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Caos nos ramais de Bujari: obra mal feita, animais atolados e moradores abandonados na gestão do prefeito Padeiro, veja o vídeo

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Moradores denunciam caos na zona rural de Bujari e expõem abandono na gestão do prefeito Padeiro.

A insatisfação de moradores da zona rural de Bujari com a administração do prefeito Padeiro volta a ganhar força e agora é acompanhada de imagens que escancaram o descaso. Um morador do ramal Copaíba enviou um vídeo ao portal 3 de Julho Notícias denunciando as precárias condições da via e a má qualidade de uma obra feita pela prefeitura, que teria resultado em mais um problema para quem depende do ramal no dia a dia.

No vídeo (veja abaixo), um cavalo aparece atolado dentro de uma suposta bueira, que, segundo o denunciante, foi levada pela correnteza por ter sido mal feita pela própria administração municipal. O morador relata a dificuldade para retirar o animal da vala e destaca que a situação coloca em risco não apenas os animais, mas também as famílias que precisam atravessar o trecho diariamente.

Indignado, o morador critica diretamente a gestão do prefeito Padeiro e rebate discursos otimistas da administração. “Vocês estão vendo aí o ramal do Bujari, no Copaíba. Tá vendo como é pra gente passar com cavalo? A administração do prefeito Padeiro, que vergonha. Os babão falam que tá tudo bom, né? Mas a maioria de nós vive aqui na lama”, desabafa no vídeo.

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Ainda segundo o relato, o problema não é isolado. O denunciante afirma que não há baloamento, nem limpeza adequada no local, o que agrava a situação e demonstra, segundo ele, a falta de planejamento e cuidado da prefeitura com a zona rural. “Isso aqui é serviço mal feito. Não tem baloamento, não tem limpeza. Vocês estão vendo aí”, reforça.

O caso expõe mais um capítulo do que moradores classificam como uma administração caótica do prefeito Padeiro, marcada por obras mal executadas e abandono dos ramais. Enquanto áreas mais próximas da cidade parecem receber atenção, quem vive na zona rural segue enfrentando lama, riscos e prejuízos, cobrando respostas e providências que, até agora, não chegaram.

Veja o vídeo:

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“O senhor quer dinheiro, papai?”: Reportagem de O Globo coloca Eduardo Velloso no centro de polêmica sobre emendas ligadas à família

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Eduardo Velloso envia dinheiro público para hospital da própria família e expõe prática questionável.

O deputado federal Eduardo Velloso (União Brasil-AC) entrou definitivamente no centro de uma polêmica nacional ao ser citado em reportagem do jornal O Globo por destinar emendas parlamentares a uma entidade ligada diretamente à sua família. O caso escancara uma prática que, embora travestida de legalidade, afronta princípios básicos da moralidade administrativa e do interesse público.

Segundo a apuração do jornal, R$ 331,1 mil em recursos públicos indicados por Velloso foram parar no hospital pertencente ao seu próprio pai, o médico oftalmologista Paulo Velloso. A destinação levanta suspeitas de favorecimento e reforça a percepção de que parte do Congresso utiliza as emendas como instrumento de benefício privado, e não como política pública.

A situação ganha ainda mais gravidade por ocorrer no momento em que o Supremo Tribunal Federal, por determinação do ministro Flávio Dino, promove um pente-fino rigoroso sobre o uso de emendas destinadas a ONGs. O objetivo é justamente identificar desvios, conflitos de interesse e a falta de transparência em repasses que cresceram de forma explosiva nos últimos anos.

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Dados levantados pelo O Globo mostram que os recursos destinados a ONGs saltaram dez vezes desde 2019, atingindo o volume recorde de R$ 1,7 bilhão em 2025. Uma parcela significativa desse dinheiro foi canalizada para entidades ligadas a familiares, ex-assessores e aliados políticos, revelando um sistema que transforma verbas públicas em moeda de troca política.

No caso de Eduardo Velloso, a relação direta entre o parlamentar e o beneficiário do recurso não deixa espaço para discursos evasivos. O dinheiro não foi destinado a uma política pública ampla ou estruturante, mas a uma instituição com vínculo familiar direto, o que agrava a crítica e amplia o questionamento público sobre suas reais prioridades como representante do Acre.

Outro ponto que aprofunda a controvérsia é o próprio modelo de repasse. As emendas podem ser transferidas diretamente para contas de entidades, sem licitação ou chamamento público, reduzindo o controle social e abrindo brechas para abusos. Trata-se de um sistema que favorece acordos de bastidores e dificulta a fiscalização efetiva.

Mesmo após a aprovação de uma resolução do Congresso, em julho de 2025, prometendo mais critérios e transparência, os fatos demonstram que o problema não é apenas normativo, mas político e ético. Casos como o de Eduardo Velloso reforçam a crítica de que, enquanto o discurso fala em responsabilidade e zelo com o dinheiro público, a prática segue marcada por interesses pessoais e familiares.

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