Política
Caso Chico Doido: Agressão contra jovem em UBS gera nota de repúdio da Secretaria da Mulher de Epitaciolândia
Política

Secretaria da Mulher de Epitaciolândia repudia agressão contra servidora em unidade de saúde
A Secretaria Municipal da Mulher de Epitaciolândia divulgou nota oficial de repúdio após o episódio de violência, intimidação e agressão física ocorrido no dia 05 de fevereiro, dentro da Unidade Básica de Saúde da Comunidade Nari Bela Flor.
A vítima foi identificada como Sayonara de Sousa Lima, servidora pública que estava no exercício de suas funções quando foi agredida por Francisco Castro Dantas, mais conhecido como “Chico Doido”. O caso gerou revolta na comunidade por ter acontecido em um espaço público destinado ao atendimento da população.
Segundo a Secretaria, o episódio configura violência contra a mulher e compromete diretamente a segurança do ambiente institucional, além de afetar a qualidade dos serviços essenciais prestados à comunidade. A pasta reforçou que nenhuma forma de violência será tolerada, especialmente dentro de unidades de saúde.
Em nota, a Secretaria manifestou solidariedade à vítima e cobrou a responsabilização do agressor, com base na Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha), reafirmando o compromisso do poder público municipal com a defesa dos direitos das mulheres.
O posicionamento oficial destaca ainda que violência contra a mulher é crime e precisa ser enfrentada com rigor, respeito às vítimas e aplicação da lei.
A nota foi assinada pela secretária municipal da Mulher, Jamiele Albuquerque, e divulgada pela SEMMEP.
O caso segue sob apuração, enquanto a população cobra providências das autoridades para garantir mais segurança nos espaços públicos e evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
Veja o vídeo:
Um grave episódio de violência dentro da Unidade de Saúde da Comunidade Nari Bela Flor levou a jovem Sayonara de Sousa Lima a procurar a Polícia Civil do Acre, em Epitaciolândia, para registrar boletim de ocorrência contra Francisco Castro, conhecido como “Chico Doido”. pic.twitter.com/IKcMIkeT5h
— 3 de Julho Notícias (@3dejulhonoticia) February 5, 2026


Política
Leis do vereador André Kamai entram em vigor e reforçam cultura, turismo religioso e transparência em Rio Branco

As duas leis já produzem efeitos legais a partir da publicação no Diário Oficial – Foto: Paulo Murilo
Duas leis de autoria do vereador André Kamai (PT) já estão em vigor em Rio Branco e passam a integrar oficialmente o ordenamento jurídico do município. Sancionadas pela Prefeitura no dia 30 de janeiro de 2026, as normas tratam de temas distintos, mas convergentes: a valorização das tradições religiosas como patrimônio cultural e a adoção de linguagem simples na administração pública.
A Lei Municipal nº 2.657/2026 reconhece o Calendário de Eventos Diocesanos da Diocese de Rio Branco como Patrimônio Cultural Imaterial do Município e o inclui no Calendário Turístico Oficial. A medida abrange celebrações tradicionais como o Rio de Água Viva, Semana Santa, Corpus Christi e o Círio de Nazaré, eventos que mobilizam milhares de fiéis e fazem parte da identidade histórica e cultural da capital acreana.
Além do reconhecimento simbólico, a lei autoriza o Poder Executivo a firmar parcerias com a Diocese de Rio Branco para ações de preservação, valorização e difusão dessas celebrações, fortalecendo o turismo religioso e ampliando seu impacto cultural e econômico no município.
Linguagem simples na administração pública
Já a Lei Municipal nº 2.655/2026 institui a Política Municipal de Linguagem Simples nos órgãos da administração pública direta e indireta, incluindo a Câmara Municipal. A proposta estabelece que documentos, atos oficiais, comunicados e informações públicas devem ser redigidos de forma clara, objetiva e acessível à população.
Entre os objetivos estão a redução do uso de jargões técnicos, siglas desconhecidas e termos excessivamente burocráticos, além do estímulo ao uso de linguagem inclusiva e adequada a pessoas com deficiência. A política também busca diminuir custos administrativos, reduzir a dependência de intermediários e ampliar a transparência e o controle social.
Segundo André Kamai, a iniciativa enfrenta uma barreira histórica entre o Estado e a população. “Muita gente não consegue entender o que está escrito nos documentos oficiais. A linguagem simples é uma ferramenta de acesso a direitos e de fortalecimento da cidadania”, afirmou o vereador.
As duas leis já produzem efeitos legais a partir da publicação no Diário Oficial e integram a agenda legislativa apresentada por Kamai na Câmara Municipal de Rio Branco, com foco em políticas públicas de inclusão, transparência e valorização cultural.
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