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STF abre novo inquérito contra Aécio, por lavagem de dinheiro

O senador afastado será investigado pelo suposto recebimento de mais de R$ 60 milhões em propina por meio de notas fiscais frias da JBS.

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O senador afastado será investigado pelo suposto recebimento de mais de R$ 60 milhões em propina por meio de notas fiscais frias da JBS.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello decidiu nesta quinta-feira abrir um novo inquérito para investigar o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) pelo crime de lavagem de dinheiro. O pedido de abertura foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a partir das delações premiadas de executivos da JBS. O tucano já é alvo de denúncia por corrupção passiva e obstrução de Justiça no STF, sob análise de Marco Aurélio.

O novo inquérito aberto pelo ministro deve apurar suposto recebimento de mais de 60 milhões em propina por Aécio por meio de notas fiscais frias da JBS. O diretor de relações institucionais da empresa, Ricardo Saud, disse à PGR em seu acordo de delação premiada que o senador afastado recebeu o dinheiro na campanha de 2014 em troca da resolução de problemas da JBS em Minas Gerais, então governado pelo senador tucano Antonio Anastasia (PSDB). “Se ele ganhasse o governo ele ia pagar a gente em forma de benefício”, disse o delator.

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Segundo Saud, parte do valor, 13,5 milhões de reais, foi paga à PVR, empresa de Paulo Vasconcelos, marqueteiro da campanha do tucano, e 6 milhões de reais a uma empresa do instituto de pesquisas Sensus. De acordo com o delator, as duas empresas, ambas fornecedoras da campanha de Aécio, firmaram contratos fictícios com a JBS para justificar o recebimento dos valores. Ele também relatou a “compra” de partidos à campanha presidencial do tucano, como o PTB e o Solidariedade.

No outro inquérito aberto contra Aécio Neves no STF a partir dos delatores do Grupo J&F, ele é acusado de solicitar e receber 2 milhões de reais do empresário Joesley Batista, dono do grupo. As entregas do dinheiro, feitas a Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, foram filmadas pela Polícia Federal. Além do senador afastado e Pacheco de Medeiros, também foram denunciados a irmã do tucano, a jornalista Andrea Neves, e o ex-assessor do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), Mendherson Souza Lima.

Áecio Neves

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Com adesivaço no Parque da Maternidade, Nicolau Júnior abre campanha á reeleição para Aleac

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Presidente da Assembléia Legislativa e candidato à reeleição, o deputado estadual Nicolau Júnior abriu a temporada de atividades de campanha na capital na tarde desta quarta-feira (17), em Rio Branco.

Com centenas de apoiadores Nicolau realizou um adesivaço “carimbando” carros e motos.

A militância fez a festa com bandeiras e toda alegria que uma campanha eleitoral deve ter.

“Eu estou muito feliz com essa mobilização e com à disposição dos nossos apoiadores. Essa será nossa proposta: fazer uma campanha alegre, transparente e respeitosa. Ainda esse mês vamos lançar nossa candidatura oficial aqui e também no Juruá “, anunciou.

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