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Com investimento anunciado por Lula, Luiz Gonzaga acompanha início da reconstrução da BR-364 e garante: “É obra de qualidade e vai durar”

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Reconstrução da BR-364 começa após anos de abandono, e Luiz Gonzaga afirma que obra terá longa durabilidade.

Depois de superar todas as etapas burocráticas do processo licitatório, o DNIT autorizou oficialmente o início das obras de reconstrução da BR-364, principal rodovia do Acre e eixo fundamental para o transporte de pessoas, mercadorias e serviços no estado.

O investimento foi anunciado ainda no ano passado pelo presidente Lula, durante visita ao Acre. Ao todo, estão sendo destinados cerca de R$ 800 milhões para a recuperação completa da estrada, que sofreu anos de desgaste e ausência de investimentos significativos no período do governo Jair Bolsonaro.

Mesmo em pleno inverno amazônico, as empresas vencedoras da licitação deram início aos trabalhos devido à situação crítica da rodovia em vários trechos. A BR-364 é considerada estratégica para a integração do Acre com o restante do país, e sua precariedade vinha gerando prejuízos econômicos e riscos à segurança dos usuários.

O deputado estadual Luiz Gonzaga, que costuma percorrer frequentemente a rodovia, gravou um vídeo que circula nas redes sociais mostrando o andamento das obras. Nas imagens, ele destaca a qualidade do material utilizado, conhecido como “macadame”, e demonstra otimismo com a durabilidade da reconstrução.

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“Isso aqui é um dos trechos da BR-364 que está sendo reconstruído, chamado de macadame. Como vocês podem ver, o serviço é de qualidade e deve durar muito tempo”, afirmou o parlamentar, ressaltando a importância do investimento para garantir uma rodovia mais segura e resistente para os acreanos.

Veja o vídeo:

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Acordo Mercosul–União Europeia abre novo mercado global e, segundo Jorge Viana, impulsiona exportações sustentáveis do Acre

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Acordo Mercosul–União Europeia deve favorecer exportações do Acre e ampliar acesso a mercado de US$ 22 trilhões.

O acordo entre o Mercosul e a União Europeia, concluído após mais de duas décadas de negociações, cria o maior mercado econômico integrado do mundo, reunindo mais de 700 milhões de consumidores e um Produto Interno Bruto combinado próximo de US$ 22 trilhões. Para o Acre, o entendimento representa uma oportunidade estratégica de ampliação e valorização das exportações, especialmente de produtos compatíveis com a floresta.

Segundo o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o perfil do mercado europeu dialoga diretamente com o modelo produtivo desenvolvido no estado. “O mercado da União Europeia é um mercado muito interessante para os produtos compatíveis com a floresta. Existe um grande interesse desse mercado imenso por esse tipo de produção, e isso tende a valorizar ainda mais as exportações do Acre”, afirmou.

Na mesma linha, Aloysio Nunes, ex-chanceler e chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil na Europa, ressaltou o impacto do acordo sobre as economias regionais. “Esse acordo abre acesso a sistemas de produção regionais no Brasil, que passam a ter maior acesso ao mercado da União Europeia, com destaque para a produção da Amazônia, que terá acesso preferencial a esse mercado”, afirmou.

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Para Jorge Viana, o acordo vai na contramão do atual cenário internacional, marcado pelo enfraquecimento do comércio multilateral. “Enquanto o mundo vê acordos sendo desfeitos e a própria Organização Mundial do Comércio perde importância, o Mercosul e a União Europeia avançam no maior acordo econômico do planeta”, destacou.

Ao analisar a relação comercial entre Brasil e União Europeia, o presidente da ApexBrasil ressaltou a relevância estratégica dessa parceria. “O comércio entre o Brasil e a União Europeia gira em torno de 100 bilhões de dólares e é o segundo maior fluxo comercial do país, atrás apenas da China. O mais importante é que se trata de um comércio equilibrado, praticamente 50 a 50”, afirmou.

“Mais de um terço das exportações brasileiras vem da indústria de processamento, não apenas de produtos primários do agronegócio. O Acre tem grande potencial para ampliar sua presença internacional com produtos que agregam valor, geram renda.” ressaltou.

No âmbito das discussões internas na União Europeia, França, Polônia, Áustria, Hungria e Irlanda mantiveram-se contrárias ao acordo, enquanto a Bélgica optou pela abstenção. Votaram a favor Itália, Bulgária, República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Estônia, Grécia, Espanha, Croácia, Chipre, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Portugal, Romênia, Eslovênia, Eslováquia, Finlândia e Suécia.

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Ao final, o presidente da ApexBrasil destacou o simbolismo do momento. “Temos muito o que celebrar. Não há maneira melhor de começar 2026 do que com essa notícia do acordo sendo resolvido nessa etapa e agora seguindo para os Legislativos, para que possa entrar em vigor”, concluiu.

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