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Sem calendário no futebol, jogadores veem futsal como opção no Acre

Um dos destaques do Tigre na temporada 2013, o lateral tem propostas de clubes

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Um dos destaques do Tigre na temporada 2013, o lateral tem propostas de clubes

Willian Radames, 21 anos, jogou pelo Baraúnas, do Rio Grande do Norte

Willian Radames, 21 anos, jogou pelo Baraúnas, do Rio Grande do Norte

Do G1 Acre

O Campeonato Acreano 2013 acabou. As Séries C e D do Campeonato Brasileiro desta temporada para os times do Acre também. Futebol profissional no estado agora só em 2014. Distante do farto calendário do futebol brasileiro e sem opções para jogar nos gramados nesses últimos três meses do ano, os jogadores locais precisam se ‘virar’ para garantir a renda mensal. Uns retornam ao trabalho formal, mas outros seguem o caminho no esporte através do futsal.

É o caso do lateral-esquerdo Leandro Zagalo, 22 anos, que vestiu a camisa do Plácido de Castro no Estadual e na Série D. Após o fim da 4ª Divisão do futebol nacional, ele acertou com o Amazônia para a disputa do Campeonato Acreano de Futsal da 1ª Divisão. Segundo o jogador, a renda é ‘muito inferior’ nas quadras.

– Para quem vive de futebol temos que ir para o futsal. É a única opção. A renda é muito inferior. Dependendo do atleta não chega nem a um salário mínimo. Tem jogador que ganha R$ 400 no futsal e só – contou Zagalo, que também trabalha como auxiliar de motorista do transporte escolar do município de Plácido de Castro para ganhar um extra.

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Um dos destaques do Tigre na temporada 2013, o lateral tem propostas de clubes acreanos, mas revelou que o desejo é de continuar no time da fronteira no próximo ano.

Férias e futsal

Willian Radames, 21 anos, jogou pelo Baraúnas, do Rio Grande do Norte, no Campeonato Brasileiro da Série C. O jogador, que é meia-atacante nos gramados e ala nas quadras, nasceu em Tarauacá, município localizado no interior do Acre a cerca de 400km de Rio Branco, capital do estado. Com o fim do contrato no clube potiguar, ele passa férias na cidade natal e vê no futsal uma opção para não ficar ‘parado’.

– Acabou meu contrato no Baraúnas, voltei para casa para passar um mês de férias e aproveitei para brincar no futsal. É só para ajudar a cidade, não ficar parado. Tenho propostas em clubes de futebol e estou analisando ainda – explicou Radames, que atua no Verona, que lidera a 1ª Divisão do futsal acreano.

Opção razoável financeiramente’

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O GloboEsporte.com também conversou com o diretor de futsal do Atlético Acreano, André Ricardo. De acordo com ele, o clube tem no elenco, além de Ley, o atacante Rogério Tarauacá, que vestiu a camisa do Galo no Estadual da 1ª Divisão e do Vasco na Segundona do campo. Ricardo explicou que os atletas de futebol são boas opções para os clubes de futsal.

– Na realidade o pessoal do futebol é o mesmo do futsal. Termina o Estadual de campo e todos eles vão para as quadras. Para nós é melhor porque eles já têm uma certa experiência e é uma opção razoável financeiramente. Temos uma ajuda de custo dentro da nossa realidade, que é um salário mínimo para cada, isso é dado pelos nossos investidores.

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Deputado Jenilson e Sindmed se reúnem com equipe da Sesacre para tratar sobre exames de imagens que estão com demandas reprimidas

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O deputado Jenilson Leite (PSB) e o presidente interino do Sindicato dos Médicos do Acre, Dr. Gilson Lima, estiveram reunidos com a secretária adjunta Adriana Lobão e com a equipe da regulação, para tratar sobre a situação dos exames de imagens no estado.

Exames como ressonância magnética, os pacientes estão esperando até sete meses para serem chamados para realizar, sendo que antes eram resolvidos em até sete dias.

Pacientes que estão há meses na fila de espera por algum tipo de exame procuraram o parlamentar para terem informação de quando o serviço poderia voltar. Hoje, a secretaria de saúde do Acre tem uma demanda reprimida de exames de mais de 9 mil pacientes esperando na fila. Sendo 4.253 para ressonância magnética, 1.556 para tomografía, 2.069 para ultrassonografia, 108 para cintilografia, 425 para densitometria, 31 litotripsia, 17 para arteriografia e 823 eletroneuromiografia.

Além dos problemas com os exames de imagens, o Dr. Gilson relatou outros problemas que vem acontecendo na saúde, “Estamos também com problema de profissionais, exemplo disso é no município de Tarauacá, onde o médico plantonista tem que sair do seu plantão para levar um paciente para outro município, além da falta de médicos em Brasiléia”, falou.

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“Após recebermos ligações e mensagens de pacientes que esperam na fila por algum exame de imagem, estivemos na secretaria de saúde para saber os motivos da demora na realização desses exames, sabemos que muitas pessoas estão com dores nas suas casas e não tem condições de pagar uma consulta particular, dependendo 100% do SUS”, disse Jenilson.

Segundo apurado pelo parlamentar, o centro de realização de imagens, onde são realizados os exames, a unidade tem capacidade instalada para atender grandes demandas, mas só pode realizar se a central de regulação estadual agendar esses pacientes, isso se dá por força de contrato. Temos ainda a informação de que tem cobertura contratual que assegura a possibilidade de zerar as filas. O gargalo está na reduzida equipe no complexo de regulação estadual para regular e agendar os exames.

A Sesacre se comprometeu a realizar uma força tarefa interna para criar mutirões e dar celeridade as filas desses exames.

“É preciso uma grande força tarefa do Estado para acabar com a fila de exames, além de ter que fazer investimento na área da tecnologia, onde o paciente teria na palma da mão todo seu prontuário médico e saberia sua localização na fila, pois hoje todas as informações dos pacientes estão em papéis e não sabem qual é sua posição na fila”, finalizou o deputado.

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Veja o Vídeo Abaixo: Em meio a maior crise do sistema de transporte coletivo dos últimos tempos, a população de Rio Branco vive um dilema e acorda todo dia sem saber se terá ônibus passando em sua região. O prefeito Tião Bocalom tentou amenizar o problema repassando R$ 2 milhões e quatrocentos mil para as empresas quitar os débitos com empregados, acordo não cumprido e que foi um dos motivos para a intervenção no setor.

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