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Kamai cobra explicações de Bocalom após nova prorrogação contratual e critica modelo que mantém usuários sem melhorias estruturais

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Kamai critica sétima renovação do contrato emergencial do transporte e cobra licitação imediata em Rio Branco – Foto: Paulo Murilo/ Foto: Dircom/PMRB

Após a sétima renovação do contrato emergencial com a empresa Ricco Transportes, o vereador André Kamai (PT) voltou a questionar publicamente a condução da Prefeitura de Rio Branco na gestão do transporte coletivo da capital.

Segundo o parlamentar, a ausência de licitação há quatro anos não decorre de impedimentos legais ou técnicos, mas de uma decisão administrativa. “Essa sétima renovação do contrato continua, na minha opinião, sendo fruto de uma escolha da Prefeitura”, afirmou. Ele acrescentou que a legislação já permite a realização do certame há tempo suficiente e que, até o momento, sequer houve publicação de edital.

Kamai classificou como preocupante a continuidade das renovações emergenciais enquanto a população, segundo ele, permanece submetida a um serviço precário. “Nós estamos aguardando há quatro anos uma licitação que não acontece, e não é que ela não foi concluída, ela sequer começou”, declarou, ao destacar que a demora mantém o sistema sem mudanças estruturais.

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O vereador também criticou o custo do serviço frente à qualidade entregue. “Nada justifica o custo alto do transporte coletivo considerando o serviço precário e muito ruim que é oferecido hoje”, disse. Para ele, a manutenção do modelo atual não tem garantido melhorias concretas ao usuário.

Kamai ainda defendeu a atuação diligente dos órgãos de controle para esclarecer as sucessivas renovações contratuais e dar transparência ao processo, reforçando que seguirá fiscalizando o tema e cobrando a realização da licitação já anunciada pelo Executivo, mas ainda não iniciada formalmente.

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Caminhada com caixão simbólico expõe revolta contra Gladson Cameli e cobra diálogo antes da terceirização do Hospital de Brasiléia

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Caminhada histórica expõe revolta de trabalhadores do Hospital do Alto Acre e denuncia falta de diálogo do Governo do Estado.

Milhares de servidores do Hospital Regional do Alto Acre ocuparam as ruas de Brasiléia e Epitaciolândia em uma grande caminhada de protesto contra a terceirização da unidade hospitalar. A mobilização reuniu funcionários, apoiadores e moradores, tornando-se uma das maiores manifestações da área da saúde já registradas no Alto Acre.

O ato teve forte caráter político e foi direcionado diretamente ao governador Gladson Cameli, acusado pelos trabalhadores de impor a terceirização sem qualquer diálogo com a categoria. Durante a caminhada, um caixão simbólico foi carregado pelos manifestantes, representando o que eles classificam como a “morte do hospital público” caso o projeto do governo avance.

Os servidores afirmam que a decisão do Palácio Rio Branco foi tomada de forma autoritária, ignorando completamente quem mantém a unidade funcionando diariamente. A categoria denuncia que a proposta coloca em risco empregos, direitos trabalhistas e, principalmente, a qualidade do atendimento à população, além de abrir espaço para interesses privados na gestão da saúde pública.

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A revolta cresce diante da ausência de explicações técnicas sobre o edital milionário da terceirização e da falta de transparência do governo estadual. Para os profissionais, o Estado tem recursos para investir diretamente no hospital, mas prefere entregar a gestão a empresas, enquanto faltam especialistas, insumos e valorização dos servidores efetivos.

O deputado estadual Adailton Cruz participou da caminhada e declarou apoio aos trabalhadores, criticando a postura do governo e cobrando abertura imediata de diálogo. Já o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, que não pôde comparecer por motivo familiar, enviou mensagem de solidariedade e reafirmou apoio à luta dos servidores.

Ao final do ato, os manifestantes garantiram que a mobilização vai continuar. Eles prometem intensificar protestos até que Gladson Cameli recue da terceirização e aceite discutir alternativas que fortaleçam o hospital público, respeitem os profissionais e assegurem atendimento digno à população do Alto Acre.

Veja o vídeo:

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