Política
Marina Silva afirma que queda do desmatamento anda junto com crescimento do agronegócio e cita avanços históricos
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Com Marina Silva, governo aponta queda histórica do desmatamento e avanço recorde do agronegócio – Foto: Rogério Cassimiro/ MMA
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, afirmou nesta quinta-feira que a redução do desmatamento no Brasil não tem travado o agronegócio. Pelo contrário: segundo ela, os números mostram que é possível proteger o meio ambiente e, ao mesmo tempo, manter o setor produtivo em expansão, desde que haja política pública séria e compromisso institucional.
Durante coletiva no Palácio do Planalto, Marina destacou que os resultados são fruto de decisões baseadas em dados técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do reforço no orçamento ambiental determinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com os levantamentos apresentados, as áreas sob risco de desmatamento na Amazônia caíram 35% entre agosto do ano passado e janeiro, enquanto no Cerrado a redução foi de 6%.
A ministra também chamou atenção para a expressiva queda da degradação florestal amazônica, que despencou 93% em comparação ao ciclo anterior. Ela ressaltou ainda que, seguindo esse ritmo, o país pode alcançar em 2026 a menor taxa de desmatamento da série histórica da Amazônia, um marco ambiental que recolocaria o Brasil como referência internacional em preservação.
Outro ponto enfatizado foi o impacto positivo dessas políticas na imagem do país lá fora. Marina lembrou que o Brasil abriu cerca de 500 novos mercados para seus produtos agrícolas e avançou em acordos comerciais estratégicos, mostrando que responsabilidade ambiental e competitividade podem caminhar juntas quando há planejamento e execução consistentes.
Nos municípios considerados prioritários para o combate ao desmatamento e às queimadas, a queda acumulada chegou a mais de 65% entre 2022 e 2025. Paralelamente, as operações de fiscalização ambiental quase dobraram na Amazônia, com aumento expressivo de abordagens e registros de crimes ambientais, reforçando o cerco contra atividades ilegais.
Por fim, os dados do setor agropecuário indicam que o país vive um momento de forte produção: as exportações do agronegócio cresceram, a balança comercial manteve superávit elevado e a safra de grãos 2024/2025 bateu recorde histórico, assim como a produção de carnes. Para Marina Silva, esse cenário confirma que proteger florestas não é obstáculo ao desenvolvimento, é parte essencial de um projeto de crescimento sustentável para o Brasil.

Política
Sindmed-AC denuncia desinformação e fake news do secretário Pedro Pascoal e alerta para ataques contra trabalhadores da saúde de Brasileia

Braço direito de Gladson Cameli na Saúde, Pedro Pascoal é acusado de espalhar desinformação e atacar sindicatos – Foto: Izabelle Farias
Em nota, o Sindmed-AC denunciou publicamente o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal, por disseminar informações falsas, classificadas pela entidade como fake news, sobre a atuação dos sindicatos e a composição do Conselho Estadual de Saúde. Segundo o sindicato, as declarações do gestor têm como objetivo desinformar a população e enfraquecer a mobilização dos trabalhadores da saúde.
De acordo com o Sindmed, Pedro Pascoal afirmou que os sindicatos controlariam cerca de 70% das cadeiras do Conselho Estadual de Saúde, informação considerada inverídica pela entidade. O sindicato esclarece que os representantes dos trabalhadores ocupam apenas 25% do colegiado, conforme prevê a legislação do Sistema Único de Saúde (SUS).
A entidade também critica a condução do processo de terceirização do Hospital de Brasiléia, que teria ocorrido sem debate amplo e sem passar pelos trâmites obrigatórios dentro do Conselho Estadual de Saúde, formado majoritariamente por usuários do SUS. Para o Sindmed, a gestão estadual optou pela falta de transparência ao acelerar decisões que impactam diretamente o atendimento à população.
Ainda segundo o sindicato, o secretário tenta responsabilizar os trabalhadores pelos problemas estruturais do hospital, desviando o foco da má gestão, da ausência de investimentos e da precarização das unidades de saúde. Para a entidade, esse discurso alimenta ataques aos servidores e cria um clima de hostilidade contra quem atua na linha de frente do atendimento.
O Sindmed afirma que as fake news propagadas por Pedro Pascoal fazem parte de uma estratégia para justificar a privatização de serviços públicos e enfraquecer o controle social exercido pelos conselhos. A entidade alerta que esse tipo de prática compromete a democracia e prejudica diretamente a qualidade da saúde pública no Acre.
Por fim, o sindicato cobra responsabilidade do secretário e do governo do Estado, exigindo respeito aos profissionais da saúde, transparência nas decisões e diálogo com as categorias. A entidade reforça que a população precisa de informação verdadeira, não de versões distorcidas dos fatos, e que saúde pública se constrói com gestão séria, não com desinformação.
Veja o vídeo:

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