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Jorge Viana afirma que Brasil superou a média global no comércio exterior, bateu recorde histórico e iniciou 2026 com perspectivas ainda mais positivas

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Brasil cresce acima da média global no comércio exterior e bate recordes históricos em 2025

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, destacou que, mesmo diante de um cenário internacional desafiador e marcado por barreiras comerciais, o Brasil apresentou desempenho muito acima da média mundial no comércio exterior em 2025. Enquanto o comércio global avançou 2,4%, o Brasil registrou crescimento de 5,7%, mais que o dobro do índice internacional.

Segundo Jorge Viana, o resultado é fruto de uma condução firme do governo do presidente Lula, aliada ao trabalho estratégico do vice-presidente Geraldo Alckmin, à frente do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A atuação conjunta do Itamaraty e da ApexBrasil também foi apontada como decisiva.

O desempenho positivo se reflete diretamente na balança comercial brasileira, que encerrou 2025 com superávit recorde de US$ 68,3 bilhões. O resultado fortalece as reservas internacionais do país e amplia a presença do Brasil no comércio global, consolidando uma posição de maior protagonismo econômico.

Reconhecimento ao trabalho institucional

Jorge Viana ressaltou que os números extraordinários são motivo de celebração logo no início de 2026. Para ele, os dados oficiais sobre o fluxo de comércio e o crescimento das exportações demonstram que o país segue no caminho certo, mesmo em um ambiente internacional marcado por incertezas e tensões comerciais.

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O presidente da ApexBrasil fez questão de agradecer às instituições envolvidas e, de forma especial, aos colaboradores e colaboradoras da ApexBrasil no Brasil e no exterior. Segundo ele, o trabalho dedicado e comprometido das equipes é essencial para transformar estratégias em resultados concretos.

Tarifas altas, mas resultados ainda maiores

Mesmo com o chamado “tarifaço” enfrentado em alguns mercados, o Brasil conseguiu crescer acima da média global. O fluxo de comércio brasileiro avançou mais de 5%, enquanto o mundo ficou em torno de 2,5%, demonstrando resiliência e competitividade da economia nacional.

Em um ano considerado difícil, o comércio exterior brasileiro cresceu 3,4%, quebrando recordes históricos. O mês de dezembro foi apontado como extraordinário, com saldo positivo de cerca de US$ 9 bilhões na balança comercial, reforçando a força das exportações nacionais.

Perspectivas animadoras para 2026

As projeções para 2026 também são otimistas. De acordo com Jorge Viana, o Brasil pode alcançar um fluxo de comércio próximo de US$ 700 bilhões, impulsionado pelo crescimento das exportações e por uma presença ainda maior nos mercados internacionais.

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O dirigente destacou ainda que esse desempenho é resultado de um esforço coordenado, que inclui missões internacionais lideradas pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, além do trabalho integrado com o Ministério da Agricultura e outros órgãos estratégicos.

Ao final, Jorge Viana parabenizou o governo federal como um todo, o MDIC, o Itamaraty e toda a equipe da ApexBrasil. Para ele, os números comprovam que o Brasil segue avançando com mais competitividade, mais confiança e maior protagonismo global no comércio internacional.

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“Jamais vou fazer acordo para colocar minha esposa de vice, se eu posso ser candidato”, afirma Bocalom e reage a especulações nos bastidores

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“Jamais vou fazer acordo para colocar minha esposa de vice, se eu posso ser candidato”, afirma Tião Bocalom

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), tratou de desmentir, de forma categórica, os rumores que circulam nos bastidores da política acreana sobre uma possível desistência da disputa ao Governo do Estado para indicar sua esposa, Kelen Nunes, como vice em uma suposta aliança com o senador Alan Rick (Republicanos).

Segundo Bocalom, a informação não passa de especulação. O prefeito afirmou que jamais discutiu esse tipo de acordo com qualquer liderança política e classificou como inexistente a possibilidade de compor chapa colocando a esposa como vice. “Se posso ser candidato, jamais faria esse tipo de acordo”, declarou.

Ao comentar o cenário da sucessão estadual, o gestor demonstrou cautela. Bocalom admitiu que acompanha com atenção os movimentos políticos, especialmente no Progressistas (PP), partido ao qual a vice-governadora Mailza Assis é filiada. Ele avalia que uma eventual renúncia ao cargo de prefeito só ocorreria em um cenário de ampla segurança política.

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O prefeito também ressaltou que não pretende “ir para o sacrifício” sem garantias claras de apoio. Para ele, qualquer decisão passa, necessariamente, pela convicção do PP de que seu nome seria o mais competitivo para enfrentar o senador Alan Rick, apontado hoje como favorito na disputa pelo Palácio Rio Branco.

Com experiência de quem já venceu e perdeu eleições, Bocalom deixou claro que segue ressabiado e atento às articulações. Por enquanto, prefere observar os próximos capítulos dessa “salada política” que começa a se formar nos bastidores do poder acreano.

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