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Tião Viana apresenta potencial da piscicultura acreana durante seminário

Projeto de piscicultura do Acre é uma das maiores apostas de Tião Viana, que investiu na construção do complexo e de milhares de tanques comunitários.

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Projeto de piscicultura do Acre é uma das maiores apostas de Tião Viana, que investiu na construção do complexo e de milhares de tanques comunitários. 

 Por Samuel Bryan 

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O evento reuniu produtores, além de empresários, representantes comerciais de outros estados e autoridades bolivianas (Foto: Gleilson Miranda)

O governador Tião Viana foi o palestrante de abertura do Seminário Estadual Sobre Modelos Tecnológicos para a Piscicultura, que está sendo realizado pela Federação das Indústrias do Acre (Fieac), em parceria com o governo do Estado e o Sebrae, durante toda esta quarta-feira, 30.

O evento reúne pequenos, médios e grandes produtores de pescado no Estado, além de empresários voltados a avanços tecnológicos da cadeia produtiva da piscicultura, uma das maiores apostas para o desenvolvimento econômico sustentável do Acre.

O governador do Departamento [Estado] de Pando, na Bolívia, Luis Flores Roberts, também esteve presente.

Tião Viana tem apostado no projeto desde sua primeira gestão, criando o maior complexo de piscicultura do Brasil, a Peixes da Amazônia, além de impulsionar a construção de mais de cinco mil tanques comunitários em todo o Estado só no seu primeiro mandato.

Ele falou da mudança na realidade do setor produtivo, com um grande conjunto de pessoas apostando na produção de peixes, dos desafios do capital de giro e de como superar barreiras. O Acre hojevende pescado para diversos Estados no país, além de 10 toneladas para o Peru a cada dez dias.

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“Temos que olhar a história do Acre, o momento econômico e os desafios. A criação do peixe gera baixa emissão de carbono, gera valor agregado e renda para uma população, que, mesmo que tenha uma pequena propriedade, pode tirar bons valores. O Acre incorporou o que há de melhor no mundo e trouxe essa oportunidade econômica”, disse o governador.

Uma aposta alta

Durante todo o dia, os participantes do seminário discutirão as perspectivas do mercado, as estratégias para agregar ainda mais os pequenos produtores no modelo de piscicultura, além da apresentação de novas tecnologias para a criação de peixes.

O presidente da Fieac, José Adriano, ressalta a importância de ter uma união institucional pela viabilidade do projeto, transformando o Acre num endereço da piscicultura na Amazônia.

“Na medida que atraímos esse público para a Federação, também mostramos o que temos em relação a esse setor, que de certa forma atraí benefícios para a indústria. E estamos atentos a todas as possibilidades de contribuir para o crescimento desse setor”, conta.

O diretor do complexo Peixes da Amazônia, Fábio Vaz, reforça esse papel de agregar ainda mais produtores em torno do projeto.

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“Os produtores aqui vão ter acesso à tecnologia de ponta na produção primária. Isso é importante, porque faz com que a produção cresça e, junto com ela, a oferta para a indústria, gerando um produto de qualidade, com preço menor, importante para sermos competitivos lá fora.”

Agregando

Uma das apostas do seminário é a sessão de “tira dúvidas” entre os produtores. Milton Meira, presidente da Central de Cooperativas dos Piscicultores do Acre (Acrepeixes), conta hoje que a central contabiliza mais de 700 famílias produtoras associadas e que eventos como esse mostram a força da categoria.

“É com muita satisfação que vemos esse progresso no desenvolvimento dos nossos piscicultores. Este seminário é uma forma de transferir conhecimento para todos. E estamos satisfeitos de ver o governo do Estado investindo nessa população”, disse Meira.

O secretário de Estado de Desenvolvimento da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens), Sibá Machado, um dos principais apoiadores do seminário, completa: “Temos um dos melhores complexos de piscicultura do Brasil, e agora precisamos trabalhar muito forte na produção de campo e ultrapassar as 20 mil toneladas por ano”.

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Fernanda Hassem teve o orçamento de quase 120 milhões aprovado na câmara, não fez nada até agora e vai receber mais R$ 6 mil de recurso federal

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Programa contribui para o processo de aprimoramento, implementação e integração sistêmica das atividades da assistência farmacêutica – Foto: Assessoria PMB

A prefeita do município de Brasileia, Fernanda Hassem, conseguiu a aprovação que tanto queria onde o orçamento anual chega a quase R$120.000.000,00 para serem aplicado nas mais diversas áreas do município, mas o que chama a atenção é que durante esse primeiro semestre não se viu estes milhões serem aplicados no município, muito pelo contrário, a população hoje enfrenta grandes problemas em virtude da falta de investimento.

A quem diga que, Brasileia hoje era para estar vivendo um dos melhores momentos de sua história, pois dinheiro tem o que falta é uma boa gestão. E em se tratando de dinheiro, mesmo com os quase R$120 milhões, a sua disposição e sem fazer nada, Brasileia está entre as Cidades que receberam do Governo Federal o valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais).

As nove cidades do Acre receberam R$ 54 mil de recurso federal para monitoramento de 2022 do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica. Segundo as diretrizes, o programa não só financia a aquisição e distribuição de medicamentos, como também ajuda no desenvolvimento do Sistema Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica, oferecendo cursos de capacitação de profissionais farmacêuticos.

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Tem então, por finalidade, contribuir para o processo de aprimoramento, implementação e integração sistêmica das atividades da assistência farmacêutica nas ações e nos serviços de saúde, visando a uma atenção contínua, integral, segura, responsável e humanizada.

A liberação do recurso foi divulgada na quarta-feira (3) no Diário Oficial da União. Vamos ver se agora, com a destinação do recursos para este fim, se quando a população procurar remédio na farmácia municipal, se encontrarão.

Cada cidade vai receber R$ 6 mil e são elas:

Acrelândia

Brasileia

Bujari

Mâncio Lima

Marechal Thaumaturgo

Porto Walter

Rio Branco

Rodrigues Alves

Xapuri

Nove cidades do Acre recebem R$ 54 mil de recurso federal para assistência farmacêutica – Foto: Ana Paula Xavier / Rede Amazônica Acre

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: A vereadora do município de Brasileia, Neiva Badotti, afirma que o mensalinho, agora na atual gestão o feito é praticado via pix, o que antes era mensalinho por meio de folhinha agora, na gestão de Fernanda Hassem foi informatizado, ou seja, modernizaram a possível prática de lavagem de dinheiro.

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