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Polícia Federal diz que Socorro Neri não é investigada e revela que criminoso fraudava e-mail de empresas

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Em entrevista coletiva na sede da Polícia Federal, o delegado da Polícia Federal, Anderson Rodrigo Andrade de Lima, afirmou que o prejuízo causado aos cofres públicos na “Operação Assepsia II”, que apura fraudes na aquisição de máscaras e álcool em gel pela Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), para enfrentamento à pandemia da Covid-19, na gestão da ex-prefeita da capital, Socorro Neri (PSB), chegou a números atualizados de R$ 1,2 milhão.

O cálculo foi feito pela Controladoria Geral da União (CGU), usando como base o preço de custo dos insumos adquiridos pela empresa de São Paulo, considerando uma margem de lucro não exorbitante, o prejuízo efetivo com a dispensa de licitação seria de R$ 1,2 milhões, o que corresponde a 44% do total de R$ 2,7 milhões de um contrato que foi interrompido pela metade, mas que estava orçado em R$ 6,9 milhões.

A Operação cumpriu sete mandados de busca e apreensão nos estados do Acre, Rondônia e São Paulo. Seis pessoas foram intimadas para prestarem esclarecimentos. Os trabalhos contam com a participação de 46 policiais federais e três auditores da CGU. Os nomes dos envolvidos nessas buscas foram preservados devido à ordem judicial.

Na coletiva, o delegado destacou que ficou confirmado que houve uma fraude na cotação de preços e que todas as propostas das empresas que participaram da dispensa foram elaboradas pela mesma pessoa.

“Era uma contratação fraudada desde o seu nascedouro. Após a 1º fase, ficou absolutamente claro que houve uma fraude na cotação de preços. Ele enviou e criou os supostos e- mails que usavam nomes de empresas que não tinham conhecimento que estavam tendo o seu nome usado e uma tinha que foi a empresa vencedora. De tal maneira, ele majorou os preços do valor que achou necessário, a gente já tem informações de onde partiu esses e-mail que foram criados. Na 1º fase, nós tivemos duas prisões e análise de material apreendido na casa de um desses empresários, apenas para contextualizar, a empresa é de São Paulo, mas quem operacionalizou foi um empresário que era de Porto Velho, foi ele. Analisando o celular dele, nós conseguimos confirmar que era ele quem geria os e-mail e nós identificamos pessoas que até então não conhecíamos na investigação, especialmente, em pessoas do Acre. Essas pessoas [empresários] que surgiram no segundo momento, elas têm uma participação no sentido de recebimento em valor em espécie, ora em São Paulo e em Porto Velho, e de trazer esses valores em espécies. Nas conversas ficou muito claro que 10% do valor teria sido direcionado para a propina e conseguimos identificar quem fez esse transporte. Essas duas pessoas que faziam esses transportes de valores em espécie e que em algumas oportunidades indicavam contas correntes para serem escoados os valores. Tentamos o pedido de prisão, porém foi negado pela justiça”, afirmou o delegado.

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Em outro trecho, o delegado afirmou que existem servidores públicos que estavam envolvidos na fraude, porém não citou nomes dos envolvidos no crime. “Existem servidores públicos que estavam trabalhando na Semsa, mas existem pessoas que não têm vínculo formal, especificamente, as pessoas que faziam a movimentação financeira, não tinham nenhum vínculo aparente com a administração pública”, destacou.

Ao ser questionado se a prefeita Socorro Neri (PSB) estava envolvida na investigação, o delegado destacou que não poderia mencionar nomes, mas que a prefeita não é uma investigada no inquérito até o momento. “Nós não podemos mencionar nomes, mas a prefeita não é uma investigada desse inquérito, pelo menos, até esse momento, especificamente, ela não”, afirmou. Com informações de ac24horas.

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Veja o Vídeo Abaixo: Não se fala em outra coisa em Brasil Novo, na Região do Xingu, sudoeste paraense: um homem de 52 anos foi flagrado roubando calcinha e sutiã do varal da casa de uma moradora da cidade, de pouco mais de 14 mil habitantes, e quase foi linchado por populares.

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Vereador diz que o prefeito Kiefer Cavalcante paga mais de 5 mil para dono de empresa que faz faculdade em Rio Branco

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Vereador diz ser perseguido, por denunciar esquema de pagamento irregular na prefeitura de Feijó – Vídeo: Ronaldo Reis

O vereador Ronaldo Reis (PSD) de Feijó, gravou um vídeo onde fez graves denúncias contra a atual gestão do prefeito Kiefer Cavalcante (Progressista) a quem acusa de perseguição política e possível pagamentos irregulares em sua gestão.

De acordo com o vereador, o prefeito demitiu a esposa dele que trabalhava há anos na secretaria de assistência social, mas esta demissão só aconteceu depois que o parlamentar trouxe a tona um pagamento supostas irregularidades o que confirma a perseguição política que vem sofrendo por parte do gestor.

Ronaldo afirma que pagamentos estão sendo realizados mensalmente para Gabriel Alves de Lima que é proprietário de uma empresa para prestar serviços de publicidade para a prefeitura, o mesmo recebe desde 2018 o valor exato de R$5.450,00 (cinco mil quatrocentos e cinquenta), Este montante já chegou ao valor atual de R$ 190.750,00 (cento e noventa mil setecentos e cinquenta reais), mas o que o parlamentar achou estranho é o fato desta empresa não ter funcionários e o proprietário faz faculdade em Rio Branco e pior, de acordo com o vereador tudo indica que os serviços não estão sendo realizados.

Mas a pergunta que fica é Cadê os órgão fiscalizadores, para investigar se o prefeito Kiefer está administrando o erário público de forma correta? e se há indícios de irregularidades por que providências não estão sendo tomadas? Uma andorinha só não faz verão.

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“O prefeito demitiu minha esposa da secretaria de assistência social, depois de 5 anos de serviços prestados apenas por eu não concordar com irregularidades na gestão. Não justifica o prefeito Kiefer Cavalcante, pagar R$5.450,00 para uma empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima, que sequer tem sede ou funcionários trabalhando. O que se sabe é que o mesmo recebe de Feijó para fazer faculdade  e morar em Rio Branco, o que é um absurdo”, disse Ronaldo.

O vereador denuncia ainda que há indícios de malversação do dinheiro arrecadado pela Secretaria de Esporte, Cultura e Laser, pois nunca foi prestado conta dos recursos altos que por ela foi arrecadado, e o mais intrigante é que quando se procura uma bola, não tem! Procura por atividades feitas realizada pela referida secretaria, não tem! Mas o vereador já vem solicitando prestação de contas e que o dinheiro arrecadado vem sendo administrado como se fosse particular, mas se trata de recursos públicos.

O vereador afirmou que continuará denunciando os erros da administração de Kiefer e que não se curvará diante de perseguições do mesmo. É hora de o Ministério Público de Feijó para com a inércia e começar a se movimentar, para que o dinheiro público não tome rumos desconhecidos. Diante das acusações, tentamos contato com a prefeitura de Feijó para saber o que a gestão tem a dizer sobre essas possíveis irregularidades mas até a publicação desta matéria não obtivemos respostas.

Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2018 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

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Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2019 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2020 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

Empresa de publicidade em nome de Gabriel Barros de Lima referente ao 2021 – Foto: Reprodução / Portal da Prefeitura de Feijó

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Veja o Vídeo Abaixo: O Gefron apreendeu dentro de Van do município de Brasileia aproximadamente 150 kg de entorpecente, seria esta a maior apreensão daquela regional. De acordo com informações preliminares, o veículo da prefeitura iria realizar mais um transporte de pacientes que estão fazendo tratamento em Rio Branco quando foi surpreendido pelo policiais, após revistarem os pacientes e o veículo encontraram em uma sacola preta com todo o entorpecente.

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