reforçou a mensagem de que o diálogo, a empatia e as redes de apoio são fundamentais para enfrentar momentos de dificuldade.
A equipe técnica do CISAC destacou que o Setembro Amarelo representa uma oportunidade de ampliar o debate sobre saúde mental, combater preconceitos e incentivar atitudes de acolhimento e cuidado.
Mais do que uma programação alusiva à campanha, a ação reafirmou o compromisso da instituição com o bem-estar e a dignidade das crianças, adolescentes e profissionais que fazem parte da rotina de acolhimento.
A Casa de Acolhimento para Crianças e Adolescentes do Alto Acre (CISAC) é um consórcio intermunicipal formado pelos municípios de Xapuri, Epitaciolândia, Brasiléia e Assis Brasil. Atualmente, a instituição atende 14 crianças e adolescentes, com idades entre 07 meses e 14 anos.
A programação deixou uma mensagem de esperança, afeto e união: toda vida tem valor e merece ser cuidada com respeito, amor, acolhimento e dignidade.
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