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Homem condenado por assalto é reconhecido pela vítima

Edi Carlos foi preso quando se dirigia ao Pronto Socorro a fim de fazer uma consulta médica.

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Edi Carlos foi preso quando se dirigia ao Pronto Socorro a fim de fazer uma consulta médica.

Edi Carlos da Silva

Edi Carlos da Silva

Homens do grupo Captura, da Polícia Civil, capturaram na tarde desta quarta-feira (25) a Edi Carlos da Silva, de 35 anos, vulgo ‘o Paquinha’.

Condenado três vezes por assalto, roubo e tráfico de drogas, a 10 anos e 7 meses de prisão, ele foi preso quando se dirigia ao Pronto Socorro a fim de fazer uma consulta médica.

Paquinha já havia cumprido 5 anos de sua pena, quando foi beneficiado com o regime semiaberto, passando a ter liberdade  durante o dia e a obrigação de dormir, à noite, no presídio da Papudinha.

Segundo alega, em algum momento outros presos passaram a exigir que ele levasse droga e dinheiro para eles e por não ter obedecido, uma noite ele levou uma surra, dentro da cela.

A partir daí, ele não retornou mais para a Papudinha e arranjou um emprego em um posto, lavando carros, onde acabou sendo reconhecido por uma das vítimas que ele assaltou, que morava perto do posto e o denunciou à polícia.

Escrito Por Agência ContilNet Notícias

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Operação apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 em Tarauacá

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Operação da PF apura esquema de compra de votos nas eleições municipais de 2020 no AC — Foto: Arquivo/PF-AC

A Polícia federal e o Ministério Público Eleitoral deflagraram, nesta quarta-feira (25), a operação “Klerotorion” para apurar crimes de corrupção eleitoral ativa e passiva, associação criminosa e peculato ocorridos durante as eleições municipais de 2020 em Tarauacá, no interior do Acre.

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos investigados. Conforme a PF, as investigações começaram em agosto do ano passado, quando foi descoberto um esquema de compra de votos operado por associação criminosa formada por um vereador, dois ex-secretários de saúde e um servidor público municipal. A polícia não divulgou os nomes dos alvos.

As investigações apontaram que os candidatos investigados negociaram votos com eleitores para os cargos de prefeito e vereador da cidade de Tarauacá. Ainda segundo a PF, eles entregavam aos eleitores vantagens como dinheiro, passagens rodoviárias, gêneros alimentícios e outros.

Durantes as diligências policiais, ficou constatado que parte dos recursos usados na compra de votos era do cofre público, o que também caracteriza o crime de peculato. Por isso, os investigados podem responder pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa e peculato. Cerca de 16 policiais federais participaram da operação. Com informações do G1 Acre.

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