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Vereadora Eliane Abreu diz que nova empresa de transporte já entra prejudicando a população de Bujari

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A vereadora Eliane Abreu (Progressista), disse em uma rede social, que a nova empresa de transporte coletivo que fará a linha Rio Branco Bujari, já entra prejudicando a população, devido ao aumento da passagem.

Segundo a vereadora, a passagem aumentará 0,50$ centavos sem ao menos a empresa comunicar com antecedência a população, a parlamentar também destacou em sua postagem alguns problemas envolvendo a nova empresa, como apenas um ônibus em horário de pico e não teve ônibus para o ramal do polo, como costumava ter.

Eliane Abreu ainda pontuou que na reunião de apresentação já havia alertado para essas problemáticas, a vereadora finaliza sua postagem convidando o prefeito e o presidente da câmara para irem a AGEAC. “A passagem não pode aumentar dessa forma não”. Destaca a parlamentar.

Momentos mais tarde, a parlamentar voltou a tratar deste assunto nas redes sociais onde informou que entrou em contato com a presidente da AGEAC, Senhora Mayara, para tratar dos absurdos que estão acontecendo com o transporte público.

Eliane pontuou algumas das dúvidas a cerca das polêmicas como: aumento no preço, rota, horários, vales transportes e outros. Veja abaixo as publicações da vereadora.

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NOTA

Acabei de ter uma reunião, por telefone, com a Senhora Mayara _ Presidente da AGEAC, com relação as reivindicações apresentadas hoje pela população com relação a nova empresa TRANSACREANA.
Com relação ao aumento, a AGEAC, já entrou em contato com a empresa, e a mesma irá cumpri com o que já estava acordado, o reajuste só será em 01 de fevereiro;

Com relação a rota, horários , e aumento de ônibus nos horários de pico, a empresa já está se adequando, considerando que por total irresponsabilidade da empresa anterior, a nova empresa teve que assumi antes do tempo previsto;

Com relação aos vales transportes, a AGEAC, junto com as empresas, irá encontrar um meio que possa não prejudicar os usuários que já compraram os vales.

Esse é um momento de adequação para todos, tudo que é novo , no começo é preciso passar por algum tipo de transtorno, o mais importante é que os órgãos responsáveis, estão realizando as mudanças necessárias para melhor atender a população.

Agradeço imensamente, a Mayara, que prontamente me atendeu e é altamente responsável no que faz.
Estarei sempre a disposição.

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Veja a postagem:

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Veja o Vídeo Abaixo: O ex-deputado federal, Sibá Machado, gravou um vídeo polêmico onde fez um desabafo contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, o Juiz Sérgio Moro e o governador do Acre, Gladson Cameli. Sibá não perdeu a oportunidade de alfinetar o gestor em se tratando do escândalo de corrupção no qual para a Polícia Federal, Cameli é tido como o chefe de uma organização Criminosa que desviou quase R$ 1 bilhão de reais dos cofres públicos do Estado.

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Leo de Brito faz apelo ao ministro do Meio Ambiente para que haja mais atenção da pasta com a Resex Chico Mendes

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Atenção às áreas de conservação ambiental e reservas extrativistas, em especial a Reserva Extrativista Chico Mendes e liberação dos recursos do Fundo Amazônia. Esses foram os apelos que o deputado federal Leo de Brito (PT) fez ao ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, durante audiência realizada na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira, 6.

“Uma preocupação que temos é com relação às unidades de conservação. O que temos visto ao longo dos últimos anos é uma redução anual dos investimentos. É muito importante que tenha uma ação para dar incentivo para as pessoas que vivem dentro das reservas extrativistas”, afirmou Brito
O parlamentar destacou que entre os incentivos está o Fundo Amazônia, que já beneficiou milhares de famílias no Acre.

“A gente sabe que se os produtores rurais não têm incentivos, se as comunidades tradicionais extrativistas não têm incentivos, muitas vezes, a única saída que eles têm é usar técnicas que não são sustentáveis e aí, o que acaba sobrando para eles é a repressão e não é isso que nós queremos. Nós queremos, obviamente, que quem esteja irregular tenha a fiscalização, mas que antes disso, venham os incentivos e o Fundo Amazônia é um incentivo fundamental”, pontua o deputado federal.

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Joaquim Leite disse que nesta semana está indo para uma unidade de conservação em Tapajós (PA) para acompanhar o programa de pagamento por serviços ambientais atrelados a economia.

“O governo entende que o pagamento por serviços ambientais tem que ser feito diretamente ao produtor que extrai alguma coisa da floresta e assim, receber mensalmente por proteger a floresta. Atrelar serviços ambientais a bioeconomia é muito importante. Quando você adquire algum produto da floresta, você deveria remunerar aquele extrativista mensalmente por proteger e deixar claro a ele que ele recebe por uma atividade de proteção que pode vir do setor privado e que é um modelo que o governo entende que é relevante”, pontuou.

Desmatamento crescente

A audiência foi realizada após Leo de Brito apresentar requerimento solicitando que o ministro responsável pela pasta do Meio Ambiente comparecesse à Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) para prestar esclarecimentos sobre o aumento do desmatamento na Amazônia neste ano.

O parlamentar frisou que reportagens veiculadas na imprensa apontaram que em meio deste ano, o Acre registrou aumento de 225%.

“Bolsonaro acha que a Amazônia tem que ser invadida por garimpeiros, grileiros, madeireiros. O início da gestão do presidente Bolsonaro, que teve a frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente Ricardo Salles, foi uma demonstração muito clara disso”, salientou.

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Leo de Brito enfatizou que investimentos em ação de incentivo aos extrativistas, aos povos indígenas, são essenciais na preservação da Amazônia. Brito ressaltou que foi por aderir a essa política que o desmatamento apresentou redução drástica na gestão do ex-presidente Lula, que na época teve a ex-ministra Marina Silva à frente da gestão do Ministério do Meio Ambiente.

“Isso foi possível tanto por causa dos incentivos às populações tradicionais, pela criação de unidades de conservação da natureza e território indígenas. Houve uma contribuição e uma ação forte do Estado brasileiro. Havia presença do Estado. O que aconteceu no Vale do Javari, que levou aos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Phillips, é uma ausência do Estado brasileiro”, disse.

O ministro Joaquim Leite afirmou que parte das demandas apresentadas pelo deputado acreano poderão ser atendidas, em breve, haverá um chamamento de efetivo de servidores por meio de concurso público.

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