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Em sua despedida da Apex Brasil, Jorge Viana formaliza R$ 813 milhões em convênios para impulsionar exportações e atrair investimentos

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Em um ato que marca sua despedida à frente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o presidente Jorge Viana formalizou, na tarde desta quarta-feira, 1º de abril, na sede da Agência, em Brasília (DF), a assinatura de convênios com entidades representativas dos setores da indústria, serviços e agronegócio, consolidando uma das maiores iniciativas recentes de fortalecimento do comércio exterior brasileiro.

O evento contou com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, além de diversas autoridades, representantes do setor produtivo e lideranças institucionais.

Ao todo, os acordos somam R$ 813 milhões em investimentos, sendo R$ 404 milhões provenientes da ApexBrasil e R$ 409 milhões de contrapartidas das entidades parceiras. A maior parte dos recursos — R$ 736 milhões — será destinada a ações de promoção comercial, com expectativa de apoiar até R$ 650 bilhões em exportações no prazo de até 24 meses.

Durante a cerimônia, Jorge Viana destacou a relevância da iniciativa como um legado de sua gestão, voltado à ampliação da presença do Brasil no mercado internacional e ao fortalecimento da competitividade das empresas brasileiras.

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Na prática, o volume de investimentos evidencia o potencial de retorno das ações: para cada R$ 1,00 aplicado pela ApexBrasil, a expectativa é de gerar R$ 1.878 em exportações para o país. Entre as estratégias previstas estão a participação em feiras internacionais, missões com compradores estrangeiros, inteligência comercial e capacitação empresarial.

Além da promoção comercial, foram firmados 17 convênios voltados à qualificação de empresas brasileiras, com investimento total de R$ 69,6 milhões. A meta é preparar 5.040 empresas para exportação nos próximos dois anos, ampliando a inserção de negócios nacionais no cenário global.

Na área de atração de investimentos, os convênios somam R$ 7,5 milhões e têm como objetivo apoiar 70 investidores estrangeiros e viabilizar ao menos 10 anúncios de investimentos no Brasil.

A iniciativa abrange diferentes cadeias produtivas e reforça a atuação da ApexBrasil em parceria com o setor produtivo, promovendo oportunidades de negócios, geração de empregos e desenvolvimento econômico. O ato também simboliza o encerramento de um ciclo na gestão de Jorge Viana, marcado pelo fortalecimento das políticas de promoção comercial e internacionalização da economia brasileira.

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Indicação de Simone Santiago para Secretaria da Mulher amplia suspeitas de favorecimento e expõe fragilidade ética no governo Mailza Assis

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A possível nomeação da defensora pública Simone Santiago para a Secretaria de Estado da Mulher tem intensificado o clima de desconfiança e desgaste político no governo de Mailza Assis. O motivo central da controvérsia é a ligação direta da indicada com Jonathan Santiago, atual chefe de gabinete da governadora e seu esposo, situação que levanta questionamentos sobre possível favorecimento, nepotismo indireto e uso da máquina pública para acomodação de interesses pessoais.

Mesmo sem a oficialização no Diário Oficial, a articulação já provoca forte reação nos bastidores. Parlamentares, conselheiros e integrantes de órgãos de controle demonstram incômodo com o que classificam como mais um sinal de aparelhamento político no primeiro escalão. A falta de transparência e critérios técnicos claros para a escolha reforça a percepção de que decisões estratégicas estariam sendo tomadas com base em vínculos pessoais, e não no interesse público.

Especialistas em gestão pública avaliam que, ainda que a indicação possa tentar se sustentar juridicamente, o impacto político e moral é inevitável. A proximidade familiar entre figuras centrais do governo em cargos de alto escalão fragiliza a credibilidade da administração e amplia dúvidas sobre conflitos de interesse. Em um cenário já marcado por tensões internas, o episódio aprofunda a crise de confiança na condução do Executivo estadual.

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Enquanto isso, aliados tentam minimizar o desgaste, defendendo que a escolha poderia contribuir para a governabilidade e fortalecer alianças políticas. No entanto, a narrativa encontra resistência diante da crescente percepção de que o governo estaria priorizando acomodações políticas em detrimento da ética administrativa. O caso reforça a cobrança por maior rigor, transparência e responsabilidade na composição do secretariado, especialmente em áreas sensíveis como a política voltada às mulheres.

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