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Justiça determina internação de adolescente envolvido em ataque no Instituto São José, em Rio Branco

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Medida socioeducativa será cumprida por tempo indeterminado e caso segue sob sigilo judicial – Foto: Reprodução

A Justiça do Acre determinou a internação do adolescente de 13 anos apontado como autor do ataque armado ocorrido no Instituto São José, em Rio Branco, que resultou na morte de duas servidoras da unidade de ensino no início de maio. A decisão foi proferida em primeira instância e passa a valer imediatamente, embora ainda caiba recurso.

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério Público do Acre (MP-AC), a sentença estabelece a aplicação da medida socioeducativa de internação por tempo indeterminado. O procedimento foi conduzido pela 4ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente.

Conforme o Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC), o processo foi concluído dentro do prazo legal de 45 dias, período correspondente à internação provisória do adolescente. O jovem responde por ato infracional equivalente ao crime de homicídio.

A legislação brasileira, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), determina que a internação não pode ultrapassar três anos. Durante esse período, o adolescente deverá passar por avaliações periódicas a cada seis meses, que servirão para analisar a evolução do caso e a necessidade de manutenção da medida.

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O processo segue em segredo de Justiça, motivo pelo qual detalhes adicionais sobre a decisão judicial e os procedimentos adotados não podem ser divulgados pelas autoridades responsáveis.

O ataque aconteceu na tarde do dia 5 de maio, dentro do Instituto São José, escola conveniada ao Estado. Segundo as investigações, o adolescente, que era aluno da instituição, entrou armado e efetuou diversos disparos. As inspetoras Raquel Sales Feitosa, de 36 anos, e Alzenir Pereira da Silva, de 53, morreram no local. Uma estudante de 11 anos e outra servidora ficaram feridas e receberam atendimento médico.

O caso provocou forte comoção em todo o Acre, mobilizando autoridades, profissionais da educação e a comunidade escolar. Paralelamente à investigação do ato infracional, a Polícia Civil também apura a responsabilidade do padrasto do adolescente pela guarda da arma utilizada no crime. Após a tragédia, o Ministério da Educação enviou especialistas ao estado para fortalecer ações de prevenção e segurança no ambiente escolar.

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PC prende homem foragido da Justiça por estupro após um ano escondido na zona rural de Acrelândia

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Suspeito foi localizado durante operação de combate à criminalidade na região de fronteira – Foto: Reprodução

Um homem de 52 anos, procurado pela Justiça pelo crime de estupro, foi preso pela Polícia Civil do Acre durante uma operação realizada na zona rural do município de Acrelândia. O suspeito estava foragido há cerca de um ano e foi encontrado escondido em uma propriedade localizada no Ramal do Bigode.

A prisão contou com a atuação de investigadores da Delegacia de Acrelândia, que receberam apoio operacional da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). A ação foi planejada após um trabalho de inteligência que permitiu identificar o paradeiro do investigado.

Segundo a Polícia Civil, a captura aconteceu sem qualquer tipo de resistência ou intercorrência. Após a abordagem, o homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, em seguida, colocado à disposição do Poder Judiciário.

A ação integra a Força-Tarefa Capturas/Divisas, iniciativa desenvolvida pela instituição para intensificar a localização de pessoas que possuem mandados de prisão em aberto, especialmente em regiões consideradas estratégicas por estarem próximas às áreas de fronteira.

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Além do combate à criminalidade, a operação também busca fortalecer as investigações policiais, agilizar o cumprimento de determinações judiciais e reduzir a quantidade de pendências acumuladas nas unidades policiais do interior do estado.

A Polícia Civil destacou que o trabalho integrado entre as equipes tem contribuído para ampliar a sensação de segurança da população e reforçou que as operações de busca e captura de foragidos continuarão sendo realizadas em diversas regiões do Acre.

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