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Polícia Militar intercepta táxi na BR-364 e apreende 2,6 kg de maconha em Sena Madureira após denúncia anônima

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Polícia Militar apreende 2,6 kg de maconha em Sena Madureira – Foto: Assessoria/ PM

A Polícia Militar do Acre (PMAC), por meio do 8º Batalhão, realizou uma apreensão de aproximadamente 2,6 kg de maconha em Sena Madureira, neste fim de semana. A ação ocorreu na BR-364, nas proximidades do Polo Moveleiro, após denúncia anônima que apontava que um passageiro de táxi estaria transportando entorpecentes.

Com base nas informações, os militares montaram uma barreira policial e interceptaram o veículo. Durante a abordagem, um dos ocupantes tentou escapar correndo para uma área de mata, mas acabou localizado e detido logo depois.

Dentro do carro, os policiais encontraram uma mochila contendo cerca de 2 kg de droga. O suspeito, que apresentava dificuldades para se locomover devido à tentativa de fuga, afirmou ter se desfeito do celular durante a ação, mas o aparelho não foi encontrado.

O homem e o material apreendido foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Sena Madureira, onde ficaram à disposição da Justiça para os procedimentos cabíveis.

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Ameaça dentro de escola em Cruzeiro do Sul termina com prisão e liberação após acordo entre envolvidas

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Mulher acusada de intimidar merendeira com ameaça de faca foi detida, mas acabou liberada após desistência da vítima em levar o caso adiante – Foto: Divulgação

Uma ocorrência registrada dentro de uma unidade de ensino no centro de Cruzeiro do Sul acendeu o alerta para a segurança em ambientes escolares. Uma mulher de 41 anos foi detida após ameaçar uma merendeira de 35 anos, gerando tensão entre funcionários e mobilizando a Polícia Militar.

De acordo com informações repassadas pelas autoridades, a situação ocorreu no fim da tarde, quando equipes foram acionadas para atender uma denúncia de ameaça nas dependências da escola. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima já em contato com outra guarnição que realizava patrulhamento na região.

Segundo o relato da funcionária, a suspeita teria ido até o local e feito ameaças diretas, afirmando que aguardaria o término do expediente para atacá-la com uma faca. O episódio causou medo e preocupação, principalmente por ter ocorrido em um ambiente frequentado por estudantes.

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As investigações apontam que o desentendimento entre as duas teria origem em um vínculo profissional anterior. Ambas trabalharam juntas em um restaurante da cidade, e, após a demissão da suspeita, ela passou a responsabilizar a merendeira pela perda do emprego.

A mulher foi conduzida à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Criança e Adolescente (Deam), onde o caso foi formalmente registrado. No entanto, durante os procedimentos, a vítima optou por não dar continuidade à representação criminal.

Após diálogo entre as partes e assinatura de um termo, a suspeita acabou sendo liberada. Em depoimento, ela negou ter feito ameaças e afirmou que apenas pretendia conversar com a ex-colega.

Durante a abordagem policial, nenhum objeto cortante foi encontrado com a suspeita. Na mochila que ela carregava, havia apenas itens pessoais, o que também foi considerado na condução do caso.

Apesar do desfecho sem prisão prolongada, o episódio levanta questionamentos sobre a segurança em escolas e a necessidade de medidas preventivas para evitar que conflitos externos cheguem ao ambiente educacional.

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