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Polícia Federal realiza operação contra garimpo ilegal na Terra Indígena Tubarão Latundê, em Rondônia

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Garimpo ilegal é alvo de operação da PF e Ibama em Rondônia – Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou uma ação conjunta com o Ibama para retirar invasores da Terra Indígena Tubarão Latundê, em Rondônia. A mobilização ocorreu após relatos anônimos que apontavam a presença de garimpeiros atuando clandestinamente dentro do território protegido.

Com base nas informações recebidas, equipes dos dois órgãos realizaram levantamentos iniciais e confirmaram a existência de um ponto de exploração mineral ilegal em área de acesso restrito. Diante da constatação, foi organizado o deslocamento imediato das forças de fiscalização até a região alvo.

Durante a operação, cinco suspeitos foram detidos em flagrante. Os agentes apreenderam duas armas de fogo, munições e destruíram estruturas usadas pelos garimpeiros, incluindo acampamento e equipamentos pesados, como uma retroescavadeira. Após a prisão, os envolvidos foram conduzidos ao sistema prisional, onde ficarão à disposição da Justiça.

Os detidos poderão responder por exploração ilegal de recursos minerais, usurpação de bens da União e porte ilegal de arma de fogo. A Polícia Federal reforça que continuará atuando para garantir a proteção das terras indígenas e combater práticas criminosas que ameaçam povos originários e o meio ambiente amazônico.

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Polícia Federal investiga servidor da Funai por suspeita de desviar benefícios de indígenas em Feijó

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Operação da PF apura retenção de cartões e possível fraude contra comunidades indígenas do Alto Rio Envira – Foto: Reprodução

A Polícia Federal deflagrou uma operação no município de Feijó, para investigar um suposto esquema de desvio de benefícios sociais destinados a povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A ação, batizada de “Tutela Originária”, resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e na aplicação de medidas cautelares contra um servidor indígena ligado à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

De acordo com as investigações, o suspeito teria se aproveitado da confiança de integrantes das comunidades indígenas da região do Alto Rio Envira para ficar com cartões bancários, documentos pessoais e outros dados dos beneficiários. A justificativa apresentada seria a de auxiliar os indígenas no acesso a programas assistenciais e serviços burocráticos.

Segundo a Polícia Federal, durante a apuração surgiram indícios de que parte do dinheiro retirado das contas dos beneficiários não era repassada integralmente às famílias indígenas. O caso levanta suspeitas de prejuízos financeiros e exploração da vulnerabilidade social enfrentada por moradores das aldeias da região.

A Justiça Federal autorizou três mandados de busca e apreensão em Feijó. Além disso, o investigado foi submetido ao uso de tornozeleira eletrônica e está proibido de frequentar unidades da Funai no município. Ele também não poderá entrar em terras indígenas enquanto durar a investigação.

A PF informou ainda que o inquérito continua em andamento para identificar se outras pessoas participaram do esquema. Os investigadores trabalham para rastrear movimentações financeiras e analisar materiais recolhidos durante a operação.

Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder por crimes como estelionato, retenção ilegal de documentos, furto qualificado mediante abuso de confiança e apropriação de benefícios destinados a pessoas vulneráveis. A operação reforça o alerta sobre a necessidade de fiscalização no acesso a programas sociais em áreas indígenas do Acre.

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