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Prefeitura de Rio Branco gastou mais de R$ 710 mil com auxílio-funeral. Quase R$ 400 mil em menos de um ano

Foram mais de 1,6 mil atendidos pelo auxílio nos anos de 2017 e 2018, segundo Secretaria de Assistência Social de Rio Branco. Somente com manutenção de jazigos foram gastos mais de R$ 390 mil.

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Foram mais de 1,6 mil atendidos pelo auxílio nos anos de 2017 e 2018, segundo Secretaria de Assistência Social de Rio Branco. Somente com manutenção de jazigos foram gastos mais de R$ 390 mil.

A prefeitura de Rio Branco gastou mais de R$ 710 mil com auxílio-funeral nos anos de 2017 e 2018, segundo dados da Secretaria Municipal de Assistência Social. Conforme o levantamento, foram mais de 1,6 mil atendidos pelo benefício nos dois anos.

De janeiro a dezembro de 2017, foram 822 beneficiados com o auxílio e no ano seguinte foram 819 casos. A diretora de Assistência Social, Regiani Cristina de Oliveira, explica que os gastos com o auxílio incluem a taxa de sepultamento e manutenção de jazigos.

Em 2017, foram gastos mais de R$ 161 mil com taxa de sepultamento e mais de R$ 195 mil com a manutenção de jazigos. No ano seguinte, os gastos praticamente se mantiveram, já que a taxa de sepultamento custou aos cofres públicos R$ 160 mil e de manutenção mais R$ 194 mil.

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Com relação aos caixões, Regiani explica que as funerárias ficam isentas de alguns impostos para, em contrapartida, concederem 20% de todos os atendimentos para famílias de baixa renda. Segundo ela, os gastos com a manutenção dos jazigos acabam sendo cumulativos.

“Essa manutenção de 2018 se soma com a de 2017, porque, na realidade, eles continuam recebendo essa manutenção. Com relação às urnas, as funerárias têm a isenção de imposto e concedem aí 20% para as famílias que precisam. Na realidade, não é de graça para o município, mas não é arrecadado e não está no orçamento”, disse Regiani.

Para ter direito ao benefício do auxílio-funeral, a diretora diz que a família precisa ter o perfil determinado no artigo 22 da Lei Orgânica de Assistência Social.

“A família tem que ter renda de até ¼ do salário-mínimo. O auxílio inclui todo o atendimento às famílias, concessão da urna e jazigo, além da manutenção”, afirmou.

Quase R$ 400 mil em menos de um ano

Em 2017, a Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (Semcas) divulgou que 49% das mortes registradas na cidade de Rio Branco foram bancadas pelo auxílio-funeral disponibilizado pela Prefeitura.

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A Semcas fez um levantamento que mostra que nos últimos cinco meses de 2016, o valor do benefício para vítimas de homicídios foi mais alto ainda, chegando a mais de R$ 200 mil.

Somando os últimos meses de 2016 e o primeiro semestre de 2017, o valor total gasto com esse benefício foi de R$ 399.800, 40 em 11 meses.

Por Iryá Rodrigues, G1 

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Morador grava vídeo denunciando as péssimas condições de rua na atual gestão de Fernanda Hassem

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Um morador da rua Rondônia gravou um vídeo denunciando as péssimas condições da referida Via, segundo ele, os moradores que precisam trafegar pela rua não aguentam mais o abandono por parte da atual gestão de Fernanda Hassem, segundo ele há pelo menos 6 anos que a localidade não recebe manutenção da prefeitura de Brasileia.

Os moradores, revoltados com a situação resolveram tornar público essa situação para que o Poder Público tome providências quanto a esta situação específica. Vale destacar que não só a rua Rondônia encontra-se nesta condição, mas a maioria das vias do município encontra-se em péssimas condições.

Por se tratar de uma rua que dá acesso a escola infantil Menino Jesus e a uma distribuidora de gás os moradores almejam ainda mais uma melhoria, pois segundo eles, no período do inverno, os alunos enfrentam grande dificuldades para chegar a escola, onde saem de casa limpos e chegam na escolas sujos de lama por conta da falta de dignidade no tráfego.

“A cada chuva que cai o açude aumenta mais se jogar tambaqui aqui se cria porque a situação está cada vez pior, tá com mais de 6 anos que essa rua não recebe um tapa buracos, aqui quando as crianças estão indo para a escola elas sofrem”, concluiu um morador.

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