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Roberto Jefferson é preso pela PF, após determinação de Alexandre de Moraes

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A Polícia Federal cumpriu o mandado de busca e apreensão e de prisão na residência do político aliado ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) – Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Do Uol, em Brasília – O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson (RJ), foi preso hoje preventivamente pela Polícia Federal, após determinação do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes por suspeita de envolvimento com uma milícia digital que atua contra a democracia. 

Além da prisão preventiva, o ministro também determinou a busca e apreensão de armas e munições de propriedade de Roberto Jefferson “bem como de computadores, ‘tablets’, celulares e outros dispositivos eletrônicos”.

Na decisão, o ministro já autorizou o acesso a mídias de armazenamento (inclusive celulares, HDs, pen drives apreendidos, materiais armazenados em nuvem), “apreendendo-se ou copiando-se os arquivos daqueles julgados úteis para esclarecimento dos fatos sob investigação”, segundo trecho da decisão.

Mais cedo, o perfil havia publicado que a decisão de Moraes se tratava de uma “canalhice”.

A Polícia Federal foi a casa de minha ex-mulher, mãe de meus filhos, com ordem de prisão contra mim e busca e apreensão. Vamos ver de onde parte essa canalhice”, escreveu o perfil.

Apesar de a conta não ser verificada pela plataforma, este é o perfil citado por Moraes na decisão, que também inclui o bloqueio de Jefferson nessa rede social. A conta já foi retirada do ar.

Na disputa dos partidos para tentar conseguir a filiação do presidente Jair Bolsonaro para sua candidatura à reeleição em 2022, o PTB chegou a oferecer as principais funções da legenda, como presidência e diretoria financeira, à família Bolsonaro. A expectativa, porém, era de que o presidente levaria algo em torno de 20 a 25 deputados já eleitos à legenda, o que aumentaria o repasse do fundo eleitoal ao partido.

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Conheça o processo

O inquérito das milícias digitais foi aberto em julho, por determinação de Alexandre de Moraes, após reunir conteúdos coletados pelas investigações ocorridas no âmbito dos inquéritos das Fake News e dos atos antidemocráticos.

Em uma conversa obtida pela PF, o ex-deputado afirmou defender um “ato institucional”, nos moldes do AI-5, contra o STF. A fala teria sido endereçada ao empresário e militante bolsonarista Otávio Fakhoury.

O inquérito em andamento tem acesso às provas obtidas pela investigação sobre fake news, o que manteve na mira alguns investigados como Roberto Jefferson. A delegada do novo inquérito, Denisse Dias Rosas Ribeiro, também atuou na investigação sobre atos antidemocráticos.

Fakoury foi alvo de mandados de busca e apreensão na Operação Lume, que coletou documentos para subsidiar as investigações.

A nova investigação foi aberta no mesmo dia em que Moraes determinou o fechamento, a pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), do inquérito dos atos antidemocráticos, que foi aberto no ano passado.

Nesta investigação, dividida em quatro núcleos de apuração da organização (produção, publicação, financiamento e político), a Polícia Federal investiga possível atuação de grupos bolsonaristas no financiamento e promoção de disseminação de notícias falsas.

Os investigadores também apuram se há relação entre os ataques a órgãos públicos com o chamado “gabinete do ódio”, que contaria com a suposta influência de filhos do presidente Jair Bolsonaro, e se os ataques eram supostamente financiados com dinheiro público.

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Mensalão

O ex-deputado Roberto Jefferson também já foi alvo do STF em outra ocasião. Em 2005, o político foi apontado como sendo o “pivô” do escândalo do mensalão, sistema de pagamento mensal a políticos para garantir apoio no Congresso.

Sete anos depois, com o fim do julgamento do caso pelo STF, Jefferson foi condenado a sete anos e 14 dias de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

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Veja o Vídeo Abaixo: A gestão do prefeito Jailson Amorim e seu vice-prefeito Pr. Nilson vem desenvolvendo ao longo destes sete meses um excelente trabalho voltado para o bem star da população e visando o desenvolvimento do município. Durante o início da gestão, houve alguns problemas que o município enfrentou como por exemplo a alagação em algumas comunidades rurais o que gerou prejuízos para os moradores. Mas apesar de tantos transtornos a prefeitura de Rodrigues Alves prestou todo o apoio às famílias atingidas, inclusive levou atendimento médico a comunidades rurais.

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Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco

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Veja o Vídeo:

Vereador diz ser perseguido, por denunciar esquema de pagamento irregular na prefeitura de Feijó – Vídeo: Ronaldo Reis

O vereador Ronaldo Reis (PSD) de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante (Progressista) a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão.

De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a esposa dele que trabalhava há anos na secretaria de assistência social, mas esta demissão só aconteceu depois que o parlamentar trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

Ronaldo afirma que pagamentos estão sendo realizados mensalmente para Gabriel Alves de Lima que é proprietário de uma empresa para prestar serviços de publicidade para a prefeitura, o mesmo recebe desde 2018 o valor exato de R$5.450,00 (cinco mil quatrocentos e cinquenta), Este montante já chegou ao valor atual de R$ 190.750,00 (cento e noventa mil setecentos e cinquenta reais), mas o que o parlamentar achou estranho é o fato desta empresa não ter funcionários e o proprietário faz faculdade em Rio Branco e pior, de acordo com o vereador tudo indica que os serviços não estão sendo realizados.

Mas a pergunta que fica é Cadê os órgão fiscalizadores, para investigar se o prefeito Kiefer está administrando o erário público de forma correta? e se há indícios de irregularidades por que providências não estão sendo tomadas? Uma andorinha só não faz verão.

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“O prefeito demitiu minha esposa da secretaria de assistência social, depois de 5 anos de serviços prestados apenas por eu não concordar com irregularidades na gestão. Não justifica o prefeito Kiefer Cavalcante, pagar R$5.450,00 para uma empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima, que sequer tem sede ou funcionários trabalhando. O que se sabe é que o mesmo recebe de Feijó para fazer faculdade  e morar em Rio Branco, o que é um absurdo”, disse Ronaldo.

O vereador denuncia ainda que há indícios de malversação do dinheiro arrecadado pela Secretaria de Esporte, Cultura e Laser, pois nunca foi prestado conta dos recursos altos que por ela foi arrecadado, e o mais intrigante é que quando se procura uma bola, não tem! Procura por atividades feitas realizada pela referida secretaria, não tem! Mas o vereador já vem solicitando prestação de contas e que o dinheiro arrecadado vem sendo administrado como se fosse particular, mas se trata de recursos públicos.

O vereador afirmou que continuará denunciando os erros da administração de Kiefer e que não se curvará diante de perseguições do mesmo. É hora de o Ministério Público de Feijó para com a inércia e começar a se movimentar, para que o dinheiro público não tome rumos desconhecidos. Diante das acusações, tentamos contato com a prefeitura de Feijó para saber o que a gestão tem a dizer sobre essas possíveis irregularidades mas até a publicação desta matéria não obtivemos respostas.

Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2018 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

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Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2019 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2020 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2021 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

E Veja Também no 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: O Gefron apreendeu dentro de Van do município de Brasileia aproximadamente 150 kg de entorpecente, seria esta a maior apreensão daquela regional. De acordo com informações preliminares, o veículo da prefeitura iria realizar mais um transporte de pacientes que estão fazendo tratamento em Rio Branco quando foi surpreendido pelo policiais, após revistarem os pacientes e o veículo encontraram em uma sacola preta com todo o entorpecente.

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