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Deputada Michelle Melo lamenta mortes em ataque no Instituto São José e cobra execução de leis de prevenção à violência nas escolas

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A deputada estadual Michelle Melo (União Brasil) lamentou as mortes ocorridas no ataque registrado nesta terça-feira (5) no Instituto São José, que deixou duas pessoas mortas e outras duas feridas.

“Lamento profundamente a morte das vítimas nesse episódio tão triste, me solidarizo com as famílias e sigo em oração pela recuperação dos feridos’, disse a deputada.

Diante da tragédia, ela chamou atenção para a existência de leis estaduais voltadas à prevenção de situações como essa, mas que, segundo a parlamentar, ainda não são plenamente executadas.

Uma das normas citadas é a Lei nº 4.141, de 9 de agosto de 2023, de autoria da parlamentar, que institui um programa de prevenção à violência nas escolas públicas e privadas do Acre. A proposta prevê ações integradas entre as Secretarias de Educação (SEE) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), com foco na orientação de professores, alunos e funcionários para identificar e enfrentar situações de risco no ambiente escolar.

Outra legislação mencionada é a Lei nº 4.623, de 24 de julho de 2025, que estabelece a obrigatoriedade da capacitação em primeiros socorros de pelo menos um servidor por unidade escolar da rede estadual de ensino.

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Para Michelle Melo, o momento exige reflexão e ação efetiva por parte do poder público.

“É importante destacar que já existem iniciativas concretas do nosso mandato voltadas à prevenção. O debate deve ser direcionado à proteção, ao preparo e à responsabilidade. Não se trata de uma reação a uma tragédia, mas da continuidade de um trabalho já em andamento”, afirmou.

A deputada também reforçou a necessidade de que os órgãos governamentais responsáveis executem e fiscalizem as leis já aprovadas, garantindo sua aplicação prática nas escolas. Segundo ela, a efetividade dessas políticas pode contribuir para reduzir riscos e preparar melhor as comunidades escolares diante de situações de violência.

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“Vergonha total”: Parque industrial de Feijó afunda no abandono e Edvaldo acusa governo de virar as costas para empresários

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Parlamentar afirma que falta de manutenção compromete produção e acesso de empresas no município.

O deputado estadual Edvaldo Magalhães fez duras críticas à situação do parque industrial de Feijó durante sessão realizada nesta terça-feira na Assembleia Legislativa do Acre. O parlamentar afirmou que a estrutura enfrenta sérios problemas de infraestrutura e acusou o governo estadual de abandonar um espaço considerado estratégico para o fortalecimento da economia local.

Durante o pronunciamento, Edvaldo apresentou imagens que mostram as dificuldades enfrentadas por empresários e trabalhadores da região. Segundo ele, as condições das vias internas do parque industrial pioraram nos últimos anos, dificultando o tráfego de veículos e prejudicando diretamente o funcionamento das empresas instaladas no local.

O deputado relembrou que o parque industrial foi criado em 2013, quando ele comandava a área de indústria no Estado, com o objetivo de organizar o setor madeireiro e incentivar a geração de emprego e renda em Feijó. Atualmente, o espaço abriga diversas empresas do ramo moveleiro, além de iniciativas voltadas para torrefação de café e novos investimentos na cadeia produtiva do açaí.

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De acordo com o parlamentar, a falta de manutenção ao longo dos anos transformou o local em um cenário de abandono. Ele destacou que, durante o período de chuvas, caminhões e veículos enfrentam enormes dificuldades para acessar o parque, causando prejuízos aos empresários e comprometendo a produção industrial no município.

Edvaldo Magalhães afirmou ainda que empresários são obrigados a utilizar máquinas pesadas para garantir o acesso às indústrias. Para ele, a situação representa um desrespeito com trabalhadores e empreendedores que continuam investindo e gerando empregos no interior do Acre mesmo diante das dificuldades estruturais.

O parlamentar também defendeu que o governo utilize recursos do Fundo de Desenvolvimento e Apoio à Indústria para recuperar a área. Segundo ele, o próprio setor produtivo contribui para a formação do fundo, o que justificaria a aplicação dos recursos em melhorias emergenciais no parque industrial.

Ao encerrar o discurso, o deputado informou que encaminhou um pedido formal ao governo estadual e à governadora Mailza Assis solicitando obras imediatas no local, aproveitando o período de estiagem para recuperar os acessos e garantir melhores condições às empresas instaladas em Feijó.

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