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União marca lançamento da candidatura de Marcus Alexandre ao governo na Convenção da Frente Popular do Acre

Com o Ginásio do Sesi lotado, todos 15 partidos da FPA uniram-se para lutar por um futuro de inovação para o Acre.

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Com o Ginásio do Sesi lotado, todos 15 partidos da FPA uniram-se para lutar por um futuro de inovação para o Acre.

Por Arison Jardim

A Frente Popular do Acre está unida pelo futuro do Acre. Na manhã deste sábado, 21, em sua maior convenção da história, em Rio Branco, o candidato a governo do Estado, Marcus Alexandre (PT), junto das 15 mil pessoas presentes, apresentou a alegria e a força que o seguirá por toda a campanha. 

A grande festa foi um momento de lembrança dos 20 anos de reconstrução que o Acre está vivendo, além de um pontapé para iniciar a jornada que dá continuidade a esse trabalho. A prefeita de Rio Branco, Socorro Nery (PSB), abriu as falas afirmando que “temos o melhor candidato a governo e temos também a melhor militância, que aqui está.”

As candidaturas de Marcus Alexandre e as de Jorge Viana (PT) e Ney Amorim (PT), para o Senado Federal, se juntam com as 160 para deputados estadual e 20 para federal, formando um bloco coeso, com uma visão clara de construir políticas públicas de inclusão social e geração de renda.

Em sua fala, Marcus Alexandre falou de como irá enfrentar o desafio da campanha até as eleições em sete de outubro. “Eu aceitei esse desafio porque eu sei que não estou sozinho, estou com vocês, militância, nas ruas e nos bairros de todo nosso Acre. A Frente Popular mostrou serviço, tem trabalho. Uniu o estado de ponta a ponta, levantou todos os números de todas as áreas”, declarou.

Apontando para os retrocessos que o governo Federal tem promovido nas políticas públicas, Marcus Alexandre lembrou do mal que pode fazer uma gestão que não esteja comprometida com a população. E foi taxativo ao afirmar que o Acre não pode correr o risco de ter um governo em mãos erradas: “Não podemos deixar acontecer no Acre, o que eles fizeram com o Brasil. A mudança que fizeram no país foi para pior, estamos andando para trás”.

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Junto do pré-candidato a vice-governador, Emylson Farias (PDT), Marcus Alexandre finalizou colocando toda sua energia e fé no trabalho que será feito durante toda a campanha. “Temos uma jornada, estamos a menos de três meses e ninguém ganha a eleição antes da hora. Nós contamos com vocês, militância. Vamos colocar nossa campanha na rua e estou disposto a andar 24 horas e levar o trabalho da Frente Popular a cada canto das nossas ruas e do nosso estado”, afirmou.

Emylson Farias reafirmou seu sentimento de luta e companheirismo para junto de Marcus Alexandre nesta caminhada. “Por toda minha vida sonhei em fazer o bem para o meu estado. Marcus, nós estamos juntos para fazer a travessia desse momento difícil no Brasil. Da minha parte, você terá um soldado que estará o seu lado protegendo e honrado tudo aquilo que o povo do Acre sonha. Nós iremos vencer esse desafio”, declarou.

Jorge Viana e Ney Amorim também mostraram a união da chapa na campanha para o Senado Federal. O já senador Jorge Viana tenta a reeleição, frente ao grande público ele falou do tamanho daquele ato. “Hoje é um dia especial não só na política, mas em nossas vidas, pois estamos aqui mostrando que aceitamos o desafio de concorrer nesta eleição, que será atípica. Estamos aqui porque ainda seguimos acreditando no sonho de ver o Acre e o Brasil melhor, com cidades boas para gente viver, com paz e harmonia”, disse.

O hoje deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa do Acre, Ney Amorim falou de como a FPA segue junta. “Se tivesse que destacar algo que é forte dentro do nosso projeto, na Frente Popular e nossos governos, eu destacaria nossa união.

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Aqui estamos juntos para enfrentar mais uma batalha pelos direitos e a história do nosso estado. Você, Marcus, vai ser governador do nosso estado para continuarmos os avanços que o Acre precisa.

Parte do legado da Frente Popular foi construída durante os últimos oito anos do governo de Tião Viana no executivo estadual. Avanços na saúde, educação e principalmente na economia agroflorestal e industrial são marcas que a próxima gestão terá para continuar.

“Eu tenho que começar dizendo: muito obrigado! Estou aqui não mais como candidato, mas como militante, como vocês. A história é feita por pessoas, pelo povo e vocês aqui fazem história da maior convenção da história do Acre”, disse Tião Viana, ainda com a voz emocionada.

Com a voz emocionada, Tião Viana agradeceu e declarou o nome de Marcus Alexandre para seguir os avanços que o Acre tem alcançado: “Eu tenho que começar dizendo: muito obrigado! Estou aqui não mais como candidato, mas como militante, como vocês.

A história é feita por pessoas, pelo povo e vocês aqui fazem história da maior convenção da história do Acre.”

De mãos dadas com Marcus Alexandre, Tião Viana o declarou como nome certo para seguir os avanços que o Acre tem alcançado: “Do nosso lado temos aqui este jovem engenheiro, abraçado com duas palavras muito fortes, união e inovação, para levar o Acre para um futuro de novo caminho, que é esse nosso companheiro Marcus Alexandre.”

A Frente Popular do Acre é composta pelos partidos PT, PCdoB, PSB, PSDC, PMB, PODEMOS, PROS, PRB, PV, PRP, PSOL, PDT, PHS, PPL, PRTB.

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Professora Zilmar, de Bujari publica frase que representa um preconceito existente contra o povo negro

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“De nada adianta roupa branca, amarela, colorida, se sua energia for PRETA”.

A frase acima é de uma postagem, via imagem, realizada pela Professora Zilmar, Coordenadora Pedagógica do Núcleo de Educação da Cidade do Bujari. Por qual motivo essa frase representa um preconceito existente contra o povo negro?

Primeiramente, é inadmissível na República brasileira qualquer tipo de postagem preconceituosa, muito menos quando vem de uma professora do ensino médio, função nobre e importante para a educação do país.

A frase que a professa Zilmar postou carrega um preconceito secular contra o povo negro, resquício do processo de escravização desse povo. O texto remete uma interpretação de que a anergia preta é ruim, o que advém da compreensão de que tudo relacionado ao negro é ruim. É um estereótipo preconceituoso por rebaixar a condição humana de pessoas pretas.

Há ainda quem vai dizer que isso não passa de brincadeira, portando, seria uma tentativa de normalizar uma conduta preconceituosa a partir do humor.

O professor Adilson Moreira em sua obra Racismo Recreativo nos revela que essa brincadeira preconceituosa é uma forma de política cultural que utiliza do humor como veículo de hostilidade racial, o que compromete a reputação de minorias raciais ao referendar práticas discriminatórias em todos os aspectos da vida social, o que acarreta em perdas de oportunidades para as minorais raciais.

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Ainda segundo o autor, o papel do racismo recreativo é o de mascarar a hostilidade generalizada em relação as minorias raciais, reafirmando a suposta superioridade e ao mesmo tempo manter uma imagem de pessoas que não são racistas, o que é referendado pela narrativa tradicional cultural da democracia racial.

Nesse sentido, brincar com a questão racial de maneira a inferiorizar as pessoas atingidas pela brincadeira é crime de racismo, inclusive com uma condenação recente no Tribunal de Justiça do Acre. No acórdão, o relator destacou que o estereótipo da foto – pessoas de pele negra e cabelos tingidos – é assemelhado a bandidos ou, conforme suas próprias palavras, “assaltante” e “vagabundo”. Dessa forma, considerou clara a intenção do réu de ofender o grupo de pessoas, “inclusive com dolo específico de praticar a discriminação e o preconceito de raça utilizando meios de comunicação social”, condenando-o pela prática do crime previsto no § 2º, do artigo, 20 da Lei n. 7.716/891.  

Por fim, pode-se dizer que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é o princípio da dignidade da pessoa humana, o que significa dizer que não é aceitável em nosso convívio social condutas discriminatórias, sejam raciais ou não. Outrossim, o nosso pacto político definido na carta Magna consagrou o princípio da não discriminação no campo dos direitos fundamentais. Então, racismo recreativo é crime, o preconceito racial é crime, tais condutas de forma alguma podem ser toleradas em nossa sociedade.

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Mais respeito por nossa Constituição. Mais respeito ao povo negro que secularmente teve seus direitos mais elementares cassados e ainda hoje sobre preconceito e discriminação.

Por Charles Brasil, Advogado e doutorando em direito Constitucional pela Universidade de Brasília (UnB).

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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