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Tribunal Regional do Trabalho e TJRO alinham estratégias para ampliar acesso à justiça por meio de Fóruns Digitais e Itinerância Cooperativa

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Encontro entre as instituições debateu a governança, a integração de serviços e o atendimento em localidades remotas – Foto: Assessoria

Com o objetivo de fortalecer a cooperação judiciária e garantir que a justiça chegue a todos os cidadãos de Rondônia, o Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (RO/AC) e o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) realizaram uma reunião de alinhamento estratégico. O foco central das discussões foi a atuação conjunta na Justiça Itinerante Cooperativa e a otimização dos fluxos de trabalho nos Fóruns Digitais.

O encontro realizado na quinta-feira (29), no gabinete do presidente do TRT-14, marcou um momento de integração entre as duas instituições, buscando unir a capilaridade e a estrutura física inovadora dos Fóruns Digitais do TJRO com a expertise consolidada do TRT-14 em justiça itinerante e atendimento aos trabalhadores.

Governança e capilaridade

Durante a reunião, foi discutida a minuta de um novo Termo de Cooperação Técnica. A pauta principal girou em torno de como as instituições podem racionalizar recursos e ampliar a efetividade da prestação jurisdicional.

O presidente do TRT-14, desembargador Ilson Alves Pequeno Junior, destacou a importância da governança e do planejamento estratégico para que essa parceria resulte em benefícios reais para a população. “Nossa gestão adota uma metodologia integrativa, focada na melhoria contínua dos processos. Este alinhamento com o TJRO é fundamental e precisamos garantir que o usuário, ao chegar em um Fórum Digital ou em uma ação itinerante, saiba exatamente quais serviços da Justiça do Trabalho estão à sua disposição, com clareza e sem burocracia”.

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O vice-presidente e corregedor do TRT-14, desembargador Carlos Augusto Gomes Lôbo, reforçou o compromisso da Corregedoria em atuar na ponta, identificando as necessidades das comunidades mais distantes: “Estamos vivenciando um alinhamento institucional histórico. A itinerância que propomos agora é mais abrangente, dialogando com segmentos como ribeirinhos e comunidades tradicionais, como os quilombolas. A expertise do TRT-14 na itinerância, somada à estrutura do TJRO, permitirá que levemos cidadania e dignidade a quem mais precisa, superando barreiras geográficas.”

O juiz auxiliar da presidência e da corregedoria Antônio César Medeiros, apresentou os templates da iniciativa e o Secretário Geral da Presidência João Bosco Machado de Miranda contextualizou as iniciativas estratégicas que integram governança e corregedoria, um marco inovador da atual gestão com ênfase no trabalho integrado e harmonioso.

Foco no cidadão e comunicação simplificada

Um dos pontos práticos debatidos foi o atendimento nos Fóruns Digitais, onde as equipes técnicas identificam a necessidade de simplificar a linguagem e melhorar a divulgação dos serviços para facilitar a comunicação com o cidadão que busca atendimento.

O corregedor-geral do TJRO, desembargador Glodner Luiz Pauletto, ressaltou a disposição do tribunal estadual em compartilhar suas estruturas para fortalecer o sistema de justiça como um todo. “O Tribunal de Justiça está de portas abertas. Esta parceria visa economia de tempo, recursos e, principalmente, produtividade em prol do jurisdicionado. Ao colocarmos nossa estrutura à disposição para os termos de cooperação, garantimos maior capilaridade e efetividade. É uma união de esforços onde quem ganha é a sociedade rondoniense”.

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Próximos passos

Ficou definido que as instituições trabalharão na atualização e ampla divulgação da Carta de Serviços Unificada, detalhando o que pode ser resolvido nos Fóruns Digitais — desde a coleta de depoimentos e atermação até a realização de perícias e audiências telepresenciais.

Em breve, como resultado prático deste alinhamento, o novo Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre os tribunais será assinado solenemente nas dependências do Fórum Digital de Candeias do Jamari, reafirmando o compromisso com a inovação e a presença do judiciário em todo o estado.

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Carne moída a semana inteira e comida só no sal: denúncia atinge Pronto-Socorro de Rio Branco sob governo Gladson Cameli

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Sob gestão de Gladson Cameli, Pronto-Socorro de Rio Branco é alvo de denúncia por alimentação precária. – Foto: Reprodução/ Facebook

A situação da alimentação oferecida a pacientes e funcionários do Pronto-Socorro de Rio Branco voltou a gerar indignação nas redes sociais e levanta questionamentos diretos à gestão do governador Gladson Cameli na área da saúde pública. A denúncia foi feita por Maria Helena, que expôs o que classifica como um cenário de descaso dentro da unidade hospitalar.

Segundo a publicação, a Fundhacre recebe regularmente legumes, frutas, verduras, carnes brancas e vermelhas, além de ovos, destinados à alimentação de pacientes e servidores. No entanto, no HUERB, esses alimentos simplesmente “não aparecem” no prato de quem depende do serviço público.

De acordo com o relato, a rotina alimentar no hospital se resume, na maior parte do tempo, a carne moída servida durante toda a semana, sem qualquer acompanhamento nutricional adequado e temperada apenas com sal. A situação teria se agravado ainda mais recentemente, quando, segundo a denúncia, foi servida carne de porco cozida apenas no sal, fato considerado humilhante para pacientes e trabalhadores.

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A denúncia reacende o debate sobre falta de fiscalização, transparência e gestão eficiente dos recursos destinados à saúde no Acre. Se os alimentos chegam à instituição, por que não chegam às mesas? Onde estão indo os insumos que deveriam garantir uma alimentação digna a quem está internado ou trabalhando no hospital?

O caso expõe mais uma fragilidade da saúde estadual sob o comando do governador Gladson Cameli, reforçando críticas recorrentes sobre prioridades distorcidas, ausência de controle e possível desperdício ou desvio de recursos. Até o momento, não há esclarecimentos oficiais sobre o destino dos alimentos nem explicações sobre a precariedade relatada.

Enquanto isso, pacientes continuam enfrentando não apenas a dor da doença, mas também a negligência alimentar, em um sistema que deveria, no mínimo, garantir dignidade básica a quem mais precisa.

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