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Desprezo ao interior: Movimento do Vale do Juruá repudia governo Gladson Cameli por abandonar promessa da ponte em Rodrigues Alves

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Propaganda em Rio Branco, abandono no Juruá: a marca do governo Gladson Cameli.

O Movimento Social Pró-Ponte do Vale do Juruá divulgou uma dura nota de repúdio contra o governo do Acre, comandado por Gladson Cameli, denunciando o que classificam como abandono e descaso com a população de Rodrigues Alves. A insatisfação ganhou força após o governo estadual, por meio do Deracre, dar ampla publicidade à maquete da sexta ponte sobre o Rio Acre, em Rio Branco, ignorando completamente a histórica reivindicação da ponte sobre o Rio Juruá.

Segundo o movimento, a revolta é ainda maior porque a construção da ponte em Rodrigues Alves foi promessa reiterada pelo governador durante as eleições de 2018 e 2022, além de ter sido reafirmada em agendas oficiais no município. Em uma dessas ocasiões, Gladson Cameli chegou a submeter à população a escolha entre investimentos da ordem de R$ 100 milhões no município ou a construção da ponte, decisão que, de forma unânime, priorizou a obra, jamais executada.

A entidade destaca que a ponte sobre o Rio Juruá não é um capricho político, mas uma necessidade estratégica para a integração regional, o desenvolvimento econômico e a mobilidade da população do Vale do Juruá. A obra é considerada fundamental para fortalecer a ligação com municípios como Porto Walter e Marechal Thaumaturgo, além de estar diretamente conectada à recuperação da BR-364, outra promessa que segue distante da realidade.

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O movimento também critica o tratamento desigual adotado pelo governo estadual, que avança com pontes em municípios como Sena Madureira, Xapuri e a capital Rio Branco, enquanto Rodrigues Alves permanece fora do planejamento. Para os moradores, o discurso do governo de que a responsabilidade é do governo federal soa como tentativa de transferência de culpa e fuga de compromisso político assumido publicamente.

Por fim, o Movimento Social Pró-Ponte do Vale do Juruá ressalta que, ao contrário do governo estadual, a bancada federal acreana cumpriu seu papel ao garantir recursos para o projeto executivo, que já foi licitado pelo DNIT. A cobrança agora é clara: que o governador Gladson Cameli deixe a propaganda de lado, cumpra a palavra dada e trate o Vale do Juruá com o respeito que a região merece.

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Sob o governo Gladson Cameli, saúde entra em crise: Sindmed-AC denuncia desvio de medicamentos e falência no controle da rede pública

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Governo Gladson Cameli sob denúncia: Sindmed-AC expõe sumiço de medicamentos e escândalo na saúde pública do Acre – Foto: Diego Gurgel

O Governo de Gladson Cameli voltou ao centro de uma grave crise na saúde pública após investigações revelarem o desvio de medicamentos e insumos hospitalares da rede estadual. A denúncia, reiterada ao longo dos anos pelo Sindmed-AC, escancara um cenário de abandono, falhas de gestão e ausência de controle que atingem diretamente a população mais vulnerável do Acre.

Segundo o sindicato, o desaparecimento de medicamentos essenciais não é um fato isolado nem recente. Trata-se de um problema crônico, sistematicamente ignorado pela atual gestão estadual, que resultou em prateleiras vazias, pacientes sem tratamento e profissionais de saúde submetidos a condições precárias de trabalho. A falta de remédios básicos, em um sistema já sobrecarregado, transforma hospitais e unidades de saúde em espaços de sofrimento e insegurança.

A gravidade da situação ficou ainda mais evidente após ações da Polícia Civil do Acre, que apreendeu grande quantidade de medicamentos desviados do sistema público, incluindo itens de alto custo e uso exclusivamente hospitalar. O episódio levanta questionamentos diretos sobre a capacidade, ou a vontade, do governo Gladson Cameli de fiscalizar contratos, estoques e a cadeia de distribuição de insumos da saúde.

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Diante do escândalo, o Sindmed-AC cobra investigações rigorosas, rápidas e transparentes, com punição exemplar de todos os envolvidos. Para a entidade, é inaceitável que medicamentos destinados ao Sistema Único de Saúde desapareçam enquanto pacientes aguardam atendimento e unidades operam em colapso, cenário que se agravou sob a atual administração estadual.

O sindicato reforça que a crise não será resolvida com discursos ou promessas. É indispensável fortalecer mecanismos de controle, auditoria e transparência, além de uma postura firme do governo estadual para combater práticas que atentam contra a vida da população acreana. O sumiço de medicamentos, agora comprovado por investigações, expõe mais um capítulo de negligência na gestão da saúde sob o comando do governo do estado.

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