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Luto na Polícia Militar: Sargento do Bope morre em grave acidente na BR-317, em Senador Guiomard

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Colisão envolvendo caminhão causa morte de sargento da PM em Senador Guiomard – Foto: Reprodução

O segundo sargento da Polícia Militar do Acre, Edson Barros de Oliveira, de 46 anos, morreu em um grave acidente de trânsito registrado na BR-317, no município de Senador Guiomard, interior do estado. O militar conduzia um veículo quando colidiu na traseira de um caminhão que estava parado na rodovia.

De acordo com informações repassadas pela Polícia Civil, o caminhão apresentou um problema mecânico e acabou imobilizado no meio da pista, nas proximidades do posto de fiscalização do Grupo Especial de Fronteira (Gefron). O motorista do veículo pesado teria parado para tentar sinalizar o local, momento em que ocorreu a colisão.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas ao chegar ao local apenas confirmou o óbito do sargento. O condutor do caminhão passou pelo teste do bafômetro, que não apontou ingestão de álcool. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Instituto Médico Legal (IML) também foram chamados para os procedimentos de praxe.

O motorista do caminhão se apresentou voluntariamente à delegacia e prestou esclarecimentos, sendo liberado. Ele deverá retornar para novo depoimento nos próximos dias, enquanto a Polícia Civil segue investigando o caso para apurar as circunstâncias do acidente. Em nota, a Polícia Militar do Acre e o Batalhão de Operações Especiais (Bope) lamentaram a morte do sargento, destacando sua dedicação, profissionalismo e serviços prestados à segurança pública do estado.

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Polícia Federal investiga servidor da Funai por suspeita de desviar benefícios de indígenas em Feijó

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Operação da PF apura retenção de cartões e possível fraude contra comunidades indígenas do Alto Rio Envira – Foto: Reprodução

A Polícia Federal deflagrou uma operação no município de Feijó, para investigar um suposto esquema de desvio de benefícios sociais destinados a povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A ação, batizada de “Tutela Originária”, resultou no cumprimento de mandados de busca e apreensão e na aplicação de medidas cautelares contra um servidor indígena ligado à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

De acordo com as investigações, o suspeito teria se aproveitado da confiança de integrantes das comunidades indígenas da região do Alto Rio Envira para ficar com cartões bancários, documentos pessoais e outros dados dos beneficiários. A justificativa apresentada seria a de auxiliar os indígenas no acesso a programas assistenciais e serviços burocráticos.

Segundo a Polícia Federal, durante a apuração surgiram indícios de que parte do dinheiro retirado das contas dos beneficiários não era repassada integralmente às famílias indígenas. O caso levanta suspeitas de prejuízos financeiros e exploração da vulnerabilidade social enfrentada por moradores das aldeias da região.

A Justiça Federal autorizou três mandados de busca e apreensão em Feijó. Além disso, o investigado foi submetido ao uso de tornozeleira eletrônica e está proibido de frequentar unidades da Funai no município. Ele também não poderá entrar em terras indígenas enquanto durar a investigação.

A PF informou ainda que o inquérito continua em andamento para identificar se outras pessoas participaram do esquema. Os investigadores trabalham para rastrear movimentações financeiras e analisar materiais recolhidos durante a operação.

Caso as suspeitas sejam confirmadas, os envolvidos poderão responder por crimes como estelionato, retenção ilegal de documentos, furto qualificado mediante abuso de confiança e apropriação de benefícios destinados a pessoas vulneráveis. A operação reforça o alerta sobre a necessidade de fiscalização no acesso a programas sociais em áreas indígenas do Acre.

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