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Os xingamentos a Dilma e a falta de civilidade da elite Brasileira

Ali era falta de civilidade ou um xingamento que na verdade mostrava um costume daqueles que xingavam.

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Ali era falta de civilidade ou um xingamento que na verdade mostrava um costume daqueles que xingavam.

Fonte: Jornal do Brasil, Postado por Márcia Vieira

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Esta mesma manifestação faz lembrar o episódio de Getúlio Vargas no Jockey Club, quando recebeu uma sonora vaia da Tribuna de Honra, onde estava a elite brasileira que assistia ao Grande Prêmio Brasil. E aquela era uma competição nacional, e não uma de proporções mundiais.

Nesta quinta-feira, 1,5 bilhão de pessoas de todo o mundo viram a elite xingar e ofender a Presidenta de seu país, com falta de educação e desrespeito.

Um dia, em São Paulo, Ademar de Barros preparou uma arapuca, como sabia preparar quando se tratava de desrespeitar políticos, em uma universidade. Arquitetou uma sonora vaia para Juscelino Kubitschek. Ali, foram vaias de estudantes, também tramadas por homem ligado ao dinheiro.

Vale guardar as devidas proporções com os homens ligados ao dinheiro de hoje. Homens de empreiteiras e bancos que frequentam a Polícia Federal por suspeitas de obras superfaturadas. Casos escandalosos como os do Banestado, Panamericano ou do Banco Econômico, de Angelo Calmon de Sá – que apesar de todas as denúncias ainda tem R$ 4 bilhões para tomar do Banco Central.

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No episódio envolvendo Juscelino Kubitschek, o Presidente fez uma grande reflexão: “Feliz do pais que tem estudantes que podem vaiar seu presidente.”

Ontem, não. Ali era falta de civilidade ou um xingamento que na verdade mostrava um costume daqueles que xingavam.

Triste do país cuja elite usa um tipo de agressão de tão baixo nível para ofender seu Presidente sob os olhos do mundo. Elite que não imagina o que poderá acontecer com o país quando, um dia, o povo sofrido tiver o mesmo lamentável comportamento contra ela.

Esta mesma manifestação faz lembrar o episódio de Getúlio Vargas no Jockey Club, quando recebeu uma sonora vaia da Tribuna de Honra, onde estava a elite brasileira que assistia ao Grande Prêmio Brasil. E aquela era uma competição nacional, e não uma de proporções mundiais.

Nesta quinta-feira, 1,5 bilhão de pessoas de todo o mundo viram a elite xingar e ofender a Presidenta de seu país, com falta de educação e desrespeito.

Um dia, em São Paulo, Ademar de Barros preparou uma arapuca, como sabia preparar quando se tratava de desrespeitar políticos, em uma universidade. Arquitetou uma sonora vaia para Juscelino Kubitschek. Ali, foram vaias de estudantes, também tramadas por homem ligado ao dinheiro.

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Vale guardar as devidas proporções com os homens ligados ao dinheiro de hoje. Homens de empreiteiras e bancos que frequentam a Polícia Federal por suspeitas de obras superfaturadas. Casos escandalosos como os do Banestado, Panamericano ou do Banco Econômico, de Angelo Calmon de Sá – que apesar de todas as denúncias ainda tem R$ 4 bilhões para tomar do Banco Central.

No episódio envolvendo Juscelino Kubitschek, o Presidente fez uma grande reflexão: “Feliz do pais que tem estudantes que podem vaiar seu presidente.”

Ontem, não. Ali era falta de civilidade ou um xingamento que na verdade mostrava um costume daqueles que xingavam.

Triste do país cuja elite usa um tipo de agressão de tão baixo nível para ofender seu Presidente sob os olhos do mundo. Elite que não imagina o que poderá acontecer com o país quando, um dia, o povo sofrido tiver o mesmo lamentável comportamento contra ela.

 

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Governo entrega mais de 300 novas vagas na Unidade Penitenciária de Sena Madureira

A área de convivência familiar e o alojamento dos agentes penitenciários também foram melhorados.

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A área de convivência familiar e o alojamento dos agentes penitenciários também foram melhorados.

Por Samuel Bryan

O governador Tião Viana entregou na manhã desta quinta-feira, 1, dois novos blocos de convivência para reeducandos da Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes, em Sena Madureira, que agora, com 312 novas vagas, zera o déficit prisional do município.

Foram investidos R$ 5 milhões. Além dos blocos, o espaço também teve uma ampliação da muralha, com novas guaritas elevadas, calçamento e todo o cercamento do alambrado em torno da unidade. 

A entrega faz parte das três mil novas vagas em unidades prisionais de todo o Acre abertas pelo governador Tião Viana durante sua gestão, num investimento que chega a R$ 70 milhões no sistema prisional do estado, com obras de reforma e ampliação em todos os presídios.

“Com mais essa entrega, as regionais de Sena Madureira, Tarauacá, Cruzeiro do Sul e Rio Branco estão completamente reestruturadas e com os agentes valorizados com plano de carreira. E o problema da violência não é falta de vagas nas escolas, onde aqui no Acre elas estão sobrando. É mais complexo, com a pressão do narcotráfico destruindo gerações porque as fronteiras da Amazônia estão abertas”, conta o governador Tião Viana.

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Os novos blocos entregues seguem o padrão composto por circuito interno de videomonitoramento, cela com acessibilidade, alojamentos para agentes penitenciários, solário, guarita e alambrado.

O diretor-presidente do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Aberson Carvalho, completa: “Aqui no presídio de Sena Madureira nós triplicamos o número de vagas. Isso reflete uma qualidade na ressocialização e na atividade laboral dos agentes penitenciários. Aumentamos o conforto dos nossos servidores, o que leva à melhoria da qualidade do trabalho.”

Veja o Vídeo da Prefeita Fernanda Hassem que está em Brasília em busca de recursos para Brasiléia.

A Prefeita, Fernanda Hassem, está em Brasília em busca de mais recursos para o município de Brasiléia. E para isso está participando de audiências com os parlamentares da bancada acreana mostrando as necessidades da cidade, e de sua população. Esse é um momento decisivo para aqueles que querem ajudar Brasiléia, e seus moradores.

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