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Superintendente do Incra, Marcio Alécio lidera mais uma ação histórica no PA Porto Luiz, em Acrelândia, com regularização, crédito e titulação

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O superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Acre, Marcio Alécio, conduziu mais uma importante ação no Projeto de Assentamento (PA) Porto Luiz, localizado no município de Acrelândia. A iniciativa contemplou regularização, liberação de crédito e anúncio de avanços no processo de titulação das famílias assentadas.

Durante a agenda, a equipe técnica do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em parceria com lideranças locais e com a Prefeitura de Acrelândia, formalizou a assinatura de crédito para 85 famílias. O investimento soma aproximadamente R$ 900 mil e deve impulsionar principalmente a produção de café, atividade que vem se consolidando como destaque no assentamento.

Os recursos são oriundos da ampliação do orçamento do Crédito Instalação, medida adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de fortalecer a agricultura familiar e garantir melhores condições de produção às famílias da reforma agrária.

Além da liberação dos créditos, Marcio Alécio anunciou a conclusão do georreferenciamento do perímetro do PA Porto Luiz. A etapa é considerada essencial para acelerar o processo de titulação definitiva dos lotes, assegurando segurança jurídica às famílias e ampliando as oportunidades de acesso a políticas públicas.

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“Temos muito orgulho das famílias do PA Porto Luiz, que são referência na produção de café, banana, maracujá, leite e diversas outras culturas. Seguimos empenhados para liberar novos recursos em breve e melhorar cada vez mais a vida das pessoas”, destacou o superintendente.

Marcio também agradeceu o trabalho da equipe técnica do Incra, o apoio das lideranças do assentamento — Gersi, Maria Luiza, Valdecir (Dé) e Davi, além do vereador Rozeno e da Prefeitura de Acrelândia, representada pelos técnicos Matheus e Liriane, pelo secretário Mauro e pelo prefeito Olavinho.

A ação reforça o compromisso do Incra com a regularização fundiária, o acesso ao crédito e o desenvolvimento sustentável dos assentamentos rurais, consolidando o PA Porto Luiz como referência regional na produção agrícola e na organização comunitária.

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André Kamai critica Gladson Cameli por evitar citar o programa Minha Casa, Minha Vida e acusa governo de tentar esconder origem das moradias

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Após anos sem casas populares no Acre, Kamai critica Gladson Cameli por tentar esconder origem do programa habitacional.

O vereador André Kamai fez duras críticas ao governador Gladson Cameli após a divulgação de um vídeo em que o chefe do Executivo estadual evita citar o nome do programa federal Minha Casa, Minha Vida, responsável pela retomada da construção de moradias populares no Acre.

De acordo com o parlamentar, a tentativa de apresentar o programa como “minha casa própria” seria uma forma de evitar reconhecer a origem da política pública que voltou a garantir moradia para milhares de famílias acreanas. Para Kamai, a atitude do governo estadual distorce a realidade e tenta confundir a população.

“Quando a verdade engasga, a gente precisa ajudar a lembrar. O programa que voltou a construir casas no Acre se chama Minha Casa, Minha Vida. Não custa nada falar o nome certo e reconhecer quem está garantindo moradia para o povo”, afirmou o vereador.

Dados divulgados pelo governo federal indicam que o Acre terá 3.573 moradias contratadas, com investimentos que ultrapassam R$ 420 milhões. Grande parte das unidades será destinada a famílias de baixa renda. Em Rio Branco, a Cidade do Povo concentra parte significativa dessas casas, com prioridade para mulheres chefes de família, idosos e pessoas que viviam em áreas de risco.

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Kamai também lembrou que a situação atual contrasta com os primeiros anos da gestão de Gladson Cameli. Entre 2019 e 2022, segundo ele, nenhuma nova casa popular foi entregue pelo governo do estado, período marcado ainda pela extinção da Secretaria de Habitação, o que teria deixado a política habitacional praticamente paralisada no Acre.

“Durante anos o Acre viu promessas e pedidos em Brasília, mas não se viu essas casas saírem do papel. Agora que o programa voltou e as obras começaram, querem esconder o nome? O povo merece respeito e verdade”, criticou o vereador.

O parlamentar também destacou que a transparência deveria ser prioridade, especialmente em um momento em que o governo estadual enfrenta questionamentos políticos e cobranças por resultados em diversas áreas. Para ele, moradia popular não pode ser transformada em instrumento de marketing político.

“Quem ocupa cargo público precisa ter compromisso com a verdade. Moradia é coisa séria. Não dá para transformar um direito do povo em propaganda enganosa”, concluiu Kamai.

Para o vereador, reconhecer a origem das políticas públicas não é questão de disputa política, mas sim de honestidade com a população acreana, que há anos aguarda a oportunidade de conquistar uma casa digna.

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